Realidade recente, a previdência complementar ganha cada vez mais importância em nossas vidas. O fato é que estamos vivendo mais e nos preocupando mais com o futuro e o assunto “previdência privada” ganhou, por tabela, espaço nos almoços de família e nas rodas de amigos. Alguns profissionais, como os funcionários do Banco do Brasil – que contam com a PREVI – já são familiarizados com o tema e têm consciência da importância desse tipo de investimento, mas para muitos ainda restam dúvidas.
Diferenças entre previdência complementar aberta e fechada
A previdência complementar fechada é oferecida pelos fundos de pensão – ou Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) – instituições sem fins lucrativos que oferecem planos de previdência coletivos a grupos restritos. Alguns fundos são exclusivos de empregados de uma mesma empresa, outros a associados ou membros de pessoas jurídicas de caráter profissional, classista ou setorial. A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) é órgão que fiscaliza essas entidades.
A previdência complementar aberta é a opção para quem não está coberto pelos planos fechados e deseja arrecadar recursos para a época da aposentadoria. Os planos de previdência aberta são oferecida por bancos e seguradoras a qualquer pessoa que tenha o desejo de acumular recursos com fins previdenciários. As instituições que trabalham com esse tipo de plano são fiscalizadas pela Superintendência de Seguros Privados, do Ministério da Fazenda, que garante aos participantes a segurança de que seus recursos estarão resguardados para gozo de renda mensal ou resgate.
Quando começar?
Pode parecer lugar comum, mas a resposta é: quanto mais cedo melhor, já que a reserva acumulada é resultado das contribuições mensais feitas ao longo da vida laboral, bem como dos rendimentos das aplicações desses recursos.
Segundo Anderson Brunner, sócio-diretor da Brunner Corretora de Investimentos Ltda., não existe uma idade ideal para pensar no seu futuro, mas quanto mais cedo começar a pensar nele menor será o investimento mensal necessário para alcançar uma renda futura que irá atender às expectativas. Ele aconselha não ultrapassar muito dos 25 anos. “Se uma pessoa deixar para investir com uma idade mais avançada – 50 ou 60 anos – terá de contribuir mensalmente com valores muito altos”, comenta.
Edmilson Lyra, presidente da Associação Brasileira de Educação Financeira, engrossa o coro: “Vale fazer uma reserva de poupança em qualquer idade, mas não faz sentido buscar um plano de previdência às véspera de se aposentar. É preciso ter muito claro que previdência é um investimento para longo prazo”.
Para os especialistas, é preciso investir de forma que a renda a ser gozada no momento da aposentadoria seja equivalente, no mínimo, a 70% da renda durante o período da ativa, pois consideram que gastos como educação com filhos, parcelas de imóveis entre outros, não serão mais presentes, por isso, a percentagem sugerida. Lyra reforça que na escolha de um plano é importante saber qual é o objetivo que se deseja atingir, ou seja, quanto se espera ter de reserva acumulada na idade que pretende se aposentar. Com base nessa meta, é importante procurar instituições ou consultores que façam projeções matemáticas, que tenham um perfil de investimentos adequado à sua necessidade e que sejam competitivos com relação às taxas cobradas.
PREVI Futuro, você não poupa sozinho
Os funcionários que ingressaram no Banco do Brasil depois de 1997 contam com o PREVI Futuro. O plano prevê o amparo em caso de invalidez e a extensão da proteção aos seus dependentes. Além disso, o BB faz contribuições de igual valor. Em 2009, o percentual médio de adesão ao PREVI Futuro no ato da posse totalizou 90,54%. O maior contingente está na faixa etária dos 25 aos 34 anos e equivale a 55% dos participantes ativos. Para saber mais sobre o plano clique aqui.
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Mais alternativas para voltar para o PREVI Futuro
Ter um plano de previdência é o melhor caminho para garantir um futuro tranquilo e seguro, mas infelizmente, por motivos importantes, alguns participantes precisaram deixar o PREVI Futuro. Renato Barreto de Souza, assessor sênior da Dicom SP, era um desses casos. Entrou para o Banco aos 18 anos e aderiu ao PREVI Futuro, mas logo as despesas com estudo, locomoção e moradia elevaram-se mais que o previsto, e assim, não foi possível manter a contribuição para o Plano.
Pensando nessas situações, o novo regulamento do Plano, contempla mais alternativas para reingresso ao PREVI Futuro.
“As mudanças no regulamento foram ajustadas tendo em vista a reivindicação de ex-participantes que apontavam a obrigatoriedade de recolher as contribuições pessoais e patronais relativas ao período de afastamento como um dos principais motivos que dificultava o retorno ao Plano. Entendemos que ter um plano de previdência hoje é fundamental para manter o padrão de vida na aposentadoria e ter um futuro mais confortável e digno”, enfatiza o diretor de seguridade da PREVI, José Ricardo Sasseron.
Mais em conta
Agora o ex-participante tem a opção de recolher somente as contribuições pessoais e patronais relativas à Parte I (contribuições destinadas a cobrir os benefícios de invalidez e pensão por morte de ativos) que deixaram de ser feitas durante o afastamento, o que corresponde a cerca de 10% do total. Nesse caso, o participante deverá utilizar recursos próprios obrigatoriamente. Este valor será incorporado à reserva para pagamento dos benefícios de risco. Após o reingresso poderá efetuar contribuições adicionais, com o objetivo de recompor seu saldo de conta.
É o que Renato vai fazer. Ele, que tem mais de dez anos de Banco e hoje é assessor sênior, teria um custo alto para retornar. No aguardo da aprovação do novo Regulamento do Plano, Renato estava atento às notícias do site e agora, aos 29 anos, poderá voltar para o PREVI Futuro recolhendo apenas o valor referente à Parte I. “Estava esperando essa oportunidade e achei extremamente importante, pois mostra a atenção que a PREVI tem com seus participantes que, por diversos motivos, não puderam manter suas contribuições e que agora têm a possibilidade de contribuir regularmente. Com certeza vou realizar novos aportes para recuperar o saldo. Boa parte das futuras PLR’s já têm destino certo”, enfatiza.
Sobre as razões para voltar para o PREVI Futuro, Renato complementa: “Diversas são as vantagens que a PREVI oferece em relação aos planos comuns, mas destaco a paridade nas contribuições como a principal delas, pois o benefício de aposentadoria do participante será bem maior quando comparado a um plano comum de previdência. Além disso, também merecem destaque o Empréstimo Simples, o financiamento imobiliário e o Pecúlio, além da solidez e segurança que a PREVI oferece”.
Financiamento auxilia na quitação do valor integral
No retorno ao Plano, o associado pode optar por recolher a totalidade das contribuições relativas ao período de afastamento. Neste caso, as contribuições à Parte I serão incorporadas à reserva para pagamento de benefícios de risco, e as contribuições à Parte II serão creditadas na reserva pessoal de poupança do associado, ou seja, ao seu saldo de conta individual.
Por ser um plano de contribuição variável, no PREVI Futuro o valor do benefício de aposentadoria depende do montante acumulado durante a vida laboral, ou seja, pagar menos agora significa menor saldo de conta ao aposentar-se. Por isso, para voltar, alguns preferem pagar o valor integral das contribuições, mas não detêm todo o valor à vista. Para esses casos, a PREVI criou em 2010 uma linha de crédito específica: o ES Reingresso.
A linha de crédito tem teto de R$ 35 mil, prazo para pagamento de 18 a 60 meses e está condicionada à existência de margem consignável.
Como reingressar?
Entre em contato com a Central de Atendimento, das 8h às 18h, pelo telefone pelo 0800 – 729 0505 para verificar a situação atual dos valores devidos para o seu reingresso, bem como o limite disponível e a sua margem consignável. Nesse contato, você poderá simular as condições de contratação e verificar os procedimentos necessários.
Para saber mais, acesse o site Página Inicial > PREVI Futuro > Reingresso ao Plano e veja as instruções para contar com essa facilidade e voltar a ser um associado da PREVI.
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