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VICE DA CEF TEM DEPOIMENTO HOJE

da Folha de S.Paulo, em Brasília
O petista Paulo Bretas, vice-presidente de Logística da CEF (Caixa Econômica Federal) e coordenador das negociações com a GTech, terá de explicar hoje à PF e ao Ministério Público o que aconteceu entre 31 de março e 4 de abril de 2003, dias que antecederam a assinatura da renovação do contrato para o processamento de dados das casas lotéricas.
Segundo o depoimento de dois dirigentes da GTech, nesse período houve a tentativa de cobrança de propina por meio da contratação de consultoria de Rogério Buratti, secretário de Governo do ministro Antonio Palocci (Fazenda) em sua primeira gestão como prefeito de Ribeirão Preto (SP).
De acordo com a assessoria da Caixa, Bretas se preparou ontem para o depoimento. Ele pretendia levar documentos e contestar a versão dos dirigentes da GTech. O site do banco na internet afirma que Bretas “tem trajetória ligada ao Partido dos Trabalhadores”.
Documentos já divulgados pela Caixa mostram que na segunda-feira, 31 de março, o banco já dispunha de um parecer jurídico favorável à renovação do contrato pelo prazo máximo de 25 meses.
O motivo para renovar o contrato pelo período máximo permitido pela Lei das Licitações era não haver outra empresa no mercado capaz de substituir a GTech. E a multinacional conseguira suspender na Justiça licitação que abriria caminho para a sua substituição por blocos de serviços.
Na mesma segunda-feira, 31 de março, o ex-assessor da Presidência Waldomiro Diniz se encontrou com dirigentes da GTech e, segundo os depoimentos da última sexta, teria dito que uma pessoa influente precisava ser contratada para o negócio ser fechado.
O contrato só foi assinado em 8 de abril, a terça-feira seguinte ao encontro realizado num hotel de Brasília. A GTech insistiu ontem em que não houve pagamento de propina para que o acordo fosse renovado.

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VICE DA CEF TEM DEPOIMENTO HOJE

da Folha de S.Paulo, em Brasília

O petista Paulo Bretas, vice-presidente de Logística da CEF (Caixa Econômica Federal) e coordenador das negociações com a GTech, terá de explicar hoje à PF e ao Ministério Público o que aconteceu entre 31 de março e 4 de abril de 2003, dias que antecederam a assinatura da renovação do contrato para o processamento de dados das casas lotéricas.

Segundo o depoimento de dois dirigentes da GTech, nesse período houve a tentativa de cobrança de propina por meio da contratação de consultoria de Rogério Buratti, secretário de Governo do ministro Antonio Palocci (Fazenda) em sua primeira gestão como prefeito de Ribeirão Preto (SP).

De acordo com a assessoria da Caixa, Bretas se preparou ontem para o depoimento. Ele pretendia levar documentos e contestar a versão dos dirigentes da GTech. O site do banco na internet afirma que Bretas “tem trajetória ligada ao Partido dos Trabalhadores”.

Documentos já divulgados pela Caixa mostram que na segunda-feira, 31 de março, o banco já dispunha de um parecer jurídico favorável à renovação do contrato pelo prazo máximo de 25 meses.

O motivo para renovar o contrato pelo período máximo permitido pela Lei das Licitações era não haver outra empresa no mercado capaz de substituir a GTech. E a multinacional conseguira suspender na Justiça licitação que abriria caminho para a sua substituição por blocos de serviços.

Na mesma segunda-feira, 31 de março, o ex-assessor da Presidência Waldomiro Diniz se encontrou com dirigentes da GTech e, segundo os depoimentos da última sexta, teria dito que uma pessoa influente precisava ser contratada para o negócio ser fechado.

O contrato só foi assinado em 8 de abril, a terça-feira seguinte ao encontro realizado num hotel de Brasília. A GTech insistiu ontem em que não houve pagamento de propina para que o acordo fosse renovado.

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