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Palocci terá que prestar contas ao Senado sobre Banco Santos

Senadores querem receber a lista das instituições federais com recursos no banco
Brasília (Folhapress) – O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, terá que apresentar informações ao Senado sobre a intervenção no Banco Santos, decretada na sexta-feira pelo Banco Central, e sobre possíveis prejuízos ao governo com a medida.
O senador César Borges (PFL-BA) apresentou ontem requerimento à Mesa do Senado para que seja solicitado ao ministro da Fazenda informações sobre a intervenção. O requerimento já foi aceito pela Mesa da Casa. Por não ter caráter convocatório, dispensa votação de senadores para ser aprovado.
Borges também quer receber a relação de todas as entidades públicas federais, de administração direta ou indireta, que possuam recursos depositados em qualquer aplicação financeira no banco.
Além do PT, que já confirmou ter recursos depositados no Banco Santos, outras prefeituras também possuem dinheiro em contas bloqueadas. O senador ainda solicita informações sobre possíveis danos ao erário público provocados pelos problemas na instituição bancária.
O Banco Santos começou a fazer anteontem o cadastramento dos clientes da instituição que poderão ser prejudicados com a possibilidade de sua liquidação. No mesmo dia, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) aceitou pedido do BC e suspendeu os resgates em fundos administrados pelo Banco Santos. O interventor Vanio César Aguiar, do BC, já está trabalhando dentro do banco.
Pela lei, o processo de intervenção dura seis meses, podendo ser prorrogado, caso necessário, por mais seis meses. Com a intervenção, os recursos depositados no banco ficam indisponíveis. De acordo com dados do BC, os depósitos a prazo (que exclui contas correntes) do Banco Santos somam cerca de R$ 1,8 bilhão.
O banco atua basicamente no atendimento a empresas. A instituição possui cerca de 700 clientes. O número de cotistas dos fundos de investimento ainda não foi revelado, mas deve ser bastante superior. O FGC (Fundo Garantidor de Crédito), uma espécie de seguro que garante os depósitos, permite que cada cliente saque o valor máximo de R$ 20 mil.
O prazo para o pagamento do valor máximo estipulado pelo FGC vai depender da situação do Banco Santos, segundo o diretor-executivo do Fundo, Antonio Carlos Bueno. De acordo com informações do BC, não deve haver muita demora na liberação dos recursos aos clientes.
As agências do Banco Santos estão fechadas, mas os funcionários trabalham normalmente, informou o BC. A reabertura das agências vai depender da avaliação da situação do banco pelo interventor.
Fonte: Gazeta do Povo

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Palocci terá que prestar contas ao Senado sobre Banco Santos

Senadores querem receber a lista das instituições federais com recursos no banco

Brasília (Folhapress) – O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, terá que apresentar informações ao Senado sobre a intervenção no Banco Santos, decretada na sexta-feira pelo Banco Central, e sobre possíveis prejuízos ao governo com a medida.

O senador César Borges (PFL-BA) apresentou ontem requerimento à Mesa do Senado para que seja solicitado ao ministro da Fazenda informações sobre a intervenção. O requerimento já foi aceito pela Mesa da Casa. Por não ter caráter convocatório, dispensa votação de senadores para ser aprovado.

Borges também quer receber a relação de todas as entidades públicas federais, de administração direta ou indireta, que possuam recursos depositados em qualquer aplicação financeira no banco.

Além do PT, que já confirmou ter recursos depositados no Banco Santos, outras prefeituras também possuem dinheiro em contas bloqueadas. O senador ainda solicita informações sobre possíveis danos ao erário público provocados pelos problemas na instituição bancária.

O Banco Santos começou a fazer anteontem o cadastramento dos clientes da instituição que poderão ser prejudicados com a possibilidade de sua liquidação. No mesmo dia, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) aceitou pedido do BC e suspendeu os resgates em fundos administrados pelo Banco Santos. O interventor Vanio César Aguiar, do BC, já está trabalhando dentro do banco.

Pela lei, o processo de intervenção dura seis meses, podendo ser prorrogado, caso necessário, por mais seis meses. Com a intervenção, os recursos depositados no banco ficam indisponíveis. De acordo com dados do BC, os depósitos a prazo (que exclui contas correntes) do Banco Santos somam cerca de R$ 1,8 bilhão.

O banco atua basicamente no atendimento a empresas. A instituição possui cerca de 700 clientes. O número de cotistas dos fundos de investimento ainda não foi revelado, mas deve ser bastante superior. O FGC (Fundo Garantidor de Crédito), uma espécie de seguro que garante os depósitos, permite que cada cliente saque o valor máximo de R$ 20 mil.

O prazo para o pagamento do valor máximo estipulado pelo FGC vai depender da situação do Banco Santos, segundo o diretor-executivo do Fundo, Antonio Carlos Bueno. De acordo com informações do BC, não deve haver muita demora na liberação dos recursos aos clientes.

As agências do Banco Santos estão fechadas, mas os funcionários trabalham normalmente, informou o BC. A reabertura das agências vai depender da avaliação da situação do banco pelo interventor.

Fonte: Gazeta do Povo

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