Valor – De Brasília
Termina nesta sexta-feira o prazo para que os acionistas do Banco do Brasil procurem a instituição para dizer como preferem se adaptar ao agrupamento de ações que será feito de hoje para segunda-feira. Quando a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) reabrir, no início da próxima semana, cada lote de mil ações do banco já estará convertido em apenas uma ação. Assim, o que hoje é o preço do lote de mil será o preço de uma única ação.
O capital do BB é representado atualmente por cerca de 743,275 bilhões de ações. Para facilitar controles e reduzir custos, no final de 2003 uma assembléia extraordinária decidiu agrupar os papéis e reduzir este número para cerca de 743,275 milhões. Em função disso, os acionistas que não têm exatamente um número de papéis que corresponda a múltiplos de mil foram chamados a escolher uma das duas alternativas: ou comprar uma quantidade de ações que complete múltiplos inteiros de cada lote ou vender a fração excedente. Um minoritário que tenha, por exemplo, 20.700 ações, ou compra 300 para completar 21 mil ou vende 700 para ficar com 20 mil. Através de sua corretora, o próprio BB vem providenciando o ajuste, reunindo em lotes e levando à Bovespa as ordens de compra e venda dadas pelos acionistas.
O número de acionistas que precisavam se adaptar ultrapassava 266 mil antes da abertura do prazo, informa Marco Geovanne, gerente de relações com investidores. E, até dia 15 de janeiro, só 10 mil tinham procurado o banco. Segundo ele, no entanto, isso não é problema. Aqueles que não se pronunciarem até o encerramento do expediente bancário de hoje estarão automaticamente optando por vender a fração que exceder ao múltiplo de mil. A regra foi definida pela assembléia extraordinária que aprovou o agrupamento.
Aqueles que têm, no total, menos de mil ações e que não procurarem o banco até hoje, portanto, deixarão automaticamente de ser acionistas. Como não pode existir menos de uma ação, as frações remanescentes serão reunidas em unidades inteiras pelo BB, levadas a mercado e o produto da venda depositado na conta bancária do vendedor. Para não depreciar as ações, o BB preferiu não fixar um prazo nem divulgar quando ocorrerá a venda dos papéis.
Apesar da grande concentração do capital do banco em mãos do Tesouro Nacional (71,8%), da Previ (13,8%) e do BNDES (5,8%), a instituição tem um enorme número de acionistas: 325.598. Deste total, antes da abertura do prazo de adaptação, 43.924, ou cerca de 13%, tinham quantidade inferior ou igual a mil ações. O grupo é formado basicamente por antigos acionistas pessoas físicas que não entraram nos aumentos de capital do banco nos últimos anos e que, em função disso, tiveram sua participação diluída.
Marco Geovanne informa que o movimento ocorrido até dia 15 indica que a grande maioria dos acionistas prefere completar o lote em vez de vender a fração. (MI)
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Por Mhais• 23 de janeiro de 2004• 12:15• Sem categoria • One Comment
BB FINALIZA OPERAÇÃO DE AGRUPAMENTO DE AÇÕES
Valor – De Brasília
Termina nesta sexta-feira o prazo para que os acionistas do Banco do Brasil procurem a instituição para dizer como preferem se adaptar ao agrupamento de ações que será feito de hoje para segunda-feira. Quando a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) reabrir, no início da próxima semana, cada lote de mil ações do banco já estará convertido em apenas uma ação. Assim, o que hoje é o preço do lote de mil será o preço de uma única ação.
O capital do BB é representado atualmente por cerca de 743,275 bilhões de ações. Para facilitar controles e reduzir custos, no final de 2003 uma assembléia extraordinária decidiu agrupar os papéis e reduzir este número para cerca de 743,275 milhões. Em função disso, os acionistas que não têm exatamente um número de papéis que corresponda a múltiplos de mil foram chamados a escolher uma das duas alternativas: ou comprar uma quantidade de ações que complete múltiplos inteiros de cada lote ou vender a fração excedente. Um minoritário que tenha, por exemplo, 20.700 ações, ou compra 300 para completar 21 mil ou vende 700 para ficar com 20 mil. Através de sua corretora, o próprio BB vem providenciando o ajuste, reunindo em lotes e levando à Bovespa as ordens de compra e venda dadas pelos acionistas.
O número de acionistas que precisavam se adaptar ultrapassava 266 mil antes da abertura do prazo, informa Marco Geovanne, gerente de relações com investidores. E, até dia 15 de janeiro, só 10 mil tinham procurado o banco. Segundo ele, no entanto, isso não é problema. Aqueles que não se pronunciarem até o encerramento do expediente bancário de hoje estarão automaticamente optando por vender a fração que exceder ao múltiplo de mil. A regra foi definida pela assembléia extraordinária que aprovou o agrupamento.
Aqueles que têm, no total, menos de mil ações e que não procurarem o banco até hoje, portanto, deixarão automaticamente de ser acionistas. Como não pode existir menos de uma ação, as frações remanescentes serão reunidas em unidades inteiras pelo BB, levadas a mercado e o produto da venda depositado na conta bancária do vendedor. Para não depreciar as ações, o BB preferiu não fixar um prazo nem divulgar quando ocorrerá a venda dos papéis.
Apesar da grande concentração do capital do banco em mãos do Tesouro Nacional (71,8%), da Previ (13,8%) e do BNDES (5,8%), a instituição tem um enorme número de acionistas: 325.598. Deste total, antes da abertura do prazo de adaptação, 43.924, ou cerca de 13%, tinham quantidade inferior ou igual a mil ações. O grupo é formado basicamente por antigos acionistas pessoas físicas que não entraram nos aumentos de capital do banco nos últimos anos e que, em função disso, tiveram sua participação diluída.
Marco Geovanne informa que o movimento ocorrido até dia 15 indica que a grande maioria dos acionistas prefere completar o lote em vez de vender a fração. (MI)
Bem minha mãe tem “guardado”registros 80.000 PN e outras 80.000ON do Bco do Brasil de 1995. Sei que é complicado fazer uma atualização para hoje maio/2017 ou Voces teriam uma ideia para fazer uma atualização. obrigado. Não achei nada no site do BB deste periodo para atualizar a quantidade.