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Segurança bancária é alvo de debate nacional nesta quinta

Na pauta alterações da lei 7.102 e atividades de mobilização pela segurança bancária na Campanha Nacional dos Bancários 2005.
(São Paulo) A CNB convoca os dirigentes bancários para debater as mudanças na lei 7.102. O Seminário sobre Segurança Bancária acontece nesta quinta-feira, dia 25, a partir das 10h00 até as 18h00 no auditório Azul do Sindicato dos Bancários de São Paulo (rua São Bento, 413).
Além de repercutir as modificações na lei, que trata da segurança dos estabelecimentos que integram o sistema financeiro e normatiza a constituição e funcionamento das empresas que prestam serviços de vigilância e de transporte de valores, a CNB vai propor aos participantes o debate sobre a necessidade da inserção da segurança bancária nas atividades de mobilização da Campanha Nacional dos Bancários 2005.
Para o secretário-geral da CNB/CUT, Carlos Cordeiro, as entidades sindicais devem perseguir a implementação de políticas para preservar a vida e as condições de saúde dos clientes e dos bancários. “O despreparo dos bancos precisa ser solucionado. Os principais problemas hoje enfrentados nas agências são a ausência de vigilantes, a falta de equipamentos de segurança, e o transporte irregular de valores”, denuncia o secretário-geral da CNB/CUT.
Lei 7.102 – O que os bancos precisam fazer
– Ter plano de segurança aprovado pela Polícia Federal; e
– Ter sistema de segurança que inclua:
– pessoas adequadamente preparadas, os vigilantes;
– alarme capaz de permitir com segurança, a comunicação entre o estabelecimento financeiro e outro da mesma instituição ou a empresa de vigilância ou oórgão policial mais próximo; e
– pelo menos mais um dos seguintes dispositivos:
– equipamentos elétricos, eletrônicos e de filmagens que possibilitem a identificação dos assaltantes;
– artefatos que retardem a ação dos criminosos permitindo a sua identificação, perseguição ou captura; e
– cabina blindada com permanência ininterrupta de vigilante durante o expediente para o público e enquanto houver movimento de numerário no interior do estabelecimento.
Por Carolina Coronel – CNB/CUT.

Por 18:49 Sem categoria

Segurança bancária é alvo de debate nacional nesta quinta

Na pauta alterações da lei 7.102 e atividades de mobilização pela segurança bancária na Campanha Nacional dos Bancários 2005.

(São Paulo) A CNB convoca os dirigentes bancários para debater as mudanças na lei 7.102. O Seminário sobre Segurança Bancária acontece nesta quinta-feira, dia 25, a partir das 10h00 até as 18h00 no auditório Azul do Sindicato dos Bancários de São Paulo (rua São Bento, 413).

Além de repercutir as modificações na lei, que trata da segurança dos estabelecimentos que integram o sistema financeiro e normatiza a constituição e funcionamento das empresas que prestam serviços de vigilância e de transporte de valores, a CNB vai propor aos participantes o debate sobre a necessidade da inserção da segurança bancária nas atividades de mobilização da Campanha Nacional dos Bancários 2005.

Para o secretário-geral da CNB/CUT, Carlos Cordeiro, as entidades sindicais devem perseguir a implementação de políticas para preservar a vida e as condições de saúde dos clientes e dos bancários. “O despreparo dos bancos precisa ser solucionado. Os principais problemas hoje enfrentados nas agências são a ausência de vigilantes, a falta de equipamentos de segurança, e o transporte irregular de valores”, denuncia o secretário-geral da CNB/CUT.

Lei 7.102 – O que os bancos precisam fazer

– Ter plano de segurança aprovado pela Polícia Federal; e
– Ter sistema de segurança que inclua:

– pessoas adequadamente preparadas, os vigilantes;
– alarme capaz de permitir com segurança, a comunicação entre o estabelecimento financeiro e outro da mesma instituição ou a empresa de vigilância ou oórgão policial mais próximo; e
– pelo menos mais um dos seguintes dispositivos:

– equipamentos elétricos, eletrônicos e de filmagens que possibilitem a identificação dos assaltantes;
– artefatos que retardem a ação dos criminosos permitindo a sua identificação, perseguição ou captura; e
– cabina blindada com permanência ininterrupta de vigilante durante o expediente para o público e enquanto houver movimento de numerário no interior do estabelecimento.

Por Carolina Coronel – CNB/CUT.

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