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Seeb Londrina entrega reivindicações ao presidente da CEF

O sindicato dos Bancários de Londrina entregou na última sexta-feira, dia 20, uma carta com reivindicações ao presidente da CEF Jorge Eduardo Levi Mattoso. O documento cobra da Caixa a manutenção do modelo de diálogo com o trabalhador adotado até agora.
Segundo a carta, esse modelo está ameaçado pela divulgação da CI SUPES/SUARE 003/06, no último dia 5, considerada “um desvio de conduta” da CEF que “compromete e ameaça a continuidade das mudanças na até aqui frutífera relação empresa/empregados”. A CI não leva em conta negociações prévias que levaram à definição do Acordo Coletivo 2005/2006, “promovendo corte substancial no total de vagas previstas para implantação imediata na nova função de Caixa”, conforme afirma a carta. Leia abaixo a íntegra do documento:
Londrina, 20 de Janeiro de 2006.
Ofício nº 03/06
Ao
Exmo. Sr. Jorge Eduardo Levi Mattoso
Presidente da Caixa Econômica Federal
Senhor Presidente,
A Caixa Econômica Federal vem apresentando mudanças ao longo do atual governo, com reflexos positivos e de grande importância para o quadro profissional da empresa, a exemplo da reversão do processo que se encontrava em curso na gestão anterior, de preparação do banco para a privatização, assim como da revogação do RH 008, do início de contratação de novos concursados e do amplo e democrático debate sobre as mudanças que estão sendo implantadas na Funcef.
No entanto, o início deste ano de 2006 mostrou-se destoante do modelo de diálogo com os trabalhadores, que até então vinha sendo praticado pela direção da Caixa. A divulgação da CI SUPES/SUARE 003/06, no último dia 05, é um fato que marca um desvio de conduta e que compromete e ameaça a continuidade das mudanças na até aqui frutífera relação empresa/empregados.
Na referida CI, a direção da Caixa conseguiu gerar total descontentamento no corpo funcional, inclusive no segmento gerencial, por não levar em conta o já negociado, promovendo corte substancial no total de vagas previstas para implantação imediata na nova função de Caixa.
As negociações para o fechamento do Acordo Coletivo 2005/2006 resultaram no comprometimento da caixa com a abertura de 7.600 novas vagas na nova função de Caixa, para efetivação já no início deste ano. Mas a empresa definiu, sem qualquer outro contato com a representação dos trabalhadores, que o número de caixas a serem efetivados agora na nova função será de 6.670, apenas.
A decisão unilateral da Caixa enseja também a redução do número atual de caixas de inúmeras agências, algumas em até 50%, prejudicando as condições de trabalho e, por conseqüência, o atendimento. E traz de volta as traumáticas transferências de pessoal “excedente” nas unidades, fazendo que os caixas revivam hoje um tipo de drama tido já como coisa do passado.
No caso dos Pab`s, a Caixa demonstrou total desconhecimento de processos e aplicação de serviços prestados ao segmento judiciário e trabalhista, uma vez que prevê a redução do número atual de caixas de cada posto para apenas um Caixa/PV.
Ao adotar medida que compromete o empregado e o atendimento, a direção da Caixa mostra-se, de certa forma, indiferente ao papel da empresa de maior repassadora de verbas para aplicação em políticas sociais do governo.
Destacamos, por exemplo, que a Caixa está absorvendo, só no Paraná, 125 mil contas do banco Itaú, o que implica em necessidade de estudo específico e análise mais criteriosa para definição do número necessário de novos cargos para caixa, assim como para a contratação de novos empregados a serem destinados às agências e postos de atendimento.
Diante das questões acima abordadas, os Sindicatos do Vida Bancária, que compreende o Sindicato dos Bancários de Londrina, Sindicato dos Bancários de Apucarana, Sindicato dos Bancários de Cornélio Procópio e Sindicato dos Bancários de Arapoti apresentam as reivindicações abaixo relacionadas:
– Manutenção do que foi acertado em mesa de negociação (abertura de 7.600 vagas para a nova função de caixa). Somos contrários à diminuição do atual quadro de caixas das agências e à conseqüente transferência dos “excedentes”;
– Revisão das atribuições de caixa (RH 060), ficando o empregado com essa função responsável apenas por pagar e receber no caixa, sem imposição de venda de produtos para cumprimento de metas;
– Apresentação de proposta coerente para o redimensionamento de dívidas dos empregados;
– Reintegração de todos os demitidos pelo RH 008;
– Isonomia aos Técnicos Bancários;
– Conclusão das discussões do novo PCS/PCC e implantação do mesmo;
– Liberação de dirigentes das Apcefs (Associações do Pessoal da Caixa).
São signatários deste documento, os representantes liberados do Estado do Paraná
abaixo relacionados:
Antonio Luiz Fermino- Curitiba
Jefferson Tramontini- Curitiba
Roseli de Moraes- Londrina
Sonia Regina Sperandio Boz- Curitiba
Zelario Bremm- Toledo
Fonte: CNB/CUT

Por 13:27 Sem categoria

Seeb Londrina entrega reivindicações ao presidente da CEF

O sindicato dos Bancários de Londrina entregou na última sexta-feira, dia 20, uma carta com reivindicações ao presidente da CEF Jorge Eduardo Levi Mattoso. O documento cobra da Caixa a manutenção do modelo de diálogo com o trabalhador adotado até agora.

Segundo a carta, esse modelo está ameaçado pela divulgação da CI SUPES/SUARE 003/06, no último dia 5, considerada “um desvio de conduta” da CEF que “compromete e ameaça a continuidade das mudanças na até aqui frutífera relação empresa/empregados”. A CI não leva em conta negociações prévias que levaram à definição do Acordo Coletivo 2005/2006, “promovendo corte substancial no total de vagas previstas para implantação imediata na nova função de Caixa”, conforme afirma a carta. Leia abaixo a íntegra do documento:

Londrina, 20 de Janeiro de 2006.

Ofício nº 03/06

Ao

Exmo. Sr. Jorge Eduardo Levi Mattoso

Presidente da Caixa Econômica Federal

Senhor Presidente,

A Caixa Econômica Federal vem apresentando mudanças ao longo do atual governo, com reflexos positivos e de grande importância para o quadro profissional da empresa, a exemplo da reversão do processo que se encontrava em curso na gestão anterior, de preparação do banco para a privatização, assim como da revogação do RH 008, do início de contratação de novos concursados e do amplo e democrático debate sobre as mudanças que estão sendo implantadas na Funcef.

No entanto, o início deste ano de 2006 mostrou-se destoante do modelo de diálogo com os trabalhadores, que até então vinha sendo praticado pela direção da Caixa. A divulgação da CI SUPES/SUARE 003/06, no último dia 05, é um fato que marca um desvio de conduta e que compromete e ameaça a continuidade das mudanças na até aqui frutífera relação empresa/empregados.

Na referida CI, a direção da Caixa conseguiu gerar total descontentamento no corpo funcional, inclusive no segmento gerencial, por não levar em conta o já negociado, promovendo corte substancial no total de vagas previstas para implantação imediata na nova função de Caixa.

As negociações para o fechamento do Acordo Coletivo 2005/2006 resultaram no comprometimento da caixa com a abertura de 7.600 novas vagas na nova função de Caixa, para efetivação já no início deste ano. Mas a empresa definiu, sem qualquer outro contato com a representação dos trabalhadores, que o número de caixas a serem efetivados agora na nova função será de 6.670, apenas.

A decisão unilateral da Caixa enseja também a redução do número atual de caixas de inúmeras agências, algumas em até 50%, prejudicando as condições de trabalho e, por conseqüência, o atendimento. E traz de volta as traumáticas transferências de pessoal “excedente” nas unidades, fazendo que os caixas revivam hoje um tipo de drama tido já como coisa do passado.

No caso dos Pab`s, a Caixa demonstrou total desconhecimento de processos e aplicação de serviços prestados ao segmento judiciário e trabalhista, uma vez que prevê a redução do número atual de caixas de cada posto para apenas um Caixa/PV.

Ao adotar medida que compromete o empregado e o atendimento, a direção da Caixa mostra-se, de certa forma, indiferente ao papel da empresa de maior repassadora de verbas para aplicação em políticas sociais do governo.

Destacamos, por exemplo, que a Caixa está absorvendo, só no Paraná, 125 mil contas do banco Itaú, o que implica em necessidade de estudo específico e análise mais criteriosa para definição do número necessário de novos cargos para caixa, assim como para a contratação de novos empregados a serem destinados às agências e postos de atendimento.

Diante das questões acima abordadas, os Sindicatos do Vida Bancária, que compreende o Sindicato dos Bancários de Londrina, Sindicato dos Bancários de Apucarana, Sindicato dos Bancários de Cornélio Procópio e Sindicato dos Bancários de Arapoti apresentam as reivindicações abaixo relacionadas:

– Manutenção do que foi acertado em mesa de negociação (abertura de 7.600 vagas para a nova função de caixa). Somos contrários à diminuição do atual quadro de caixas das agências e à conseqüente transferência dos “excedentes”;

– Revisão das atribuições de caixa (RH 060), ficando o empregado com essa função responsável apenas por pagar e receber no caixa, sem imposição de venda de produtos para cumprimento de metas;

– Apresentação de proposta coerente para o redimensionamento de dívidas dos empregados;

– Reintegração de todos os demitidos pelo RH 008;

– Isonomia aos Técnicos Bancários;

– Conclusão das discussões do novo PCS/PCC e implantação do mesmo;

– Liberação de dirigentes das Apcefs (Associações do Pessoal da Caixa).

São signatários deste documento, os representantes liberados do Estado do Paraná
abaixo relacionados:

Antonio Luiz Fermino- Curitiba

Jefferson Tramontini- Curitiba

Roseli de Moraes- Londrina

Sonia Regina Sperandio Boz- Curitiba

Zelario Bremm- Toledo

Fonte: CNB/CUT

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