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Por 18:28 Notícias

Truculência do Bradesco !

Banco reprime bancários com violência e PM prende diretor do Sindicato
(Belo Horizonte) A exemplo do que aconteceu durante a Campanha Salarial do ano passado, em que o Bradesco se destacou como o banco que mais usou da truculência para tentar impedir a organização da categoria, chamando a polícia para reprimir os bancários nas manifestações, o mesmo aconteceu durante as atividades do Dia Nacional de Lutas promovido pelo Comando Nacional dos Bancários.
Uma simples atividade de Campanha Salarial, promovida pelo Sindicato, no dia 16 de setembro, pela manhã, em frente a agência Central do Bradesco, na rua da Bahia esquina com Goiás, no centro de Belo Horizonte, acabou em violência e na prisão de um diretor do Sindicato.
Durante a manifestação, um funcionário do banco acionou a Polícia Militar que reprimiu os bancários com violência. Ao tentar impedir a truculência da PM, que pretendia arrancar as faixas na entrada do banco, o diretor do Sindicato, Marcelo França, foi preso sob o pretexto de “desacato à autoridade”.
A tropa de choque também foi acionada para intimidar os bancários, que permaneceram firmes mesmo com a repressão e não entraram na agência até o final da assembléia. No ano passado, o Bradesco, além de chamar a durante as manifestações, entrou com interditos proibitórios em todo o país para impedir a paralisação de agências.
Para o diretor Marcelo França, que foi preso pela PM, ao chamar a polícia para os bancários em plena democracia, o banco retroage aos escuros tempos da ditadura militar, quando era impedida a livre manifestação.
“Voltamos à ditadura, mas agora é a ditadura do capital financeiro reprimindo os trabalhadores. Esse autoritarismo mostra que a truculência não está só na mesa de negociação, mas está indo para as ruas. Temos que nos unir para combater essa arbitrariedade não só do Bradesco, mas de todos os bancos”, afirmou.
Já o presidente Fernando Neiva afirma que a atitude autoritária do Bradesco durante a manifestação do dia 16 demonstra como vai ser a Campanha Salarial deste ano. Segundo Fernando, o autoritarismo do Bradesco é do tamanho do seu lucro e do patrimônio da maior instituição financeira privada do país. “A truculência que o Bradesco demonstrou na nossa primeira atividade de campanha deste ano mostra o quanto temos que nos preparar para enfrentar os banqueiros não só na mesa de negociação como nas agências e nas ruas”, ressaltou.
Manifestações marcam o Dia Nacional de Lutas
Além da manifestação em frente a agência Central do Bradesco, o Sindicato promoveu atividades na agência Central do Banco do Brasil, na rua Rio de Janeiro, e na agência do BDMG, na rua da Bahia. As manifestações fazem parte do calendário de atividades da Campanha Salarial deste ano e estão acontecendo em todo o Brasil.
Até o momento foram realizadas três rodadas de negociação, sendo que os banqueiros não apresentaram nenhuma proposta para os representantes dos bancários. Os bancários este ano estão reivindicando 11,77% de reajuste, Participação nos Lucros e Resultados(PLR) de um salário normal acrescido de mais R$ 788,00 somados a 5% do lucro líquido do banco, além de verbas e pisos salariais.
No próximo dia 20, deverá acontecer nova rodada de negociação e no dia 21 o Sindicato realiza uma Assembléia para definir os rumos da Campanha.
Fonte: Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte.

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Truculência do Bradesco !

Banco reprime bancários com violência e PM prende diretor do Sindicato

(Belo Horizonte) A exemplo do que aconteceu durante a Campanha Salarial do ano passado, em que o Bradesco se destacou como o banco que mais usou da truculência para tentar impedir a organização da categoria, chamando a polícia para reprimir os bancários nas manifestações, o mesmo aconteceu durante as atividades do Dia Nacional de Lutas promovido pelo Comando Nacional dos Bancários.

Uma simples atividade de Campanha Salarial, promovida pelo Sindicato, no dia 16 de setembro, pela manhã, em frente a agência Central do Bradesco, na rua da Bahia esquina com Goiás, no centro de Belo Horizonte, acabou em violência e na prisão de um diretor do Sindicato.

Durante a manifestação, um funcionário do banco acionou a Polícia Militar que reprimiu os bancários com violência. Ao tentar impedir a truculência da PM, que pretendia arrancar as faixas na entrada do banco, o diretor do Sindicato, Marcelo França, foi preso sob o pretexto de “desacato à autoridade”.

A tropa de choque também foi acionada para intimidar os bancários, que permaneceram firmes mesmo com a repressão e não entraram na agência até o final da assembléia. No ano passado, o Bradesco, além de chamar a durante as manifestações, entrou com interditos proibitórios em todo o país para impedir a paralisação de agências.

Para o diretor Marcelo França, que foi preso pela PM, ao chamar a polícia para os bancários em plena democracia, o banco retroage aos escuros tempos da ditadura militar, quando era impedida a livre manifestação.

“Voltamos à ditadura, mas agora é a ditadura do capital financeiro reprimindo os trabalhadores. Esse autoritarismo mostra que a truculência não está só na mesa de negociação, mas está indo para as ruas. Temos que nos unir para combater essa arbitrariedade não só do Bradesco, mas de todos os bancos”, afirmou.

Já o presidente Fernando Neiva afirma que a atitude autoritária do Bradesco durante a manifestação do dia 16 demonstra como vai ser a Campanha Salarial deste ano. Segundo Fernando, o autoritarismo do Bradesco é do tamanho do seu lucro e do patrimônio da maior instituição financeira privada do país. “A truculência que o Bradesco demonstrou na nossa primeira atividade de campanha deste ano mostra o quanto temos que nos preparar para enfrentar os banqueiros não só na mesa de negociação como nas agências e nas ruas”, ressaltou.

Manifestações marcam o Dia Nacional de Lutas

Além da manifestação em frente a agência Central do Bradesco, o Sindicato promoveu atividades na agência Central do Banco do Brasil, na rua Rio de Janeiro, e na agência do BDMG, na rua da Bahia. As manifestações fazem parte do calendário de atividades da Campanha Salarial deste ano e estão acontecendo em todo o Brasil.

Até o momento foram realizadas três rodadas de negociação, sendo que os banqueiros não apresentaram nenhuma proposta para os representantes dos bancários. Os bancários este ano estão reivindicando 11,77% de reajuste, Participação nos Lucros e Resultados(PLR) de um salário normal acrescido de mais R$ 788,00 somados a 5% do lucro líquido do banco, além de verbas e pisos salariais.

No próximo dia 20, deverá acontecer nova rodada de negociação e no dia 21 o Sindicato realiza uma Assembléia para definir os rumos da Campanha.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte.

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