Diretores da CNB/CUT, da Fetec Santa Catarina e do Sindicato dos Bancários de Florianópolis se reúnem hoje, às 17h, com o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, para pedir que o Banco do Estado de Santa Catarina cumpra o que foi acordado no ano passado com seus empregados.
Os bancários do Besc estão em greve desde a última quarta-feira, 31/03, pelo cumprimento do acordo.
Durante a campanha salarial do ano passado, ficou acertado que as negociações econômicas seriam retomadas em 15 de março de 2004, mas somente após o anúncio da greve, o banco chamou negociação, oferecendo um reajuste de apenas 2,5%.
O valor é muito aquém da Convenção dos Bancários assinada no ano passado que garantiu reajuste de 12,6% para a maior parte da categoria.
Em nota divulgada pela CNB/CUT na semana passada, a diretoria da Confederação ressalta que os funcionários deram voto de confiança à direção do Besc na última campanha salarial, que encontrava-se em dificuldades financeiras, e aceitaram o abono de R$ 1.000,00 em duas parcelas, com o compromisso de que o diálogo seria retomado neste ano.
Mesmo tendo resultado positivo, o banco recusou-se a negociar e quando o fez, ofereceu apenas 2,5% de reajuste.
A greve dos funcionários do Besc, federalizado no final de 1999, continua forte em Florianópolis e região e atinge todo o Estado de Santa Catarina.
Meire Bicudo – CNB/CUT
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Por Mhais• 5 de abril de 2004• 11:09• Sem categoria
GREVE DO BESC SERÁ TEMA DE AUDIÊNCIA COM MINISTRO DO TRABALHO
Diretores da CNB/CUT, da Fetec Santa Catarina e do Sindicato dos Bancários de Florianópolis se reúnem hoje, às 17h, com o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, para pedir que o Banco do Estado de Santa Catarina cumpra o que foi acordado no ano passado com seus empregados.
Os bancários do Besc estão em greve desde a última quarta-feira, 31/03, pelo cumprimento do acordo.
Durante a campanha salarial do ano passado, ficou acertado que as negociações econômicas seriam retomadas em 15 de março de 2004, mas somente após o anúncio da greve, o banco chamou negociação, oferecendo um reajuste de apenas 2,5%.
O valor é muito aquém da Convenção dos Bancários assinada no ano passado que garantiu reajuste de 12,6% para a maior parte da categoria.
Em nota divulgada pela CNB/CUT na semana passada, a diretoria da Confederação ressalta que os funcionários deram voto de confiança à direção do Besc na última campanha salarial, que encontrava-se em dificuldades financeiras, e aceitaram o abono de R$ 1.000,00 em duas parcelas, com o compromisso de que o diálogo seria retomado neste ano.
Mesmo tendo resultado positivo, o banco recusou-se a negociar e quando o fez, ofereceu apenas 2,5% de reajuste.
A greve dos funcionários do Besc, federalizado no final de 1999, continua forte em Florianópolis e região e atinge todo o Estado de Santa Catarina.
Meire Bicudo – CNB/CUT
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