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TÍTULOS DE CAPITALIZAÇÃO CRESCERAM 16% EM 2003

Gazeta Mercantil
O mercado de títulos de capitalização encerrou 2003 com R$ 6 bilhões em recursos, um crescimento de 16% em relação aos R$ 5,2 bilhões reunidos em 2002. O avanço ficou acima dos 10% estimados inicialmente pelo mercado.
Em relação às reservas (montante capitalizado e atualizado pela correção monetária), a expansão ficou em 14%, para um volume total de R$ 8,2 bilhões no ano passado.
O setor também comemora o faturamento mensal recorde de R$ 608,5 milhões em dezembro. A maior marca anterior foi registrada em outubro, período em que o mercado faturou R$ 544,8 milhões.
Iniciativas
Para Rita Batista, presidente da Comissão de Capitalização da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e Capitalização (Fenaseg), os bons números são resultado de um conjunto de iniciativas tomadas pelos profissionais do setor, como a elaboração de estratégias de marketing diferenciadas, de produtos inovadores e canais de distribuição estruturados, além do cuidado com a fidelização dos clientes.
O estado de São Paulo lidera o ranking nacional do mercado de títulos de capitalização, com faturamento de R$ 2,3 bilhões em 2003, ou participação de 38,5% no segmento. Na segunda colocação ficou o Rio de Janeiro, que registrou receita de R$ 715,6 milhões no ano passado, ou 11,8% do mercado, seguido por Minas Gerais, com R$ 502 milhões em faturamento e fatia de 8,3% do mercado.
Transparência
De acordo com a presidente da Comissão de Capitalização da Fenaseg, o melhor entendimento das regras dos títulos, por parte do consumidor, e, por parte dos profissionais do setor, a maior preocupação com a transparência são pontos importantes ao desenvolvimento do mercado.
“Em 2004, o mercado de capitalização completa 10 anos de crescimento contínuo, desde a implantação do Plano Real. Nesse período, o setor evoluiu e já sente o impacto do controle da inflação em sua expansão”, disse a executiva.
Prévia da Fenaseg
Segundo prévia fornecida pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg), baseados em dados Susep e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o setor de Seguros cresceu 24,29%, com faturamento de R$ 37,4 bilhões no ano passado, contra R$ 30,1 bilhões em 2002.
O setor de Capitalização arrecadou de R$ 6 bilhões em 2003, contra um fechamento em 2002 de R$ 5,2 bilhões – um incremento de 15,43%.
Provisões técnicas
O total dos investimentos do mercado segurador, ao final de 2003, atingiu o volume de R$ 92,6 bilhões, sendo R$ 26,5 bilhões de patrimônio líquido das empresas e R$ 66,1 bilhões de provisões técnicas. O saldo das provisões técnicas do mercado segurador registrou um crescimento de 36,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o saldo fechou em R$ 48,4 bilhões.
Houve um crescimento das provisões do segmento de seguro, em 60,5%. Em dezembro, as provisões deste segmento fecharam em R$ 23,1 bilhões, segundo os técnicos da Fenaseg, principalmente por conta do desempenho da carteira do seguro de vida, com ênfase nos produtos em regime de capitalização.
O saldo das provisões de previdência complementar registrou incremento de 29,6%, fechando dezembro com R$ 34,675 bilhões. O de capitalização registrou saldo de R$ 8,2 bilhões, e crescimento de 14,2%.

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TÍTULOS DE CAPITALIZAÇÃO CRESCERAM 16% EM 2003

Gazeta Mercantil

O mercado de títulos de capitalização encerrou 2003 com R$ 6 bilhões em recursos, um crescimento de 16% em relação aos R$ 5,2 bilhões reunidos em 2002. O avanço ficou acima dos 10% estimados inicialmente pelo mercado.

Em relação às reservas (montante capitalizado e atualizado pela correção monetária), a expansão ficou em 14%, para um volume total de R$ 8,2 bilhões no ano passado.

O setor também comemora o faturamento mensal recorde de R$ 608,5 milhões em dezembro. A maior marca anterior foi registrada em outubro, período em que o mercado faturou R$ 544,8 milhões.

Iniciativas
Para Rita Batista, presidente da Comissão de Capitalização da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e Capitalização (Fenaseg), os bons números são resultado de um conjunto de iniciativas tomadas pelos profissionais do setor, como a elaboração de estratégias de marketing diferenciadas, de produtos inovadores e canais de distribuição estruturados, além do cuidado com a fidelização dos clientes.

O estado de São Paulo lidera o ranking nacional do mercado de títulos de capitalização, com faturamento de R$ 2,3 bilhões em 2003, ou participação de 38,5% no segmento. Na segunda colocação ficou o Rio de Janeiro, que registrou receita de R$ 715,6 milhões no ano passado, ou 11,8% do mercado, seguido por Minas Gerais, com R$ 502 milhões em faturamento e fatia de 8,3% do mercado.

Transparência
De acordo com a presidente da Comissão de Capitalização da Fenaseg, o melhor entendimento das regras dos títulos, por parte do consumidor, e, por parte dos profissionais do setor, a maior preocupação com a transparência são pontos importantes ao desenvolvimento do mercado.

“Em 2004, o mercado de capitalização completa 10 anos de crescimento contínuo, desde a implantação do Plano Real. Nesse período, o setor evoluiu e já sente o impacto do controle da inflação em sua expansão”, disse a executiva.

Prévia da Fenaseg
Segundo prévia fornecida pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg), baseados em dados Susep e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o setor de Seguros cresceu 24,29%, com faturamento de R$ 37,4 bilhões no ano passado, contra R$ 30,1 bilhões em 2002.

O setor de Capitalização arrecadou de R$ 6 bilhões em 2003, contra um fechamento em 2002 de R$ 5,2 bilhões – um incremento de 15,43%.

Provisões técnicas
O total dos investimentos do mercado segurador, ao final de 2003, atingiu o volume de R$ 92,6 bilhões, sendo R$ 26,5 bilhões de patrimônio líquido das empresas e R$ 66,1 bilhões de provisões técnicas. O saldo das provisões técnicas do mercado segurador registrou um crescimento de 36,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o saldo fechou em R$ 48,4 bilhões.

Houve um crescimento das provisões do segmento de seguro, em 60,5%. Em dezembro, as provisões deste segmento fecharam em R$ 23,1 bilhões, segundo os técnicos da Fenaseg, principalmente por conta do desempenho da carteira do seguro de vida, com ênfase nos produtos em regime de capitalização.

O saldo das provisões de previdência complementar registrou incremento de 29,6%, fechando dezembro com R$ 34,675 bilhões. O de capitalização registrou saldo de R$ 8,2 bilhões, e crescimento de 14,2%.

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