Redução da mortalidade materna é uma das preocupações no Dia de Luta pela Saúde da Mulher
Brasília – Hoje (28), se comemora o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher. No Brasil, por determinação do Ministério da Saúde, também é comemorado o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que no país, 95% dos partos são realizados em hospitais e ocorrem anualmente cerca de 75 mortes de mulheres por 100 mil nascidos vivos. E que 95% dos óbitos maternos em todo o mundo são registrados em países em desenvolvimento.
Segundo a diretora de Ações Estratégicas Programáticas do Ministério da Saúde, Cristina Boareto, no Brasil a mortalidade materna é alta e em muitos casos poderia ser evitada. “[Quem morre] é geralmente uma mulher jovem, na faixa reprodutiva e que deixa órfãos, então isso tem uma repercussão muito grande dentro da sociedade”, explica.
A diretora conta que essa data é usada para estimular todas as secretarias estaduais e municipais de saúde para que desenvolvam atividades que contribuam na melhoria da saúde das mulheres. Diversas atividades estão previstas para esse dia. De acordo com Boareto, uma delas é o lançamento de uma agenda de saúde da mulher com informações sobre saúde e dicas de tratamentos.
Outra ação prevista para este domingo é o lançamento de uma campanha a favor do parto natural. De acordo com o Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc), do Ministério da Saúde, por ano são realizados no país 2,3 milhões de partos. Cerca de 40% desses partos são cesarianas, quando o índice recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) seria de até 15%. A proposta do ministério é que o parto seja mais humanizado e ocorra em ambiente familiar, com cada vez menos intervenções médicas.
Por Valtemir Rodrigues – Da Voz do Brasil.
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Secretária executiva da Rede de Humanização do Parto alerta para freqüência de cesáreas no país
Rio – Cerca de 90% dos partos da rede privada nas regiões metropolitanas brasileiras são feitos através de cesárea, segundo a Rede de Humanização do Parto e Nascimento (Rehuna). A Organização Mundial de Saúde recomenda que este tipo de intervenção fique em torno de 15% do total. De acordo com a rede, o Brasil é o país com a segunda maior taxa de cirurgias cesarianas do mundo.
A secretária executiva da rede, Heloísa Lessa, disse que essa elevada porcentagem é decorrente da ambição e comodidade de muitos médicos. “A cesárea é mais rentável e rápida. Enquanto ela demora uma hora, o parto normal pode chegar a dez horas”, justificou, em entrevista à Agência Brasil.
Segundo ela, a mortalidade entre mulheres que fazem cirurgias cesarianas é cinco vezes maior que as submetidas ao parto normal, principalmente devido a complicações cirúrgicas. Os riscos para o recém-nascido também são grandes. “Tira-se o bebê numa data marcada, quando ele pode ainda não estar ainda preparado para nascer. Isso aumenta o número de internações em unidades de tratamento intensivo e incubadoras.”
A analista de sistemas Ingrid Lotfi, de 28 anos, fundou o movimento Parto do Princípio, que organiza campanhas, no Rio de Janeiro, para informar as mulheres das vantagens do parto normal. Segundo ela, muitas gestantes optam pela cesárea por serem enganadas por seus próprios médicos.
“Eu mesma fui vítima dos interesses do meu obstetra particular, há três anos”, contou Lofti. “Ele me disse que só era possível a cesariana, e eu acreditei, porque a gente não acha que o nosso médico vai nos enganar. Depois eu descobri que o parto normal teria sido a melhor opção. E a secretaria acabou contando que esse médico só fazia cesárea.”
Anualmente 2 mil mulheres e 38 mil recém-nascidos morrem por ano devido a complicações na gravidez, no parto e pós-parto ou no aborto, de acordo com o Ministério da Saúde. A meta do ministério é reduzir esse número em 15% até o final deste ano.
Rede elogia iniciativa de estimular o parto humanizado
Rio – A criação de uma campanha nacional para o estímulo ao chamado parto humanizado foi considerada como “extremamente positiva” pela Rede pela Humanização do Parto e Nascimento (Rehuna). A campanha será lançada na terça-feira (30) pelo Ministério da Saúde.
“Essa era uma reivindicação antiga dos movimentos que lutam pela qualidade e humanização do parto”, comentou a secretária executiva da rede, Heloísa Lessa, em entrevista à Agência Brasil. De acordo com Lessa, muitas mulheres brasileiras ainda têm poucas informações sobre os benefícios de um parto humanizado, que incluiria opção de posições para o nascimento do bebê, acompanhamento familiar e técnicas menos invasivas como a utilização da água no processo do parto. A realização de cesáreas ficaria restrita a casos necessários. Heloísa Lessa disse ainda que o ideal é que a campanha do ministério envolva vários meios de comunicação e seja anual.
“Poderia ser uma campanha como a de aleitamento materno, que nos últimos 20 anos conseguiu que o país obtivesse resultados até melhores que maioria dos países da Europa”, explicou. “É preciso desmistificar a idéia que o parto com hora marcado é melhor para a mulher, que ela vai sentir menor dor. Muitas ainda acreditam que terão um grande alargamento vaginal, o que faria com que elas perdessem o prazer sexual.”
Lessa disse que o movimento mundial pela humanização do parto ganhou força no Brasil nos últimos dez anos. “Em 1998, o SUS começou a investir mais nesse tipo de tratamento. E no ano passado, uma grande conquista foi a determinação do Ministério da Saúde para que toda a mulher tenha direito a um acompanhante durante o parto.”
Por Aline Beckstein – Repórter da Agência Brasil.
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Pacto nacional tem como meta redução em 70% das mortes maternas até 2024
Brasília – Firmado em março de 2004 e lançado pelo Ministério da Saúde, o Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal tem como meta reduzir em 70%, em duas décadas, o índice de mortes de mães no período entre o pré e o pós-parto, e em 50% a taxa de óbitos de recém-nascidos, a fim de alcançar os índices considerados aceitáveis pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Até o final de 2006, a meta fixada foi uma redução de 15% nos índices.
O pacto se baseia na colaboração entre governo federal, estados, municípios e sociedade civil. Entre as medidas adotadas a partir dele está a publicação, pelo ministério, de uma norma técnica determinando que toda mulher em processo de abortamento, inseguro ou espontâneo, tenha direito a acolhimento e tratamento com dignidade no Sistema Único de Saúde (SUS).
Segundo o ministério, a taxa de óbitos de mães brasileiras é de 74,5 para cada 100 mil bebês nascidos vivos, enquanto a aceitável é de 20 para 100 mil. Já a taxa de morte de bebês está em torno 20 em cada mil, quando o índice da Organização Mundial de Saúde é de menos de dez por mil.
Relatório divulgado pela OMS em abril do ano passado alerta que 529 mil mulheres morrem anualmente no mundo durante a gravidez, o parto ou logo após o nascimento da criança. Dessas, cerca de 68 mil morrem em conseqüência de abortos feitos sem condições de segurança. Todos os anos, 3,3 milhões de bebês são natimortos, mais de 4 milhões morrem nos primeiros 28 dias de vida e outros 6,6 milhões não chegam ao quinto ano de vida.
De acordo com o documento, as causas dessas mortes poderiam ser evitadas. Para diminuir esses números é preciso, como recomendam as Metas do Milênio, que cada mãe e cada criança tenha acesso aos serviços de saúde durante a gravidez, nascimento, período neonatal e infância. Definidas pelos países integrantes da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000, as metas incluem ainda a redução, em dois terços, da mortalidade de menores de cinco anos até 2015. A meta para a mortalidade materna é reduzir o total em três quartos.
O número de casos de gravidez não intencional ou indesejada é estimado, no relatório, em 87 milhões por ano. Porém, a OMS informa que a assistência a esses casos aumentou 20% durante os anos 90 e continua a aumentar na maior parte do mundo. Mais da metade dessas mulheres (46 milhões por ano) recorre ao aborto induzido, sendo que 18 milhões o fazem sem condições de segurança.
O relatório informa também que 99% das mortes maternas ocorrem nos países em desenvolvimento.
Com informações do Ministério da Saúde.
Por Alessandra Bastos, Irene Lôbo, Pedro Biondi e Vitor Abdala – Repórteres da Agência Brasil.
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Campanha do Ministério da Saúde buscará incentivar o parto normal
Brasília – Incentivar o parto normal entre as mulheres e diminuir o número de cesáreas realizadas no país. É com esse objetivo que o Ministério da Saúde lança na terça-feira (30) uma campanha nacional pelo parto humanizado.
Dados de 2004 do Sistema de Nascidos Vivos (Sisnasc),do Ministério da Saúde, apontam que dos 2,3 milhões de partos realizados anualmente no país, 41,8% são cesáreas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que esse índice seja de até 15%.
A campanha pelo parto normal se insere nas comemorações do Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e do Dia Nacional da Redução da Mortalidade Materna, celebrados hoje (28). O Ministério da Saúde pretende distribuir 90 mil cartazes e 3 milhões de panfletos com informações sobre os benefícios que o parto humanizado proporciona às mulheres.
Esse trabalho de conscientização é voltado principalmente para as mulheres grávidas e profissionais de serviços de saúde das redes públicas e hospitais particulares que atendem gestantes e fazem partes partos. A medida faz parte das ações de melhoria da qualidade de atendimento de mulheres no Sistema Único de Saúde (SUS).
Com informações do Ministério da Saúde.
Por Érica Santana – Repórter da Agência Brasil.
NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.radiobras.gov.br.
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Por Mhais• 28 de maio de 2006• 23:03• Sem categoria
Saúde materna está na pauta do dia
Redução da mortalidade materna é uma das preocupações no Dia de Luta pela Saúde da Mulher
Brasília – Hoje (28), se comemora o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher. No Brasil, por determinação do Ministério da Saúde, também é comemorado o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que no país, 95% dos partos são realizados em hospitais e ocorrem anualmente cerca de 75 mortes de mulheres por 100 mil nascidos vivos. E que 95% dos óbitos maternos em todo o mundo são registrados em países em desenvolvimento.
Segundo a diretora de Ações Estratégicas Programáticas do Ministério da Saúde, Cristina Boareto, no Brasil a mortalidade materna é alta e em muitos casos poderia ser evitada. “[Quem morre] é geralmente uma mulher jovem, na faixa reprodutiva e que deixa órfãos, então isso tem uma repercussão muito grande dentro da sociedade”, explica.
A diretora conta que essa data é usada para estimular todas as secretarias estaduais e municipais de saúde para que desenvolvam atividades que contribuam na melhoria da saúde das mulheres. Diversas atividades estão previstas para esse dia. De acordo com Boareto, uma delas é o lançamento de uma agenda de saúde da mulher com informações sobre saúde e dicas de tratamentos.
Outra ação prevista para este domingo é o lançamento de uma campanha a favor do parto natural. De acordo com o Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc), do Ministério da Saúde, por ano são realizados no país 2,3 milhões de partos. Cerca de 40% desses partos são cesarianas, quando o índice recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) seria de até 15%. A proposta do ministério é que o parto seja mais humanizado e ocorra em ambiente familiar, com cada vez menos intervenções médicas.
Por Valtemir Rodrigues – Da Voz do Brasil.
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Secretária executiva da Rede de Humanização do Parto alerta para freqüência de cesáreas no país
Rio – Cerca de 90% dos partos da rede privada nas regiões metropolitanas brasileiras são feitos através de cesárea, segundo a Rede de Humanização do Parto e Nascimento (Rehuna). A Organização Mundial de Saúde recomenda que este tipo de intervenção fique em torno de 15% do total. De acordo com a rede, o Brasil é o país com a segunda maior taxa de cirurgias cesarianas do mundo.
A secretária executiva da rede, Heloísa Lessa, disse que essa elevada porcentagem é decorrente da ambição e comodidade de muitos médicos. “A cesárea é mais rentável e rápida. Enquanto ela demora uma hora, o parto normal pode chegar a dez horas”, justificou, em entrevista à Agência Brasil.
Segundo ela, a mortalidade entre mulheres que fazem cirurgias cesarianas é cinco vezes maior que as submetidas ao parto normal, principalmente devido a complicações cirúrgicas. Os riscos para o recém-nascido também são grandes. “Tira-se o bebê numa data marcada, quando ele pode ainda não estar ainda preparado para nascer. Isso aumenta o número de internações em unidades de tratamento intensivo e incubadoras.”
A analista de sistemas Ingrid Lotfi, de 28 anos, fundou o movimento Parto do Princípio, que organiza campanhas, no Rio de Janeiro, para informar as mulheres das vantagens do parto normal. Segundo ela, muitas gestantes optam pela cesárea por serem enganadas por seus próprios médicos.
“Eu mesma fui vítima dos interesses do meu obstetra particular, há três anos”, contou Lofti. “Ele me disse que só era possível a cesariana, e eu acreditei, porque a gente não acha que o nosso médico vai nos enganar. Depois eu descobri que o parto normal teria sido a melhor opção. E a secretaria acabou contando que esse médico só fazia cesárea.”
Anualmente 2 mil mulheres e 38 mil recém-nascidos morrem por ano devido a complicações na gravidez, no parto e pós-parto ou no aborto, de acordo com o Ministério da Saúde. A meta do ministério é reduzir esse número em 15% até o final deste ano.
Rede elogia iniciativa de estimular o parto humanizado
Rio – A criação de uma campanha nacional para o estímulo ao chamado parto humanizado foi considerada como “extremamente positiva” pela Rede pela Humanização do Parto e Nascimento (Rehuna). A campanha será lançada na terça-feira (30) pelo Ministério da Saúde.
“Essa era uma reivindicação antiga dos movimentos que lutam pela qualidade e humanização do parto”, comentou a secretária executiva da rede, Heloísa Lessa, em entrevista à Agência Brasil. De acordo com Lessa, muitas mulheres brasileiras ainda têm poucas informações sobre os benefícios de um parto humanizado, que incluiria opção de posições para o nascimento do bebê, acompanhamento familiar e técnicas menos invasivas como a utilização da água no processo do parto. A realização de cesáreas ficaria restrita a casos necessários. Heloísa Lessa disse ainda que o ideal é que a campanha do ministério envolva vários meios de comunicação e seja anual.
“Poderia ser uma campanha como a de aleitamento materno, que nos últimos 20 anos conseguiu que o país obtivesse resultados até melhores que maioria dos países da Europa”, explicou. “É preciso desmistificar a idéia que o parto com hora marcado é melhor para a mulher, que ela vai sentir menor dor. Muitas ainda acreditam que terão um grande alargamento vaginal, o que faria com que elas perdessem o prazer sexual.”
Lessa disse que o movimento mundial pela humanização do parto ganhou força no Brasil nos últimos dez anos. “Em 1998, o SUS começou a investir mais nesse tipo de tratamento. E no ano passado, uma grande conquista foi a determinação do Ministério da Saúde para que toda a mulher tenha direito a um acompanhante durante o parto.”
Por Aline Beckstein – Repórter da Agência Brasil.
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Pacto nacional tem como meta redução em 70% das mortes maternas até 2024
Brasília – Firmado em março de 2004 e lançado pelo Ministério da Saúde, o Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal tem como meta reduzir em 70%, em duas décadas, o índice de mortes de mães no período entre o pré e o pós-parto, e em 50% a taxa de óbitos de recém-nascidos, a fim de alcançar os índices considerados aceitáveis pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Até o final de 2006, a meta fixada foi uma redução de 15% nos índices.
O pacto se baseia na colaboração entre governo federal, estados, municípios e sociedade civil. Entre as medidas adotadas a partir dele está a publicação, pelo ministério, de uma norma técnica determinando que toda mulher em processo de abortamento, inseguro ou espontâneo, tenha direito a acolhimento e tratamento com dignidade no Sistema Único de Saúde (SUS).
Segundo o ministério, a taxa de óbitos de mães brasileiras é de 74,5 para cada 100 mil bebês nascidos vivos, enquanto a aceitável é de 20 para 100 mil. Já a taxa de morte de bebês está em torno 20 em cada mil, quando o índice da Organização Mundial de Saúde é de menos de dez por mil.
Relatório divulgado pela OMS em abril do ano passado alerta que 529 mil mulheres morrem anualmente no mundo durante a gravidez, o parto ou logo após o nascimento da criança. Dessas, cerca de 68 mil morrem em conseqüência de abortos feitos sem condições de segurança. Todos os anos, 3,3 milhões de bebês são natimortos, mais de 4 milhões morrem nos primeiros 28 dias de vida e outros 6,6 milhões não chegam ao quinto ano de vida.
De acordo com o documento, as causas dessas mortes poderiam ser evitadas. Para diminuir esses números é preciso, como recomendam as Metas do Milênio, que cada mãe e cada criança tenha acesso aos serviços de saúde durante a gravidez, nascimento, período neonatal e infância. Definidas pelos países integrantes da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000, as metas incluem ainda a redução, em dois terços, da mortalidade de menores de cinco anos até 2015. A meta para a mortalidade materna é reduzir o total em três quartos.
O número de casos de gravidez não intencional ou indesejada é estimado, no relatório, em 87 milhões por ano. Porém, a OMS informa que a assistência a esses casos aumentou 20% durante os anos 90 e continua a aumentar na maior parte do mundo. Mais da metade dessas mulheres (46 milhões por ano) recorre ao aborto induzido, sendo que 18 milhões o fazem sem condições de segurança.
O relatório informa também que 99% das mortes maternas ocorrem nos países em desenvolvimento.
Com informações do Ministério da Saúde.
Por Alessandra Bastos, Irene Lôbo, Pedro Biondi e Vitor Abdala – Repórteres da Agência Brasil.
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Campanha do Ministério da Saúde buscará incentivar o parto normal
Brasília – Incentivar o parto normal entre as mulheres e diminuir o número de cesáreas realizadas no país. É com esse objetivo que o Ministério da Saúde lança na terça-feira (30) uma campanha nacional pelo parto humanizado.
Dados de 2004 do Sistema de Nascidos Vivos (Sisnasc),do Ministério da Saúde, apontam que dos 2,3 milhões de partos realizados anualmente no país, 41,8% são cesáreas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que esse índice seja de até 15%.
A campanha pelo parto normal se insere nas comemorações do Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e do Dia Nacional da Redução da Mortalidade Materna, celebrados hoje (28). O Ministério da Saúde pretende distribuir 90 mil cartazes e 3 milhões de panfletos com informações sobre os benefícios que o parto humanizado proporciona às mulheres.
Esse trabalho de conscientização é voltado principalmente para as mulheres grávidas e profissionais de serviços de saúde das redes públicas e hospitais particulares que atendem gestantes e fazem partes partos. A medida faz parte das ações de melhoria da qualidade de atendimento de mulheres no Sistema Único de Saúde (SUS).
Com informações do Ministério da Saúde.
Por Érica Santana – Repórter da Agência Brasil.
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