FABIANA FUTEMA
da Folha Online
A CUT não desistiu de conseguir do governo recursos para a criação de frentes emergenciais de trabalho. A proposta –já entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva– será reapresentada ao governo federal no começo de abril.
“Estamos elaborando um projeto mais completo sobre o impacto das frentes de trabalho”, disse o presidente da CUT, Luiz Marinho.
Pela proposta original, seriam gerados até 1 milhão de postos de trabalho nas maiores regiões metropolitanas do país por meio das frentes de trabalho. Cada empregado receberia R$ 240 por mês. Os recursos para pagamento da mão-de-obra emergencial viria do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).
Enquanto a proposta das frentes de trabalho não é aprovado, a CUT e mais cinco centrais sindicais deram início hoje à uma campanha unificada para redução constitucional da jornada de trabalho, de 44 horas para 40 horas semanais.
Estão participando da campanha a Força Sindical, CGT (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), SDS (Confederação Geral dos Trabalhadores), CAT (Central Autônoma dos Trabalhadores) e CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil).
Segundo o Dieese, a proposta de redução da jornada de trabalho tem a capacidade de gerar 1.817.749 postos de trabalho. Isto porque, segundo a Rais (Relação Anual de Informações Sociais), 18.314.855 trabalhadores com carteira assinada no Brasil, tinham jornadas entre 41 e 44 horas em 2003.
Dessa forma, seria necessário empregar mais 2,847 milhões de trabalhadores para manter o mesmo nível de atividade com a redução da jornada de trabalho em 4 horas semanais, fim das horas extras e do banco de horas.
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Por Mhais• 16 de março de 2004• 09:44• Sem categoria
CUT VAI REAPRESENTAR PEDIDO DE CRIAÇÃO DE FRENTES DE TRABALHO
FABIANA FUTEMA
da Folha Online
A CUT não desistiu de conseguir do governo recursos para a criação de frentes emergenciais de trabalho. A proposta –já entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva– será reapresentada ao governo federal no começo de abril.
“Estamos elaborando um projeto mais completo sobre o impacto das frentes de trabalho”, disse o presidente da CUT, Luiz Marinho.
Pela proposta original, seriam gerados até 1 milhão de postos de trabalho nas maiores regiões metropolitanas do país por meio das frentes de trabalho. Cada empregado receberia R$ 240 por mês. Os recursos para pagamento da mão-de-obra emergencial viria do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).
Enquanto a proposta das frentes de trabalho não é aprovado, a CUT e mais cinco centrais sindicais deram início hoje à uma campanha unificada para redução constitucional da jornada de trabalho, de 44 horas para 40 horas semanais.
Estão participando da campanha a Força Sindical, CGT (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), SDS (Confederação Geral dos Trabalhadores), CAT (Central Autônoma dos Trabalhadores) e CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil).
Segundo o Dieese, a proposta de redução da jornada de trabalho tem a capacidade de gerar 1.817.749 postos de trabalho. Isto porque, segundo a Rais (Relação Anual de Informações Sociais), 18.314.855 trabalhadores com carteira assinada no Brasil, tinham jornadas entre 41 e 44 horas em 2003.
Dessa forma, seria necessário empregar mais 2,847 milhões de trabalhadores para manter o mesmo nível de atividade com a redução da jornada de trabalho em 4 horas semanais, fim das horas extras e do banco de horas.
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