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CINCO ACUSADOS DE REMESSA ILEGAL SÃO TRANSFERIDOS

Nádia Schiavinatto, Ana Carolina Nery – TudoParaná
Foram transferidos para o Centro de Triagem do Penitenciária do Ahú, em Curitiba, os cinco ex-funcionários do Banestado que estavam presos na sede da Polícia Federal. A transferência ocorreu na tarde de terça-feira, por volta das 16h. Eles são acusados de envolvimento em um esquema de remessa ilegal de US$ 1,9 bilhão ao exterior por meio de contas CC-5, entre 1996 e 1997.
Os acusados são Aldo de Almeida Júnior, Benedito Barbosa Neto e José Luiz Boldrini, detidos na terça-feira passada, em Curitiba; Luiz Acosta, detido em Foz do Iguaçu; e Carlos Donizeti Spricido, no município de Tapejara do Oeste. Alaor Alvin Pereira, outro acusado, que está foragido.
Os mandados de prisão preventiva partiram do juiz Sérgio Moro, da 2ª Vara Federal Criminal de Curitiba, a pedido do Ministério Público Federal. Além dos cinco ex-funcionários, a Justiça expediu mandado contra Gabriel Nunes Pires Neto, que está preso na Polícia Civil de Curitiba desde 18 de novembro do ano passado, sob acusação de outros crimes financeiros. Apesar de já estar detido, Neto terá que responder por mais essa acusação.
Na terça-feira o desembargador federal Élcio Pinheiro de Castro, do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, em Porto Alegre, negou, em regime de urgência, o pedido de habeas-corpus em favor dos ex-diretores de Operações Internacionais do Banestado, Aldo de Almeida Júnior e Benedito Barbosa Neto. A solicitação foi feita na última sexta-feira pelo advogado Alcides Bitencourt Pereira.
O advogado disse ainda que Almeida Júnior tem direito à prisão especial. “Como ele também é advogado e tem mais de 60 anos, tem este direito”, contou.

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CINCO ACUSADOS DE REMESSA ILEGAL SÃO TRANSFERIDOS

Nádia Schiavinatto, Ana Carolina Nery – TudoParaná

Foram transferidos para o Centro de Triagem do Penitenciária do Ahú, em Curitiba, os cinco ex-funcionários do Banestado que estavam presos na sede da Polícia Federal. A transferência ocorreu na tarde de terça-feira, por volta das 16h. Eles são acusados de envolvimento em um esquema de remessa ilegal de US$ 1,9 bilhão ao exterior por meio de contas CC-5, entre 1996 e 1997.

Os acusados são Aldo de Almeida Júnior, Benedito Barbosa Neto e José Luiz Boldrini, detidos na terça-feira passada, em Curitiba; Luiz Acosta, detido em Foz do Iguaçu; e Carlos Donizeti Spricido, no município de Tapejara do Oeste. Alaor Alvin Pereira, outro acusado, que está foragido.

Os mandados de prisão preventiva partiram do juiz Sérgio Moro, da 2ª Vara Federal Criminal de Curitiba, a pedido do Ministério Público Federal. Além dos cinco ex-funcionários, a Justiça expediu mandado contra Gabriel Nunes Pires Neto, que está preso na Polícia Civil de Curitiba desde 18 de novembro do ano passado, sob acusação de outros crimes financeiros. Apesar de já estar detido, Neto terá que responder por mais essa acusação.

Na terça-feira o desembargador federal Élcio Pinheiro de Castro, do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, em Porto Alegre, negou, em regime de urgência, o pedido de habeas-corpus em favor dos ex-diretores de Operações Internacionais do Banestado, Aldo de Almeida Júnior e Benedito Barbosa Neto. A solicitação foi feita na última sexta-feira pelo advogado Alcides Bitencourt Pereira.

O advogado disse ainda que Almeida Júnior tem direito à prisão especial. “Como ele também é advogado e tem mais de 60 anos, tem este direito”, contou.

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