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ÍNDIA BRASILEIRA GANHA PRÊMIO INTERNACIONAL DE DIREITOS HUMANOS

A advogada indígena, Joênia Batista de Carvalho, que atua em projetos educacionais e milita pela demarcação de terras indígenas em Roraima, é uma das contempladas do premio anual de direitos humanos concedido pela multinacional de calçados e artigos esportivos Reebok.
Ela coordena o departamento jurídico do Conselho Indígena de Roraima e pertence ao povo Wapixana. “Não é um reconhecimento da Joênia, mas dos povos indígenas”, afirmou a advogada.
O anúncio, feito no Dia Internacional da Mulher, inclui outras duas mulheres: Yinka Jgede-Ekpe, nigeriana portadora do vírus HIV que atua no combate à Aids na África, e Vanita Gupta, norte-americana que luta contra o racismo no sistema judicial dos Estados Unidos.
O ativista afegão Nader Nadery, que já foi preso por três distintos regimes em seu país, também foi premiado por sua atuação na defesa dos direitos humanos. O prêmio de US$ 50 mil é concedido todos os anos a ativistas de no máximo 30 anos de idade que têm trabalhos reconhecidos na área.
Fonte: Adital
Notícia colhida no sítio www.cut.org.br.

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ÍNDIA BRASILEIRA GANHA PRÊMIO INTERNACIONAL DE DIREITOS HUMANOS

A advogada indígena, Joênia Batista de Carvalho, que atua em projetos educacionais e milita pela demarcação de terras indígenas em Roraima, é uma das contempladas do premio anual de direitos humanos concedido pela multinacional de calçados e artigos esportivos Reebok.

Ela coordena o departamento jurídico do Conselho Indígena de Roraima e pertence ao povo Wapixana. “Não é um reconhecimento da Joênia, mas dos povos indígenas”, afirmou a advogada.

O anúncio, feito no Dia Internacional da Mulher, inclui outras duas mulheres: Yinka Jgede-Ekpe, nigeriana portadora do vírus HIV que atua no combate à Aids na África, e Vanita Gupta, norte-americana que luta contra o racismo no sistema judicial dos Estados Unidos.

O ativista afegão Nader Nadery, que já foi preso por três distintos regimes em seu país, também foi premiado por sua atuação na defesa dos direitos humanos. O prêmio de US$ 50 mil é concedido todos os anos a ativistas de no máximo 30 anos de idade que têm trabalhos reconhecidos na área.

Fonte: Adital

Notícia colhida no sítio www.cut.org.br.

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