Nova York – O banco de investimentos norte-americano Morgan Stanley Dean Witter anunciou hoje a redução da posição em dinheiro de 2% para 1,5% na carteira recomendada de títulos de mercados emergentes, mas elevou a posição aplicada em papéis da dívida de países emergentes, em particular do Brasil. O banco aumentou levemente a recomendação overweight (peso acima da média) de 24,2% para 24,3%.
O banco afirmou estar confiante em relação aos fundamentos da economia brasileira e otimista quanto às perspectivas de aprovação das reformas previdenciária e tributária no Congresso. O diretor de pesquisa e estratégia para mercados emergentes do banco, Eric Fine, disse que “o Brasil ainda está nos trilhos”.
“Acreditamos que a relação de curto prazo entre as Treasuries (bônus do Tesouro norte-americano) e os títulos da dívida de países emergentes se descolará, que os fundamentos dos países emergentes (especialmente os do Brasil) vão melhorar e que há mais valor agora no mercado de dívida de emergentes”, afirmou.
Fábio Alves
O Estado de S. Paulo
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Por Mhais• 6 de agosto de 2003• 14:16• Sem categoria
BANCO DOS EUA AUMENTA RECOMENDAÇÃO PARA TÍTULOS DO BRASIL
Nova York – O banco de investimentos norte-americano Morgan Stanley Dean Witter anunciou hoje a redução da posição em dinheiro de 2% para 1,5% na carteira recomendada de títulos de mercados emergentes, mas elevou a posição aplicada em papéis da dívida de países emergentes, em particular do Brasil. O banco aumentou levemente a recomendação overweight (peso acima da média) de 24,2% para 24,3%.
O banco afirmou estar confiante em relação aos fundamentos da economia brasileira e otimista quanto às perspectivas de aprovação das reformas previdenciária e tributária no Congresso. O diretor de pesquisa e estratégia para mercados emergentes do banco, Eric Fine, disse que “o Brasil ainda está nos trilhos”.
“Acreditamos que a relação de curto prazo entre as Treasuries (bônus do Tesouro norte-americano) e os títulos da dívida de países emergentes se descolará, que os fundamentos dos países emergentes (especialmente os do Brasil) vão melhorar e que há mais valor agora no mercado de dívida de emergentes”, afirmou.
Fábio Alves
O Estado de S. Paulo
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