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GRAVIDEZ E PARTO MATAM 500 MIL MULHERES POR ANO

São Paulo – Mais de meio milhão de mulheres morrem a cada ano no mundo em conseqüência de gravidez ou de parto.
De acordo com a funcionária do Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP), a professora Gita Sen, a maioria das mortes é causada por falta de atendimento médico nos países pobres.
“Continuamos com esta cifra terrível de mais de meio milhão de mulheres que morrem a cada ano, enquanto aproximadamente 18 milhões de mulheres ficam inválidas ou cronicamente enfermas em razão de doenças contraídas durante a gravidez”, declarou Sen.
A mortalidade materna é um dos casos em que não se registrou nenhum progresso desde a Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD), que se realizou no Cairo em 1994, destacou Sen numa entrevista à imprensa na última segunda-feira (21).
Segundo ela, grande parte dessas mortes poderia ser evitada, mas 40% das mulheres que vivem nos países do terceiro mundo dão a luz sem ajuda médica, segundo um estudo realizado em 169 países para fazer um balanço dez anos depois da Conferência do Cairo.
O risco é particularmente alto para as jovens entre 15 e 19 anos, cuja taxa de mortalidade materna é duas vezes mais elevada que a das mulheres entre 20 e 24 anos.
Aproximadamente, 13% das mortes são causadas por abortos praticados em más condições, inclusive em países onde a interrupção da gravidez é legal.
Dos 46 milhões de abortos praticados anualmente no mundo, cerca de 20 milhões ocorrem em más condições.
Desde a Conferência do Cairo, o acesso aos meios anticoncepcionais se ampliou no mundo, mas em 2000, 123 milhões de mulheres continuavam sem acesso aos métodos seguros e eficazes, assinalou, Thoraya Ahmed Obaid, diretora executiva do FNUAP.
Quanto à violência sexual, é sofrida em certos países numa média de uma mulher em cada quatro.
Fonte: AFP

Por 11:17 Sem categoria

GRAVIDEZ E PARTO MATAM 500 MIL MULHERES POR ANO

São Paulo – Mais de meio milhão de mulheres morrem a cada ano no mundo em conseqüência de gravidez ou de parto.

De acordo com a funcionária do Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP), a professora Gita Sen, a maioria das mortes é causada por falta de atendimento médico nos países pobres.

“Continuamos com esta cifra terrível de mais de meio milhão de mulheres que morrem a cada ano, enquanto aproximadamente 18 milhões de mulheres ficam inválidas ou cronicamente enfermas em razão de doenças contraídas durante a gravidez”, declarou Sen.

A mortalidade materna é um dos casos em que não se registrou nenhum progresso desde a Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD), que se realizou no Cairo em 1994, destacou Sen numa entrevista à imprensa na última segunda-feira (21).

Segundo ela, grande parte dessas mortes poderia ser evitada, mas 40% das mulheres que vivem nos países do terceiro mundo dão a luz sem ajuda médica, segundo um estudo realizado em 169 países para fazer um balanço dez anos depois da Conferência do Cairo.

O risco é particularmente alto para as jovens entre 15 e 19 anos, cuja taxa de mortalidade materna é duas vezes mais elevada que a das mulheres entre 20 e 24 anos.

Aproximadamente, 13% das mortes são causadas por abortos praticados em más condições, inclusive em países onde a interrupção da gravidez é legal.

Dos 46 milhões de abortos praticados anualmente no mundo, cerca de 20 milhões ocorrem em más condições.

Desde a Conferência do Cairo, o acesso aos meios anticoncepcionais se ampliou no mundo, mas em 2000, 123 milhões de mulheres continuavam sem acesso aos métodos seguros e eficazes, assinalou, Thoraya Ahmed Obaid, diretora executiva do FNUAP.

Quanto à violência sexual, é sofrida em certos países numa média de uma mulher em cada quatro.

Fonte: AFP

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