Por: Fala Preta
O Brasil tem um programa invejável de prevenção a Aids e sem dúvida nenhuma contribuiu muito para o controle da epidemia. Mas novas pesquisas revelam que os jovens e em especial as jovens mulheres merecem maior atenção quando se fala de prevenção a AIDS.
Segundo notícias publicadas no site da Coordenação Nacional de DST/AIDS, das 258 mil pessoas registradas como portadoras do vírus HIV, desde a década de 80 até o ano passado, 5,5 mil têm entre 13 e 19 anos e as jovens as mulheres brasileiras e já representam 63% dos casos da doença.
No mundo a coisa não é muito diferente, temos hoje, 7,3 milhões de jovens mulheres vivendo com o HIV, para 4,5 milhões de rapazes.
As mulheres estão, por questões biológicas, quatro vezes mais vulneráveis a contrair o vírus, do que os homens. Sem contar é claro com as questões sociais, como a falta de diálogo com o parceiro para a negociação do uso da camisinha. Ou seja, as desigualdades de gênero ainda fazem a diferença no momento de negociar o preservativo.
Outro fator relevante é que muitas jovens podem estar infectadas sem saber e por falta de exames pré-natal acabam transmitindo aos seus bebes o vírus, no momento do parto ou na amamentação.
Portanto, as organizações não governamentais que trabalham com a questão de gênero, assim como as que trabalham com prevenção e atendimento aos soropositivos, devem ter atenção maior as jovens mulheres.
Rachel Quintiliano
rachel@falapreta.org.br
Fontes: Site da Coordenação Nacional de DST/AIDS
Unicef
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Por Mhais• 16 de novembro de 2004• 11:39• Sem categoria
A Aids e as jovens mulheres
Por: Fala Preta
O Brasil tem um programa invejável de prevenção a Aids e sem dúvida nenhuma contribuiu muito para o controle da epidemia. Mas novas pesquisas revelam que os jovens e em especial as jovens mulheres merecem maior atenção quando se fala de prevenção a AIDS.
Segundo notícias publicadas no site da Coordenação Nacional de DST/AIDS, das 258 mil pessoas registradas como portadoras do vírus HIV, desde a década de 80 até o ano passado, 5,5 mil têm entre 13 e 19 anos e as jovens as mulheres brasileiras e já representam 63% dos casos da doença.
No mundo a coisa não é muito diferente, temos hoje, 7,3 milhões de jovens mulheres vivendo com o HIV, para 4,5 milhões de rapazes.
As mulheres estão, por questões biológicas, quatro vezes mais vulneráveis a contrair o vírus, do que os homens. Sem contar é claro com as questões sociais, como a falta de diálogo com o parceiro para a negociação do uso da camisinha. Ou seja, as desigualdades de gênero ainda fazem a diferença no momento de negociar o preservativo.
Outro fator relevante é que muitas jovens podem estar infectadas sem saber e por falta de exames pré-natal acabam transmitindo aos seus bebes o vírus, no momento do parto ou na amamentação.
Portanto, as organizações não governamentais que trabalham com a questão de gênero, assim como as que trabalham com prevenção e atendimento aos soropositivos, devem ter atenção maior as jovens mulheres.
Rachel Quintiliano
rachel@falapreta.org.br
Fontes: Site da Coordenação Nacional de DST/AIDS
Unicef
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