Gazeta do Povo
Cerca de 380 procuradores da Fazenda Nacional, procuradores federais e advogados da União, que atuam nas principais cidades do Paraná, farão assembléia hoje, às 16 horas, na reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR), para decidir se participam ou não da greve nacional prevista para acontecer nos próximos dias.
Eles participam de movimento nacional para reivindicar que o salário inicial dos aprovados em concurso público passem de R$ 3,7 mil para R$ 8 mil. O governo federal ofereceu gratificação de R$ 1,6 mil, que será apresentada na assembléia.
Segundo o Sindicato dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), cerca de 300 procuradores estão paralisados desde ontem e só pretendem voltar a suas funções após a reunião. Já os advogados da União e os defensores públicos, que também podem fazer greve, não pararam ontem.
Caso ocorra, a greve de advogados, procuradores e defensores colocará em risco o andamento de ações que envolvem a União, como disputas contra o INSS, Ibama, Funai, Dnit, UFPR, entre outras autarquias, e a cobrança de dívidas por sonegação fiscal.
No Paraná, existem 30 mil processos que envolvem a União. E os procuradores da Fazenda Nacional são responsáveis pela cobrança no estado de dívida ativa fiscal de cerca de R$ 10 bilhões, o que coloca o Paraná em 5.º lugar nesse tipo de recebimento no país.
O governo federal ofereceu ontem gratificação de R$ 1,6 mil para tentar conter o movimento. A proposta prevê o pagamento de duas parcelas de R$ 900,00 e R$ 700,00, em abril deste ano e janeiro do ano que vem. Segundo a Advocacia-Geral da União, essa é a possibilidade do governo federal no momento para tentar resolver o impasse. Representantes sindicais, porém, dizem que a oferta é insignificante.
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Por Mhais• 10 de março de 2004• 11:31• Sem categoria
PROCURADORES AMEAÇAM PARAR
Gazeta do Povo
Cerca de 380 procuradores da Fazenda Nacional, procuradores federais e advogados da União, que atuam nas principais cidades do Paraná, farão assembléia hoje, às 16 horas, na reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR), para decidir se participam ou não da greve nacional prevista para acontecer nos próximos dias.
Eles participam de movimento nacional para reivindicar que o salário inicial dos aprovados em concurso público passem de R$ 3,7 mil para R$ 8 mil. O governo federal ofereceu gratificação de R$ 1,6 mil, que será apresentada na assembléia.
Segundo o Sindicato dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), cerca de 300 procuradores estão paralisados desde ontem e só pretendem voltar a suas funções após a reunião. Já os advogados da União e os defensores públicos, que também podem fazer greve, não pararam ontem.
Caso ocorra, a greve de advogados, procuradores e defensores colocará em risco o andamento de ações que envolvem a União, como disputas contra o INSS, Ibama, Funai, Dnit, UFPR, entre outras autarquias, e a cobrança de dívidas por sonegação fiscal.
No Paraná, existem 30 mil processos que envolvem a União. E os procuradores da Fazenda Nacional são responsáveis pela cobrança no estado de dívida ativa fiscal de cerca de R$ 10 bilhões, o que coloca o Paraná em 5.º lugar nesse tipo de recebimento no país.
O governo federal ofereceu ontem gratificação de R$ 1,6 mil para tentar conter o movimento. A proposta prevê o pagamento de duas parcelas de R$ 900,00 e R$ 700,00, em abril deste ano e janeiro do ano que vem. Segundo a Advocacia-Geral da União, essa é a possibilidade do governo federal no momento para tentar resolver o impasse. Representantes sindicais, porém, dizem que a oferta é insignificante.
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