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Caso a previsão do presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha, se concretize, a vãlor do novo salário-mínimo deverá ser conhecido ainda antes do meio-dia desta quarta-feira.
João Paulo disse que a sessão será aberta às 8h para o início das discussões e a votação deve ocorrer por volta das 11h.
O presidente da Câmara pediu às empresas aéreas que cobrem o Nordeste para mudarem os horários de seus vôos facilitando que os deputados venham a Brasília e voltem a tempo de participar das tradicionais festas juninas da região, mas reconheceu que não tem poder sobre elas e não sabe se atenderão a seu pedido.
Em reunião na tarde desta terça-feira com os líderes partidários, o presidente da Câmara, João Paulo Cunha, acertou votar nesta quarta a medida provisória do salário-mínimo, mas a oposição impôs uma condição: que a votação seja nominal.
Os partidos da base aliada concordaram e a votação ficou marcada para a manhã desta quarta, desde que haja pelo menos 350 deputados em plenário.
Os líderes governistas admitem que o quórum pode ser menor do que na primeira votação, mas estão confiantes de que será possível aprovar a MP, uma vez que na primeira votação o governo obteve 99 votos a mais do que a oposição.
A base aliada fará uma checagem para saber quantos deputados estão em Brasília e avaliar a possibilidade de votar a matéria nesta quarta.
O líder do PTB, José Múcio Monteiro (PE), acredita que seu partido poderá repetir os votos favoráveis dados na primeira votação.
Indagado se o governo não tinha medo de perder, já que, diferentemente da primeira votação, agora os deputados vão votar a redução do salário-mínimo aprovado no Senado, o líder do PT, Arlindo Chinaglia (SP), mostrou-se otimista.
“Estamos aqui para exercer nosso mandato e este é o maior valor do salário-mínimo dos últimos 17 anos. Não há problema”, afirmou.
O líder do PPS, Júlio Delgado (MG), disse estar tranqüilo porque este é o aumento que o governo poderia dar.
Delgado espera que sua bancada dê doze votos a favor do governo, um a mais do que no primeiro turno. Ele lembrou que, em caso de derrota, ainda há a alternativa do veto presidencial aos R$ 275.
O PMDB esperar dar de 39 a 40 votos favoráveis ao governo. No PTB, a expectativa é que 44 deputados votem a favor do governo.
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Por Mhais• 23 de junho de 2004• 10:12• Sem categoria
SALÁRIO-MÍNIMO DEVE SER DECIDIDO NA MANHÃ DESTA QUARTA
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Caso a previsão do presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha, se concretize, a vãlor do novo salário-mínimo deverá ser conhecido ainda antes do meio-dia desta quarta-feira.
João Paulo disse que a sessão será aberta às 8h para o início das discussões e a votação deve ocorrer por volta das 11h.
O presidente da Câmara pediu às empresas aéreas que cobrem o Nordeste para mudarem os horários de seus vôos facilitando que os deputados venham a Brasília e voltem a tempo de participar das tradicionais festas juninas da região, mas reconheceu que não tem poder sobre elas e não sabe se atenderão a seu pedido.
Em reunião na tarde desta terça-feira com os líderes partidários, o presidente da Câmara, João Paulo Cunha, acertou votar nesta quarta a medida provisória do salário-mínimo, mas a oposição impôs uma condição: que a votação seja nominal.
Os partidos da base aliada concordaram e a votação ficou marcada para a manhã desta quarta, desde que haja pelo menos 350 deputados em plenário.
Os líderes governistas admitem que o quórum pode ser menor do que na primeira votação, mas estão confiantes de que será possível aprovar a MP, uma vez que na primeira votação o governo obteve 99 votos a mais do que a oposição.
A base aliada fará uma checagem para saber quantos deputados estão em Brasília e avaliar a possibilidade de votar a matéria nesta quarta.
O líder do PTB, José Múcio Monteiro (PE), acredita que seu partido poderá repetir os votos favoráveis dados na primeira votação.
Indagado se o governo não tinha medo de perder, já que, diferentemente da primeira votação, agora os deputados vão votar a redução do salário-mínimo aprovado no Senado, o líder do PT, Arlindo Chinaglia (SP), mostrou-se otimista.
“Estamos aqui para exercer nosso mandato e este é o maior valor do salário-mínimo dos últimos 17 anos. Não há problema”, afirmou.
O líder do PPS, Júlio Delgado (MG), disse estar tranqüilo porque este é o aumento que o governo poderia dar.
Delgado espera que sua bancada dê doze votos a favor do governo, um a mais do que no primeiro turno. Ele lembrou que, em caso de derrota, ainda há a alternativa do veto presidencial aos R$ 275.
O PMDB esperar dar de 39 a 40 votos favoráveis ao governo. No PTB, a expectativa é que 44 deputados votem a favor do governo.
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