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FURLAN: “TRABALHADOR NÃO PODE PAGAR CORREÇÃO DO INSS”

Fabiana Futema – Folha Online
O ministro Luiz Fernando Furlan(Desenvolvimento) disse ontem que o trabalhador não pode ajudar o governo a pagar a conta da correção das aposentadorias.
“Quem tem de pagar é a própria estrutura do governo, que deve encontrar outras alternativas”, disse Furlan.
A proposta de elevar a alíquota de contribuição do INSS de trabalhadores e empresários foi apresentada na semana passada pelo ministro Amir Lando (Previdência). Depois de ser criticada por todos os setores da economia, inclusive por integrantes do governo, a proposta foi abandonada por Lando.
Em nota oficial, o ministro da Previdência disse que os trabalhadores não teriam aumento de contribuição previdenciária. Não ficou claro, no entanto, se serão os empresários que ajudarão o governo a pagar sozinho uma dívida calculada em R$ 12,3 bilhões.
O ministro afirmou ainda que a renda do trabalhador não pode ser reduzida para arcar com o pagamento de esqueletos deixados por outros governos.
“Reduzir a renda disponível do trabalhador foi o motivo de ter levado ao marasmo o mercado interno nos últimos cinco anos.”

Por 10:16 Sem categoria

FURLAN: “TRABALHADOR NÃO PODE PAGAR CORREÇÃO DO INSS”

Fabiana Futema – Folha Online

O ministro Luiz Fernando Furlan(Desenvolvimento) disse ontem que o trabalhador não pode ajudar o governo a pagar a conta da correção das aposentadorias.

“Quem tem de pagar é a própria estrutura do governo, que deve encontrar outras alternativas”, disse Furlan.

A proposta de elevar a alíquota de contribuição do INSS de trabalhadores e empresários foi apresentada na semana passada pelo ministro Amir Lando (Previdência). Depois de ser criticada por todos os setores da economia, inclusive por integrantes do governo, a proposta foi abandonada por Lando.

Em nota oficial, o ministro da Previdência disse que os trabalhadores não teriam aumento de contribuição previdenciária. Não ficou claro, no entanto, se serão os empresários que ajudarão o governo a pagar sozinho uma dívida calculada em R$ 12,3 bilhões.

O ministro afirmou ainda que a renda do trabalhador não pode ser reduzida para arcar com o pagamento de esqueletos deixados por outros governos.

“Reduzir a renda disponível do trabalhador foi o motivo de ter levado ao marasmo o mercado interno nos últimos cinco anos.”

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