Garanta a PREVI-BB em boas mãos e vote na CHAPA 3 – UNIDADE NA PREVI
Até às 18 horas da quinta-feira, 27 de maio, participantes e assistidos elegem representantes em cargos de administração e fiscalização e nos Conselhos Consultivos do Plano 1 e PREVI Futuro.
Votam pelo SISBB participantes em atividade no Banco do Brasil, na PREVI, Cassi e Fundação Banco do Brasil, em afastamentos regulamentares ou em quadro suplementar.
Votam pelo 0800-729-0808 os assistidos. Para votar pelo telefone é necessário utilizar a senha cadastrada na PREVI, a mesma senha de seis dígitos utilizada para acessar o Autoatendimento do site.
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Neste primeiro dia de votação, o sítio da PREVI-BB trouxe a informação que até 18h20min de hoje (17/05/2010), 44392 dos 84890 participantes ativos e 3192 dos 93410 participantes assistidos já haviam votado.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.previ.com.br E ADAPTADA PELA FETEC-CUT-PR.
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Agora é a hora dos trabalhadores bancários, participantes do Plano 1 e do Previ Futuro, garantirem a PREVI-BB em boas mãos
Entre 17 e 27 de maio, VOTE na CHAPA 3 – Unidade na PREVI
Os associados da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), o maior fundo de pensão da América Latina, vão às urnas entre 17 e 27 de maio para renovar as diretorias de Planejamento e de Seguridade e parte dos conselhos Deliberativo e Fiscal e dos conselhos consultivos dos dois planos de benefícios dos bancários do BB (Plano 1 e Previ Futuro). Duas chapas concorrem ao pleito, a Chapa 1 Nova Previ e a Chapa 3 Unidade da Previ.
A Contraf-CUT apóia a Chapa 3 Unidade da Previ, formada por uma ampla aliança das principais entidades do funcionalismo do BB, entre elas quase todos os sindicatos de bancários, a grande maioria das federações, as maiores associações de aposentados (entre elas AAFBB e AFABBs) e a Anabb. Integram a chapa cinco dirigentes de sindicatos filiados à Contraf-CUT: Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Pernambuco e Porto Alegre.
Para o presidente Carlos Cordeiro, a Contraf-CUT apoia a Chapa 3 por inúmeras razões. “Em primeiro lugar, por causa dessa grande representatividade, resultado de um esforço de construção de uma chapa de unidade nacional, que sempre foi um princípio que norteou a luta da categoria bancária”, afirma Carlos Cordeiro. “Além disso, a Chapa 3 tem os companheiros mais preparados para administrar a Previ e dar continuidade a esse modelo de gestão que é um exemplo para os fundos de pensão de todos os trabalhadores brasileiros.”
Unidade, representatividade e pluralidade
O secretário-geral da Contraf-CUT, Marcel Barros, destaca ainda que, além da unificação das entidades representativas, a Chapa 3 une todos os segmentos do funcionalismo. “Ao contrário da chapa concorrente, formada por setores que sempre apostaram no isolamento e apresentam propostas que buscam dividir o funcionalismo, a Chapa 3 Unidade na Previ é composta por colegas da ativa e aposentados, do Plano 1 e do Previ Futuro, homens e mulheres, e de todas as regiões do país”, diz Marcel.
“A Chapa 3 também junta colegas mais jovens com pessoas bastante experientes, que já demonstraram competência na direção de entidades importantes, inclusive na Previ. Tenho certeza que essa é a única chapa com capacidade para continuar a atual gestão séria e competente”, acrescenta Marcel.
É esta a Chapa 3 Unidade na Previ:
Diretoria Executiva
Diretor de Administração: Paulo Assunção, ex-diretor do Sindicato de São Paulo, ex-coordenador da Comissão de Empresa, ex-representante do funcionalismo do Conselho de Administração do BB e ex-conselheiro deliberativo eleito da Previ.
Diretor de Planejamento: Vitor Paulo Gonçalves, ex-diretor de Participações eleito e ex-conselheiro deliberativo eleito da Previ.
Conselho Deliberativo
Celia Larichia (titular), vice-presidente de Administração da AAFBB.
Luiz Carlos Teixeira (suplente), conselheiro deliberativo eleito da Previ e diretor do Sindicato de Ribeirão Preto, da Federação dos Bancários de SP/MS e da UGT.
Conselho Fiscal
Fabiano Félix (titular), secretário-geral do Sindicato dos Bancários de Pernambuco
Aldo Alfano (suplente), vice-presidente de Comunicação e Marketing da AAFBB.
Conselho Consultivo do Plano 1
Odali Dias Cardoso (titular), presidente da AABB Rio de Janeiro e conselheiro deliberativo eleito da Previ.
José Branisso (titular), conselheiro deliberativo da Anabb.
Flávio Pastoriz (suplente), diretor de Comunicação do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre.
Mércia Pimentel (suplente), conselheira consultiva eleita do Plano 1 da Previ e conselheira deliberativa da Anabb.
Conselho Consultivo do Previ Futuro
Wagner Nascimento (titular), diretor do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte, membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB e conselheiro consultivo do Previ Futuro.
Ítalo Lazzarotto (titular), secretário do grupo temático de Previdência e Aposentadoria da Anabb.
Rafael Zanon (suplente), diretor do Sindicato de Brasília e ex-secretário de Formação da Federação dos Bancários do Centro-Norte.
Luciana Vieira (suplente), diretora do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro.
Fonte: Contraf-CUT.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.
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Compromissos da Chapa 3 Unidade na Previ
Melhorar benefícios do Plano 1 com utilização do superávit
Retomada imediata das negociações do superávit, tendo como prioridade um aumento universal nos benefícios, contemplando todos os aposentados e pensionistas e reservando valores para melhorar os benefícios dos futuros aposentados.
Ao final de 2008, a negociação do superávit do Plano 1 foi interrompida principalmente por conta da crise mundial, que provocou uma queda vertiginosa no valor dos investimentos em renda variável. O superávit acumulado caiu de R$ 53 bilhões em dezembro de 2007 para R$ 26 bilhões ao final do ano seguinte. Passada a crise, a Previ recuperou o valor dos ativos, fechando 2009 com superávit de R$ 44,2 bilhões.
Queremos retomar as negociações e utilizar os excedentes para melhorar os benefícios dos associados, de forma universal.
Lutar contra a Resolução 26 do CGPC.
Outro fator que levou à suspensão das negociações foi a Resolução 26 do Conselho Gestor da Previdência Privada (CGPC), que permite devolver aos patrocinadores de fundos de pensão parte do superávit acumulado nos planos de previdência. A medida também eliminou o processo de negociação entre participantes e patrocinadora sobre a destinação do superávit.
Sindicatos e entidades de classe combateram a resolução, por entenderem que a devolução compulsória de valores ao Banco do Brasil, sem negociação, é ilegal, uma vez que esse preceito não existe na legislação.
O primeiro momento foi de resistência e luta contra a Resolução 26, inclusive pela via judicial. O Sindicato dos Bancários de Brasília conseguiu na Justiça liminar que ainda vigora e suspende os seus efeitos, impedindo o repasse de valores ao BB.
O Banco do Brasil, no entanto, desconhece a liminar, utiliza as previsões da Resolução 26 e há três semestres consecutivos vem contabilizando “ganhos atuariais futuros” que espera obter com o Plano 1, aumentando seu lucro e distribuindo dividendos aos acionistas. Enquanto isso, o banco despreza as reivindicações dos associados e não negocia qualquer melhoria nos benefícios, apesar do expressivo superávit de R$ 44,2 bilhões acumulado ao final de 2009.
Defendemos o aumento do teto de benefícios para 100%, o aumento do benefício mínimo, aumento no patamar das pensões e aposentadoria antecipada para as mulheres aos 45 anos. Essas reivindicações não foram atendidas pelo banco e pelo governo nas negociações anteriores do superávit.
Continuidade da suspensão de contribuições mensais à Previ. Essa foi uma conquista das negociações do superávit, em 2007. Desde então, as contribuições mensais são pagas por uma reserva constituída pelo superávit.
Revisão permanente do teto e prazo dos empréstimos simples.
Manter a Carim permanentemente aberta, para atender às novas solicitações de financiamento imobiliário. Desde 2004, com a abertura de financiamentos para os participantes do Previ Futuro, e com a retomada dos financiamentos para os associados do Plano 1, toda a demanda represada foi atendida.
Lutar pela utilização do FGTS para abater prestações da Carim. A utilização do FGTS no ato da compra do imóvel e para a quitação dos financiamentos já foi conquistada em negociações anteriores. Queremos agora utilizar o FGTS para pagamento das prestações mensais.
Mais rentabilidade e benefícios no Previ Futuro
Lutar pelo resgate das contribuições patronais.
O plano é um direito que o funcionário contrata quando entra no banco, e não é justo que a empresa impeça o resgate da parcela patronal quando ele sai da instituição.
Reduzir a Parcela Previ para aumentar os benefícios de risco.
Como a Parcela Previ (PP) ainda não foi corrigida para o Previ Futuro, nos casos de aposentadoria por invalidez, ou pensão por morte, há perda de parte do benefício. Essa proposta dos dirigentes eleitos já foi aprovada por todas as instâncias da Previ e aguarda liberação da Previc, o novo órgão regulador do sistema de previdência complementar. A intervenção qualificada dos dirigentes eleitos da Previ será decisiva para a sua aprovação.
É importante frisar que no Previ Futuro a PP é utilizada somente nos casos de benefícios de risco, como invalidez e morte.
Abolir a idade mínima para a aposentadoria.
Melhorar sempre a eficiência para reduzir despesas e as taxas de carregamento e de administração do plano, de maneira a destinar mais recursos para o saldo de conta dos participantes.
Diversificar os investimentos em busca da maior rentabilidade, com o menor risco.
Aumentar o nível de adesão ao Previ Futuro.
Promover debates com os associados do Previ Futuro, para aumentar o conhecimento dos participantes sobre o seu plano de benefícios.
Facilitar o retorno dos que se desligaram do plano e continuam no banco.
Revisão permanente do teto e do prazo de pagamento dos Empréstimos Simples, de suas taxas e encargos.
Manter os financiamentos imobiliários, lutando pela utilização do FGTS para abater prestações.
Lutar pela aprovação das alterações no regulamento pendente na Previc.
Um novo regulamento do Previ Futuro proposto pelos dirigentes eleitos, que traz melhorias no plano, já aprovado pelo Conselho Deliberativo e pela Diretoria Executiva da Previ, aguarda aprovação da Previc. Mais uma vez será necessária uma intervenção qualificada dos eleitos da Previ, em parceria com as entidades representativas do funcionalismo, para acelerar a aprovação do novo regulamento.
Transparência e equilíbrio na gestão
Intensificar a luta pelo fim do voto de minerva no Conselho Deliberativo, para restabelecer o equilíbrio de forças entre banco e associados, de maneira a evitar que sejam tomadas decisões contrárias aos interesses dos associados.
Lutar pelo restabelecimento das prerrogativas do Corpo Social decidir, pelo voto, alterações estatutárias e de regulamento.
Reivindicar a volta da Diretoria de Participações para os associados, de maneira a melhorar o acompanhamento dos investimentos e os mecanismos de governança corporativa.
Fortalecer e dar maior visibilidade aos conselhos consultivos de planos.
Comparar, com outros planos de benefícios, a rentabilidade, as taxas de administração e de carregamento dos planos administrados pela Previ.
Fortalecer os compromissos socioambientais
Priorizar investimentos capazes de gerar emprego e renda, observando as melhores práticas de responsabilidade socioambiental.
Fortalecer a política de sustentabilidade da Previ e fazer gestões para implantar essa prática nas empresas participadas, com melhorias nas relações com seus trabalhadores.
Eficiência na gestão dos planos e dos investimentos
É nosso objetivo permanente atingir a máxima eficiência para reduzir custos e as taxas de administração e de carregamento dos planos de benefícios.
Continuar gerindo os investimentos da Previ com competência, segurança e transparência.
Buscar sempre a melhor rentabilidade para as aplicações da Previ, buscando o menor risco e perseguindo o maior retorno e as melhores práticas de governança corporativa.
Eficiência no atendimento
Melhorar continuamente o atendimento, de maneira a aproximar cada vez mais a Previ de seus associados.
Ampliar os canais de atendimento e torná-los mais eficientes na resolução das demandas.
Implantar um canal de assessoria previdenciária.
Aprimorar o programa de educação previdenciária.
Defender a implantação de uma Ouvidoria.
Segurança e equilíbrio na Capec
Fazer campanhas de adesão de associados mais jovens, de forma a garantir a perenidade do plano.
Corrigir os pecúlios anualmente, no mínimo pelo índice atuarial da Previ.
Manter a atratividade da Capec, com revisões constantes das contribuições.
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Como os participantes construíram a Previ
A Previ fechou 2009 com 178.162 participantes, patrimônio de R$ 142,6 bilhões, superávit de R$ 44,2 bilhões no Plano 1 e crescimento exponencial do Previ Futuro, que acumula ativos de R$ 1,69 bilhão e já é, sozinho, um dos 30 maiores planos de previdência complementar do país.
Esses números impressionantes demonstram a solidez da Previ e simbolizam o êxito de uma longa história de ousadia, perseverança, capacidade de ação e competência do funcionalismo do Banco do Brasil. É uma trajetória vitoriosa que começa em 1904, quando um grupo de 52 funcionários toma a decisão inédita na época de criar a Caixa Montepio dos Funccionarios do Banco da Republica do Brazil, e que só em 1967 se transforma em entidade complementadora de benefícios de aposentadoria e pensões de todo o funcionalismo.
Estatuto de 1997, o divisor de águas
Um dos fatores desse sucesso foi a adoção da gestão compartilhada entre participantes e patrocinadora, conquistada pela luta do funcionalismo que culminou com a aprovação do novo estatuto de 1997.
Este estatuto garantiu aos participantes a eleição de metade dos membros da diretoria e da maioria dos conselheiros deliberativos e fiscais. Com a participação mais direta dos representantes dos associados na gestão e fiscalização da Previ – Diretoria, Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal – e a implantação de melhores mecanismos de análise técnica, deliberação e controle, deixaram de acontecer investimentos prejudiciais ao patrimônio dos associados. Sauípe, Invesc/Celesc, Hopi Hari, Umberto Primo, empresas de telefonia e outros que deram prejuízo à Previ tiveram origem no período anterior à gestão compartilhada e tiveram de ser corrigidos em épocas recentes.
Resistindo aos ataques do governo FHC
A luta pela melhoria nos mecanismos de gestão da Previ foi interrompida em alguns momentos pela truculência do governo FHC. Em 2001, seu governo nomeou um diretor fiscal para implantar a paridade contributiva no Plano 1 e destinar autoritariamente ao banco a maioria do superávit então existente – repasse que foi impedido pelos sindicatos e entidades do funcionalismo, inclusive com ações na Justiça. Em 2002 foi decretada uma intervenção pelo mesmo Governo FHC, para implantar o voto de minerva, cassar toda a diretoria, reduzir a participação dos trabalhadores e repassar à Receita Federal R$ 1,7 bilhão em Imposto de Renda que era objeto de disputa judicial. Novamente o funcionalismo resistiu e devolveu o mandato aos dirigentes cassados, em uma eleição que unificou todas as correntes de pensamento do movimento do funcionalismo.
Em 2006 foi restabelecida a eleição direta para a diretoria e foram criados os conselhos consultivos por plano de benefícios, incorporando pela primeira vez à gestão da Previ os participantes do Previ Futuro. Mas o voto de minerva permaneceu e vem sendo combatido pelo funcionalismo e a sua derrubada é pauta constante dos sindicatos e das entidades.
Busca da segurança e de maior rentabilidade
A gestão da Previ nesse período foi marcada pela busca de segurança, redução de riscos e maior rentabilidade das aplicações. Sempre buscamos preservar o equilíbrio do plano de benefícios e a solidez dos investimentos da Previ e das reservas para pagamento de aposentadorias e pensões.
Em 2003 a Diretoria e o Conselho Deliberativo da Previ aprovaram um plano estratégico, que foi apresentado e discutido com entidades do funcionalismo. Naquela ocasião se decidiu por resolver os diversos problemas com investimentos herdados do passado, em vez de fazer novas aquisições. Os resultados conseguidos nos anos seguintes falam por si.
Na crise mundial, Previ passa no teste de solidez
Em 2008 a Previ passou por um teste de solidez. Enfrentamos a maior crise mundial dos últimos 70 anos, que fez despencar o valor das ações. No auge da crise o Plano 1, que tem mais de 60% de seus ativos em renda variável, ainda sustentava um superávit de R$ 26 bilhões, acumulado nos anos anteriores. A segurança dos participantes em receber seus benefícios nunca foi ameaçada, e a qualidade dos investimentos da Previ ficou comprovada por este teste.
Em 2009 a melhoria no preço dos ativos levou o Plano 1 a fechar com uma rentabilidade de 28%, recuperando grande parte do superávit que havia sido consumido no ano anterior.
No Previ Futuro, que aplicava parte das reservas em renda variável desde 2006, a rentabilidade foi negativa em 2008 por conta da crise. A recuperação do ano seguinte foi muito forte, puxada por um retorno de 77% nos investimentos em ações, e 2009 terminou com uma rentabilidade de 27%, recuperando com folga as perdas do ano anterior.
No Plano Previ Futuro não há acumulação de superávit, pois toda a renda dos ativos automaticamente é incorporada ao saldo de conta dos participantes. Assim, um retorno maior dos investimentos leva a um aumento na reserva de poupança do associado e garantirá, no futuro, melhores benefícios de aposentadoria. A busca incessante pela rentabilidade adequada é o melhor que os gestores podem fazer em benefício dos participantes do Previ Futuro.
Participantes já incorporaram R$ 14 bilhões do superávit
Em 2006 e 2007 ocorreram duas negociações entre o Banco do Brasil e as entidades sindicais e associativas, em conjunto com os dirigentes eleitos da Previ, para discutir a destinação do superávit do Plano 1. Como resultado, R$ 14 bilhões do superávit foram revertidos em benefício imediato e direto para os associados deste Plano: as contribuições foram reduzidas e depois suspensas e os benefícios foram melhorados, com a redução da Parcela Previ, o aumento do teto de benefícios de 75% para 90%, o benefício de proporcionalidade para quem se aposentou com menos de 30 anos de contribuição e a renda certa.
Ao mesmo tempo, foram revistas premissas atuariais dos planos, para tornar o cálculo das reservas mais seguro e consistente: nova tábua atuarial foi adotada, prevendo sobrevida maior dos aposentados, e a taxa de juros foi reduzida para 5,5% ao ano, prevendo menor rentabilidade das aplicações no futuro. Essas duas alterações foram feitas utilizando recursos do superávit, para não onerar os associados e o banco com um aumento de contribuições.
Para os associados do Plano 1, em 2006 foram reabertos os financiamentos imobiliários da Carim, fechados desde 1995. Depois de todos os associados que demonstraram interesse terem sido convocados, foi aberto o segundo financiamento para quem já havia quitado o seu anterior. Agora, a Carim está disponível para todos os associados interessados.
Os empréstimos simples foram revistos permanentemente. Nos últimos três anos, o teto foi aumentado de R$ 25 mil para R$ 75 mil e o prazo foi estendido de 50 para 72 meses. Além disso, a taxa de juros e os demais encargos foram reduzidos, mantendo esta linha de crédito como a mais barata do mercado.
Previ Futuro, cada vez mais sólido e rentável
No Plano Previ Futuro o grande trabalho desenvolvido desde a sua criação foi incorporar como associados do plano o número máximo de colegas que ingressaram no banco a partir de 1998.
De um nível de adesão inicial de 64% dos funcionários admitidos na patrocinadora, ao final de 2009 atingimos a adesão de 90% dos trabalhadores do banco, em um plano de benefícios cuja adesão é voluntária, e não obrigatória. Isso foi conseguido de um lado pela credibilidade que a Previ conseguiu pela boa gestão dos recursos e, de outro, pelo trabalho constante de buscar os associados, seja no momento de sua posse seja por meio de ligações ativas a todos os que ainda não se associaram.
Aproximação com os participantes
Neste período a Previ tem procurado se aproximar cada vez mais dos associados e buscado atender às suas principais demandas. Com este objetivo, as condições dos empréstimos simples são permanentemente revistas, aumentando o teto de concessão para R$ 35 mil e o prazo de pagamento para 60 meses, mantendo os menores encargos do mercado e disponibilizando aos associados o máximo de recursos que a legislação permite. Ao final de 2009, quase 13% do patrimônio do Previ Futuro estava emprestado aos seus associados, contemplando mais de 19 mil empréstimos.
Ao final de 2008 começaram a ser disponibilizados financiamentos imobiliários ao pessoal do Previ Futuro, para o que foi reservado 1% dos ativos. Terminamos 2009 com 28 contratos. Se mais não foi feito é porque os recursos disponíveis no plano ainda são relativamente pequenos.
Em 2009, para aproximar ainda mais a Previ de seus associados, foi lançado o Programa Perfis de Investimento, através do qual o associado pode escolher o percentual de seu saldo de conta que deve ser aplicado em renda variável. Desta maneira, a Previ compartilha com o associado a gestão de seu patrimônio individual. Pouco mais de 2.200 associados aderiram a esse programa, mas a maioria manteve suas aplicações de acordo com a política de investimentos escolhida pelo Conselho Deliberativo da Previ, talvez por concordarem que essa seja a maneira mais adequada de investir seu patrimônio.
Mudanças para aumentar sustentabilidade da Capec
A Previ tem um terceiro plano de benefícios, a Capec, que vinha enfrentando problemas para sua manutenção e perenidade. Esse é um plano de repartição simples, ou seja, as contribuições mensais devem cobrir as despesas anuais com o pagamento de benefícios. Em 2005 houve uma grande mudança: as contribuições mensais deixaram de ser uniformes para todos os associados e começaram a ser definidas por faixas etárias, de acordo com o risco de cada idade. Ao mesmo tempo, os valores dos pecúlios foram aumentados, de maneira a atender a antiga demanda dos associados.
Essas mudanças foram feitas com o objetivo principal de dar sustentabilidade à Capec, que naquele momento não conseguia a adesão de associados mais jovens, pois os valores deles cobrados estava muito acima de outros seguros de vida disponíveis no mercado ou em outras entidades do funcionalismo. Esse era o principal problema a ser enfrentado pela Capec, pois se não houvesse a adesão de novos associados mais jovens, o plano não se sustentaria. As prestações mensais foram reduzidas para as faixas etárias mais baixas e, através de um forte trabalho de ligações e campanhas, as novas adesões triplicaram em três anos, para 7,5 mil novos associados.
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