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Vitória dos bancários: pressão faz BB seguir a Convenção Coletiva

(São Paulo) Os bancários venceram a primeira batalha da Campanha Salarial 2004. O Banco do Brasil anunciou na manhã de ontem que vai assinar o pré-acordo proposto pelo movimento sindical e seguirá a Convenção Coletiva dos Bancários. A assinatura ocorrerá na próxima sexta-feira, dia 6, em São Paulo. A Caixa Econômica Federal também se comprometeu a seguir a Convenção.
“Foi a vitória da estratégia dos bancários. Na última década, os funcionários dos bancos públicos federais tiveram reajustes bem inferiores aos colegas do setor privado. Para reverter esta situação iniciamos no ano passado a luta pela unificação da categoria. O BB e a CEF cumpriram a maioria das cláusulas da Convenção Coletiva após uma greve, mas ainda faltava concretizar esta vitória. Acho que agora estamos conseguindo consolidar a unificação de todos os bancários”, comemorou Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco.
O vice-presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro e membro da Comissão de Empresa, José Alexandre, destacou a importância da assinatura do pré-acordo. Para ele, o Banco do Brasil entendeu a importância da reivindicação e reviu a postura equivocada do ano passado, quando a direção se viu forçada a cumprir o acordo depois de uma greve.
“O Banco do Brasil é hoje um dos mais lucrativos do sistema financeiro nacional e seus funcionários sofrem diariamente pressões para o cumprimento de metas, assim como acontece num banco privado. Ora, se o trabalho é o mesmo, se a categoria bancária é uma só, não há motivos para reajustes diferenciados”, disparou José Alexandre.
Fonte: Fábio Jammal Makhoul – CNB/CUT

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Vitória dos bancários: pressão faz BB seguir a Convenção Coletiva

(São Paulo) Os bancários venceram a primeira batalha da Campanha Salarial 2004. O Banco do Brasil anunciou na manhã de ontem que vai assinar o pré-acordo proposto pelo movimento sindical e seguirá a Convenção Coletiva dos Bancários. A assinatura ocorrerá na próxima sexta-feira, dia 6, em São Paulo. A Caixa Econômica Federal também se comprometeu a seguir a Convenção.

“Foi a vitória da estratégia dos bancários. Na última década, os funcionários dos bancos públicos federais tiveram reajustes bem inferiores aos colegas do setor privado. Para reverter esta situação iniciamos no ano passado a luta pela unificação da categoria. O BB e a CEF cumpriram a maioria das cláusulas da Convenção Coletiva após uma greve, mas ainda faltava concretizar esta vitória. Acho que agora estamos conseguindo consolidar a unificação de todos os bancários”, comemorou Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco.

O vice-presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro e membro da Comissão de Empresa, José Alexandre, destacou a importância da assinatura do pré-acordo. Para ele, o Banco do Brasil entendeu a importância da reivindicação e reviu a postura equivocada do ano passado, quando a direção se viu forçada a cumprir o acordo depois de uma greve.

“O Banco do Brasil é hoje um dos mais lucrativos do sistema financeiro nacional e seus funcionários sofrem diariamente pressões para o cumprimento de metas, assim como acontece num banco privado. Ora, se o trabalho é o mesmo, se a categoria bancária é uma só, não há motivos para reajustes diferenciados”, disparou José Alexandre.

Fonte: Fábio Jammal Makhoul – CNB/CUT

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