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Por 10:23 Notícias

MANTEGA DESCARTA MUDANÇA EM POLÍTICA ECONÔMICA DEVIDO À NOTA DO PT

IVONE PORTES
da Folha Online
A nota do PT divulgada na sexta-feira passada com críticas à política econômica do governo Lula realça a necessidade da retomada do crescimento, da geração de empregos e de uma dinamização do país. A afirmação foi feita ontem pelo ministro do Planejamento, Guido Mantega, durante evento da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), em São Paulo.
“Nós acreditamos na estratégia econômica que adotamos e neste ano vai haver muito mais investimento no país do que em 2003”, afirmou.
Na última sexta-feira, a Executiva Nacional do PT lançou um documento no qual cobra mudanças na política econômica para viabilizar a adoção de programas sociais e o crescimento da economia, que encolheu 0,2% em 2003. O texto, intitulado “Em defesa do patrimônio ético do PT”, é o mais duro manifesto do partido sobre a atuação da equipe do ministro da Fazenda, Antonio Palocci.
Mantega admitiu, porém, que o PT pede mudanças em sua nota. Mas, segundo ele, o governo pode não estar comunicando suficientemente as medidas que vem tomando e os efeitos que terão na economia.
O ministro disse acreditar que, com os instrumentos utilizados pelo governo, o país alcançará aquilo que o partido deseja, que é “gerar mais empregos e ter uma taxa de crescimento condizente com as potencialidades do país”.
“O partido e o governo são duas entidades diferentes. O partido tem a liberdade de fazer as colocações que achar mais pertinentes e o governo reagirá de acordo com essas manifestações. Pode aceitar as críticas, pode rebater ou pode argumentar”, disse.
De acordo com Mantega, o governo está aberto para explicar todas as medidas de política econômica que tem adotado. “Estamos aqui para responder e provar que a nossa estratégia econômica levará o país aos objetivos que todos queremos.”
Sobre as novas medidas que podem ser implementadas para reativar a economia, Mantega citou novos estímulos ao setor da construção civil, além dos que já foram anunciados nas últimas semanas, e a divulgação da política industrial, tecnológica e de comércio exterior do governo até o fim do mês.

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MANTEGA DESCARTA MUDANÇA EM POLÍTICA ECONÔMICA DEVIDO À NOTA DO PT

IVONE PORTES
da Folha Online

A nota do PT divulgada na sexta-feira passada com críticas à política econômica do governo Lula realça a necessidade da retomada do crescimento, da geração de empregos e de uma dinamização do país. A afirmação foi feita ontem pelo ministro do Planejamento, Guido Mantega, durante evento da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), em São Paulo.

“Nós acreditamos na estratégia econômica que adotamos e neste ano vai haver muito mais investimento no país do que em 2003”, afirmou.

Na última sexta-feira, a Executiva Nacional do PT lançou um documento no qual cobra mudanças na política econômica para viabilizar a adoção de programas sociais e o crescimento da economia, que encolheu 0,2% em 2003. O texto, intitulado “Em defesa do patrimônio ético do PT”, é o mais duro manifesto do partido sobre a atuação da equipe do ministro da Fazenda, Antonio Palocci.

Mantega admitiu, porém, que o PT pede mudanças em sua nota. Mas, segundo ele, o governo pode não estar comunicando suficientemente as medidas que vem tomando e os efeitos que terão na economia.

O ministro disse acreditar que, com os instrumentos utilizados pelo governo, o país alcançará aquilo que o partido deseja, que é “gerar mais empregos e ter uma taxa de crescimento condizente com as potencialidades do país”.

“O partido e o governo são duas entidades diferentes. O partido tem a liberdade de fazer as colocações que achar mais pertinentes e o governo reagirá de acordo com essas manifestações. Pode aceitar as críticas, pode rebater ou pode argumentar”, disse.

De acordo com Mantega, o governo está aberto para explicar todas as medidas de política econômica que tem adotado. “Estamos aqui para responder e provar que a nossa estratégia econômica levará o país aos objetivos que todos queremos.”

Sobre as novas medidas que podem ser implementadas para reativar a economia, Mantega citou novos estímulos ao setor da construção civil, além dos que já foram anunciados nas últimas semanas, e a divulgação da política industrial, tecnológica e de comércio exterior do governo até o fim do mês.

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