O custo do conjunto de gêneros alimentícios de primeira necessidade apresentou alta, em outubro, em 12 das 16 capitais onde o DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – realiza, mensalmente, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica. Desde maio, quando foram apurados aumentos em todas as capitais, não há predomínio de alta no custo da ração essencial mínima, conforme definida no Decreto-lei 399, de abril de 1938.
As maiores elevações ocorreram em Curitiba (4,13%), Brasília (3,80%), Florianópolis (3,36%) e Vitória (3,00%). Os recuos mais expressivos foram apurados em Porto Alegre (-3,03%) e Salvador (-2,97%).
A alta de 1,41%, registrada no valor da cesta básica de São Paulo fez com que a capital paulista apresentasse, em outubro, o custo mais elevado para os produtos básicos: R$ 174,77. Em Porto Alegre, seu custo ficou em R$ 168,34. Os menores valores ocorreram em Salvador (R$ 124,39) e Fortaleza (R$ 129,92).
Com base no custo apurado, em outubro, em São Paulo, e levando em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para manutenção de uma família, suprindo seus gastos com alimentação, moradia, educação, vestuário, saúde, transportes, higiene, lazer e previdência social, o DIEESE estima mensalmente, o valor do salário mínimo necessário. Em outubro, o menor salário pago deveria ser de R$ 1.468,24, ou seja, 4,89 vezes o piso vigente. Em setembro, o salário mínimo necessário e sua relação com o valor em vigor era pouca coisa menor (R$ 1.458,42 e 4,86 vezes).
Fonte: Dieese
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Por Mhais• 7 de novembro de 2005• 09:46• Sem categoria
Cesta Básica sobe na maior parte das capitais
O custo do conjunto de gêneros alimentícios de primeira necessidade apresentou alta, em outubro, em 12 das 16 capitais onde o DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – realiza, mensalmente, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica. Desde maio, quando foram apurados aumentos em todas as capitais, não há predomínio de alta no custo da ração essencial mínima, conforme definida no Decreto-lei 399, de abril de 1938.
As maiores elevações ocorreram em Curitiba (4,13%), Brasília (3,80%), Florianópolis (3,36%) e Vitória (3,00%). Os recuos mais expressivos foram apurados em Porto Alegre (-3,03%) e Salvador (-2,97%).
A alta de 1,41%, registrada no valor da cesta básica de São Paulo fez com que a capital paulista apresentasse, em outubro, o custo mais elevado para os produtos básicos: R$ 174,77. Em Porto Alegre, seu custo ficou em R$ 168,34. Os menores valores ocorreram em Salvador (R$ 124,39) e Fortaleza (R$ 129,92).
Com base no custo apurado, em outubro, em São Paulo, e levando em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para manutenção de uma família, suprindo seus gastos com alimentação, moradia, educação, vestuário, saúde, transportes, higiene, lazer e previdência social, o DIEESE estima mensalmente, o valor do salário mínimo necessário. Em outubro, o menor salário pago deveria ser de R$ 1.468,24, ou seja, 4,89 vezes o piso vigente. Em setembro, o salário mínimo necessário e sua relação com o valor em vigor era pouca coisa menor (R$ 1.458,42 e 4,86 vezes).
Fonte: Dieese
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