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Caixa Econômica Federal rebate insinuações feitas pela Folha de S.Paulo

A Caixa Econômica Federal rebateu nesta quinta-feira, em nota oficial, as denúncias publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo na última quarta-feira. Segundo a reportagem, uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) indicou que a Caixa teria beneficiado o banco mineiro BMG em negociações para aquisição de carteiras de crédito consignado a aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
De acordo com a nota, as negociações foram realizadas junto a diversos bancos do Sistema Financeiro Nacional e não houve beneficiamento ao BMG. “A operação foi formalizada em conformidade com os parâmetros adotados na praxe bancária para operações da espécie”, diz a nota.
Segundo o deputado Carlos Abicalil (PT- MT), a matéria da Folha de S.Paulo já havia sido publicada no final do ano passado, e a Caixa já havia respondido os questionamentos. “A Folha requentou uma entrevista concedida pelo senador Alvaro Dias (PSDB-PR) em novembro de 2005, para aproveitar o hiato político, a falta de matéria”, disse. O deputado ressaltou que, à época, a Caixa respondeu as acusações prontamente e de forma clara e que agora repetiu a atitude. “Agora, a Caixa foi ainda mais clara, porque especificou o questionamento feito pelo jornal sobre o pagamento do ágio ter sido feito à vista e também já informou os resultados positivos obtidos com a operação”, explicou.
Na avaliação do deputado Abicalil, é importante salientar que o pensamento do setor financeiro privado é de que um banco público não pode ser forte, nem popular. “O ingresso da Caixa no crédito consignado visa atrair aposentados e pensionistas que recebem os benefícios do INSS para inclusão bancária, o que é um aspecto importante da cidadania”, afirmou o petista.
O parlamentar também salientou que a iniciativa da Caixa coloca o banco público em igualdade de condições para concorrer com os grandes grandes conglomerados, como Bradesco, Itaú e HSBC, que realizam operações similares. “Ao contrário de privatizar a Caixa, que era um projeto do governo tucano, o governo do presidente Lula fortalece, democratiza e populariza a Caixa e outros bancos públicos federais, como o Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia”, concluiu o deputado Abicalil. Leia a íntegra da nota oficial divulgada pela Caixa:
Esclarecimentos à opinião pública:
A respeito das matérias publicadas pela imprensa nos dias 04 e 05 de janeiro, sobre supostas irregularidades apontadas pelo TCU, a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL esclarece que:
1. É uma empresa com 145 anos de relevantes serviços prestados ao país e que apresentou nos últimos três anos os melhores resultados de toda sua história. É inaceitável que sua credibilidade e o espírito público de seus empregados sejam maculados por denúncias trazidas a público a partir de um relatório preliminar do TCU, sem contraditório, de caráter sigiloso e sem a análise de seu mérito pelas instâncias superiores daquele órgão.
2. O próprio presidente do TCU, ministro Adylson Motta, por meio de ofício endereçado ao presidente e ao relator da CPMI, recomendou que evitassem a divulgação daquelas informações, “tendo em vista a natureza preliminar dos relatórios da Equipe do TCU, porquanto tratarem de indícios de irregularidades ainda pendentes de julgamento por esta Corte de Contas”.
3. A CAIXA está segura de que a compra da carteira de crédito consignado do BMG foi uma operação de mercado, absolutamente legal, muito lucrativa e indispensável à ampliação de sua participação em um segmento novo e muito disputado. Não pode, portanto, aceitar que sua atuação neste segmento, também praticada por outros grandes bancos brasileiros, seja distorcida ou utilizada indevidamente, visando a interesses políticos.
4. A compra dos créditos do BMG seguiu todos os trâmites e normativos internos e observou todos os aspectos técnicos e jurídicos. A lucratividade da operação com o BMG está acima da média do mercado, com resultado da ordem de R$ 355 milhões até o momento.
5. A CAIXA aguarda com tranqüilidade o exame do mérito da questão pelo TCU – o que ainda não ocorreu – e se manifestará no foro adequado sobre as razões que justificam uma operação normal e rentável, cujas legitimidade e conformidade foram reconhecidas publicamente pela FEBRABAN.
Fonte: Vermelho

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Caixa Econômica Federal rebate insinuações feitas pela Folha de S.Paulo

A Caixa Econômica Federal rebateu nesta quinta-feira, em nota oficial, as denúncias publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo na última quarta-feira. Segundo a reportagem, uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) indicou que a Caixa teria beneficiado o banco mineiro BMG em negociações para aquisição de carteiras de crédito consignado a aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

De acordo com a nota, as negociações foram realizadas junto a diversos bancos do Sistema Financeiro Nacional e não houve beneficiamento ao BMG. “A operação foi formalizada em conformidade com os parâmetros adotados na praxe bancária para operações da espécie”, diz a nota.

Segundo o deputado Carlos Abicalil (PT- MT), a matéria da Folha de S.Paulo já havia sido publicada no final do ano passado, e a Caixa já havia respondido os questionamentos. “A Folha requentou uma entrevista concedida pelo senador Alvaro Dias (PSDB-PR) em novembro de 2005, para aproveitar o hiato político, a falta de matéria”, disse. O deputado ressaltou que, à época, a Caixa respondeu as acusações prontamente e de forma clara e que agora repetiu a atitude. “Agora, a Caixa foi ainda mais clara, porque especificou o questionamento feito pelo jornal sobre o pagamento do ágio ter sido feito à vista e também já informou os resultados positivos obtidos com a operação”, explicou.

Na avaliação do deputado Abicalil, é importante salientar que o pensamento do setor financeiro privado é de que um banco público não pode ser forte, nem popular. “O ingresso da Caixa no crédito consignado visa atrair aposentados e pensionistas que recebem os benefícios do INSS para inclusão bancária, o que é um aspecto importante da cidadania”, afirmou o petista.

O parlamentar também salientou que a iniciativa da Caixa coloca o banco público em igualdade de condições para concorrer com os grandes grandes conglomerados, como Bradesco, Itaú e HSBC, que realizam operações similares. “Ao contrário de privatizar a Caixa, que era um projeto do governo tucano, o governo do presidente Lula fortalece, democratiza e populariza a Caixa e outros bancos públicos federais, como o Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia”, concluiu o deputado Abicalil. Leia a íntegra da nota oficial divulgada pela Caixa:

Esclarecimentos à opinião pública:

A respeito das matérias publicadas pela imprensa nos dias 04 e 05 de janeiro, sobre supostas irregularidades apontadas pelo TCU, a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL esclarece que:

1. É uma empresa com 145 anos de relevantes serviços prestados ao país e que apresentou nos últimos três anos os melhores resultados de toda sua história. É inaceitável que sua credibilidade e o espírito público de seus empregados sejam maculados por denúncias trazidas a público a partir de um relatório preliminar do TCU, sem contraditório, de caráter sigiloso e sem a análise de seu mérito pelas instâncias superiores daquele órgão.

2. O próprio presidente do TCU, ministro Adylson Motta, por meio de ofício endereçado ao presidente e ao relator da CPMI, recomendou que evitassem a divulgação daquelas informações, “tendo em vista a natureza preliminar dos relatórios da Equipe do TCU, porquanto tratarem de indícios de irregularidades ainda pendentes de julgamento por esta Corte de Contas”.

3. A CAIXA está segura de que a compra da carteira de crédito consignado do BMG foi uma operação de mercado, absolutamente legal, muito lucrativa e indispensável à ampliação de sua participação em um segmento novo e muito disputado. Não pode, portanto, aceitar que sua atuação neste segmento, também praticada por outros grandes bancos brasileiros, seja distorcida ou utilizada indevidamente, visando a interesses políticos.

4. A compra dos créditos do BMG seguiu todos os trâmites e normativos internos e observou todos os aspectos técnicos e jurídicos. A lucratividade da operação com o BMG está acima da média do mercado, com resultado da ordem de R$ 355 milhões até o momento.

5. A CAIXA aguarda com tranqüilidade o exame do mérito da questão pelo TCU – o que ainda não ocorreu – e se manifestará no foro adequado sobre as razões que justificam uma operação normal e rentável, cujas legitimidade e conformidade foram reconhecidas publicamente pela FEBRABAN.

Fonte: Vermelho

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