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PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO TST PEDE SUSPENSÃO DA GREVE DO JUDICIÁRIO

Brasília, 28/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – “Quando o Poder Judiciário se transforma em parte, há uma idéia de que estamos sem um árbitro, o que me parece uma situação inconveniente para o País”. A afirmação foi feita hoje, pelo presidente em exercício do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Vantuil Abdala, desaconselhando à magistratura a concretização da greve, marcada para os próximos dias 5 a 12 de agosto, contra Reforma da Previdência. O ministro voltou a afirmar que acredita na existência de espaço para negociações sobre essa questão entre os três poderes, caso seja suspenso o indicativo de greve.
Abdala defende a fixação, para os juízes estaduais, de um subteto equivalente a 90,25% do salário recebido por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele afirmou também que, com diálogo e sem que se recorra à paralisação, será possível rever, entre outros pontos polêmicos, o subteto de 75% dos salários do STF – previstos para a magistratura dos estados no relatório do deputado José Pimentel (PT-CE), aprovado pela Comissão especial da Câmara que discute a Reforma da Previdência.

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PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO TST PEDE SUSPENSÃO DA GREVE DO JUDICIÁRIO

Brasília, 28/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – “Quando o Poder Judiciário se transforma em parte, há uma idéia de que estamos sem um árbitro, o que me parece uma situação inconveniente para o País”. A afirmação foi feita hoje, pelo presidente em exercício do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Vantuil Abdala, desaconselhando à magistratura a concretização da greve, marcada para os próximos dias 5 a 12 de agosto, contra Reforma da Previdência. O ministro voltou a afirmar que acredita na existência de espaço para negociações sobre essa questão entre os três poderes, caso seja suspenso o indicativo de greve.

Abdala defende a fixação, para os juízes estaduais, de um subteto equivalente a 90,25% do salário recebido por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele afirmou também que, com diálogo e sem que se recorra à paralisação, será possível rever, entre outros pontos polêmicos, o subteto de 75% dos salários do STF – previstos para a magistratura dos estados no relatório do deputado José Pimentel (PT-CE), aprovado pela Comissão especial da Câmara que discute a Reforma da Previdência.

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