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378 agências da base da FETEC-CUT-PR foram paralisadas; 5132 no Brasil

NA BASE DA FEDERAÇÃO FILIADA À CUT, ARAPOTI E TOLEDO AINDA NÃO ENTRARAM EM GREVE, ENTÃO NÚMERO DEVE AUMENTAR NOS PRÓXIMOS DIAS

Neste primeiro dia de greve, a base da FETEC-CUT-PR, formada por Apucarana, Arapoti, Campo Mourão, Cornélio Procópio, Curitiba, Guarapuava, Londrina, Paranavaí, Toledo e Umuarama, e respectivas regiões, somou 378 agências fechadas. Nas bases sindicais de Arapoti e Toledo, e respectivas regiões, os bancários ainda não estão parados. Em Arapoti, a greve começa no dia 20, e em Toledo está prevista para o dia 24.

Em todo estado, são 1537 agências, com cerca de 30 mil bancários.

Confira o número de agências fechadas por regional:

Apucarana e região – 10 agências

Campo Mourão e região – 12 agências

Cornélio Procópio e região – 13 agências

Curitiba e região – 212 agências

Guarapuava e região – 16 agências

Londrina e região – 62 agências

Paranavaí e região – 18 agências

Umuarama e região – 35 agências

Total: 378 agências paralisadas no primeiro dia de greve, além dos 13 centros administrativos de Curitiba e região.

 


Por: Flávia Silveira

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br. ATUALIZADA PELA FETEC-CUT-PR

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GREVE: 212 agências e 13 centros administrativos fechados

MAIS DE 12500 BANCÁRIOS ADERIRAM À PARALISAÇÃO POR TEMPO INDETERMINADO

Neste primeiro dia de greve nacional dos bancários, em Curitiba e região metropolitana são 212 agências fechadas, além dos 13 centros administrativos. Mais de 12500 bancários da base do Sindicato estão de braços cruzados, na luta por melhores condições de trabalho e remuneração justa.

O número de agências fechadas hoje supera o total registrado no primeiro dia da paralisação de 2011, quando foram 114 agências paralisadas.

Por: Flávia Silveira

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br

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Movimento começa forte para arrancar proposta decente dos bancos

O primeiro dia de greve hoje (18/09) na base do Sindicato de Londrina está contando com a participação de um número significativo de bancários e bancárias no movimento que visa arrancar dos bancos uma proposta de acordo decente. As principais agências do Centro estão paralisadas, demonstrando que a categoria aderiu em peso à mobilização da Campanha Nacional Unificada 2012.

“Os bancários e bancárias atenderam ao nosso chamado e estão participando ativamente das atividades de pressão para vencer a intransigência dos banqueiros”, afirma Wanderley Crivellari, presidente do Sindicato de Londrina.

Itaú prejudica clientes

De acordo com Wanderley, o único ponto negativo desse primeiro dia de greve foi a atitude tomada pela GSO (Gerência de Suporte Operacional) do Itaú, que fechou as salas de autoatendimento de Londrina e das cidades vizinhas, impedindo que os clientes possam fazer suas operações por meio eletrônico.

“O Itaú é o único banco que tomou medidas contra a população, numa atitude lamentável que só vem ampliar a sua imagem já desgastada perante a sociedade por oferecer um atendimento precário por conta da falta de pessoal”, ressalta Wanderley.

De acordo com ele, o Sindicato entrou em contato com a GSO solicitando a reabertura das salas de autoatendimento como forma de respeitar seus clientes.

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Mais de 1300 bancários paralisam as atividades em Londrina

O Sindicato de Londrina conseguiu mobilizar hoje (18/09), no primeiro dia da greve nacional da categoria, mais de 1.300 bancários e bancárias de 54 agências que operam na cidade. O movimento também foi forte em Cambé e Rolândia, com a paralisação de oito agências e adesão de cerca de 200 trabalhadores nestas duas cidades da base territorial da entidade.
Para Wanderley Crivellari, presidente do Sindicato de Londrina, a greve começou forte.

“Conseguimos mobilizar 62,28% bancários e bancárias no primeiro dia e esperamos ampliar este número a partir de amanhã com a participação de um maior número de trabalhadores nos demais municípios da Região”, afirma.

Segundo Wanderley, a força da greve demonstra o grau de insatisfação com a proposta apresentada pelos bancos ao Comando Nacional dos Bancários. “Agora precisamos de novas adesões para lutar contra a intransigência dos banqueiros e garantir um percentual significativo de aumento real e novas conquistas na Campanha Nacional deste ano”, finaliza.

Atenção: todos os dias o Sindicato de Londrina realiza reunião para definir os rumos da greve às 18h00 na sede administrativa (Av. Rio de Janeiro, 854, em Londrina). Compareça! Venha participar para organizar o movimento.

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Em Cornélio Procópio e Região, primeiro dia de greve tem adesão de 48 porcento

Hoje (18/09), no primeiro dia de greve da categoria, o Sindicato de Cornélio Procópio conseguiu a adesão de 225 bancários e bancárias de 13 agências em cinco municípios da base territorial da entidade.  Este número representa a participação de 48,18% dos bancários na Região.

Segundo Divonzir Lemos Carneiro, presidente do Sindicato de Cornélio Procópio, de agora em diante a tendência é de ampliação do movimento com a paralisação das atividades de mais agências. “Hoje, a greve começou forte em Cornélio, Andirá, Bandeirantes, Jacarezinho e em Santo Antonio da Platina. Para os próximos dias vamos reforçar a mobilização nas demais cidades para ampliar a pressão em busca de uma proposta decente dos bancos”, aponta Divonzir.

NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.vidabancaria.com.br

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Bancários fecham 5132 agências em todo o país no primeiro dia da greve

Crédito: Thales Stadler – Seeb São Paulo
Thales Stadler - Seeb São Paulo Agência paralisada na Avenida Paulista, no coração financeiro de São Paulo

Os bancários fecharam pelo menos 5.132 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados em 26 estados e no Distrito Federal nesta terça-feira 18, primeiro dia da greve nacional da categoria por tempo indeterminado por 5% de aumento real, valorização do piso salarial, PLR maior, mais empregos e fim da rotatividade, melhores condições de saúde e trabalho, mais segurança nas agências e igualdade de oportunidades.

O balanço, feito pela Contraf-CUT com base nos dados enviados até as 17h30 pelos 137 sindicatos que integram o Comando Nacional dos Bancários, mostra que a paralisação começou mais forte que a do ano passado, quando 4.191 agências foram paralisadas no primeiro dia.

“Os bancos empurraram os bancários para a greve com sua postura intransigente – e vão se surpreender. A forte paralisação, inclusive nos bancos privados, mostra a indignação da categoria com a recusa dos banqueiros em atender nossas reivindicações, propondo apenas 6% de reajuste, ao mesmo tempo em que aumentam em 9,7% a remuneração já milionária de seus altos executivos, que chegam a receber R$ 8,4 milhões por ano”, afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.

“Condições financeiras os bancos têm de sobra para atender às reivindicações dos bancários, uma vez que as seis maiores instituições apresentaram R$ 25,2 bilhões de lucro líquido somente no primeiro semestre, mesmo maquiando os balanços com R$ 39,15 bilhões de provisões para devedores duvidosos apesar da inadimplência baixa”, acrescenta Cordeiro. “Além do mais, a proposta feita pelos bancos, o setor mais sólido e rentável da economia, de 0,58% de aumento real é um índice bem menor do que a grande maioria das empresas de outros segmentos concederam a seus trabalhadores nos acordos assinados no primeiro semestre.”

Os bancários aprovaram greve por tempo indeterminado nas assembleias realizadas em todo o país no dia 12 de setembro, depois de cinco rodadas duplas de negociação com a Fenaban. Os bancos apresentaram a única proposta no dia 28 de agosto. O índice de 6% foi considerado insuficiente pelo Comando Nacional.

A Contraf-CUT enviou cartas à Fenaban e aos bancos no dia 5 de setembro para reafirmar que apostava no processo de negociação e aguardava uma nova proposta para ser apreciada pelas assembleias previamente convocadas para os dias 12 e 17 de setembro. Mas a federação e os bancos sequer responderam às cartas.

“Esse longo silêncio dos banqueiros é que levou à greve. Continuamos abertos à retomada das negociações e aguardamos que a Fenaban reabra o diálogo e apresente uma proposta decente para levarmos às assembleias dos bancários. Se isso não ocorrer, vamos intensificar a mobilização e fazer a maior greve dos últimos anos para garantir avanços econômicos e sociais”, conclui Carlos Cordeiro.

As principais reivindicações dos bancários

● Reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%).
● Piso salarial de R$ 2.416,38.
● PLR de três salários mais R$ 4.961,25 fixos.
● Plano de Cargos e Salários para todos os bancários.
● Elevação para R$ 622 os valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição.
● Mais contratações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade.
● Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral
● Mais segurança
● Igualdade de oportunidades.

Fonte: Contraf-CUT

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