(Curitiba)Nesta sexta-feira (15/10/2004), os sindicalistas bancários do Estado do Paraná, filiados à CUT (Central Única dos Trabalhadores), estiveram reunidos por comunicação eletrônica com vistas a dar prosseguimento às nossas lutas concernentes às Negociações Coletivas para o período 2004/2005 e analisar os efeitos dos quatro anos da privatização do Banestado (Banco do Estado do Paraná S. A.).
Reafirmamos a necessidade de reabertura das negociações propostas e encaminhamos o Dia Nacional de Lutas marcado para a próxima quinta-feira (21/10/2004), o qual terá atividades em todas as bases bancárias cutistas em nosso estado.
Entendemos a necessidade de mobilização para este dia, como uma maneira de mostrarmos a nossa indignação frente à intransigência dos patrões (banqueiros e governo federal) e ao oportunismo de uma parte insignificante dos representantes dos bancários, neste caso, a Contec (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Empresa de Crédito) que desrespeitou a vontade dos trabalhadores determinada em congresso específico e solicitou o ajuizamento de dissídios coletivos no TST (Tribunal Superior do Trabalho) relativos aos trabalhadores no Banco do Brasil e na CAIXA. Neste dia (21/10/2004), acontecerão os julgamentos dos dissídios relativos a estes dois bancos.
De outra parte, decidimos por um Dia de Luta pelo Emprego, nesta segunda-feira (18/10/2004), lembrando a data de aniversário de quatro anos da malfada privatização do Banestado, ocorrida em 17/10/2000. Esta luta com caráter de luto e resistência visa não perdermos de vista a eliminação de postos de trabalho por conta da privatização. Pouco antes da privatização, cerca de 9 mil trabalhadores compunham as fileiras no Banestado. Hoje, menos de 3 mil trabalhadores banestadenses permanecem nas empresas do grupo Itaú, portanto, a eliminação de postos de trabalho passou de 6 mil vagas, por conta da irresponsabilidade da era Lerner e da sanha financista do novo patrão. Que responsabilidade social é esta ?
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Por Mhais• 15 de outubro de 2004• 18:08• Sem categoria
A luta continua no Paraná
(Curitiba)Nesta sexta-feira (15/10/2004), os sindicalistas bancários do Estado do Paraná, filiados à CUT (Central Única dos Trabalhadores), estiveram reunidos por comunicação eletrônica com vistas a dar prosseguimento às nossas lutas concernentes às Negociações Coletivas para o período 2004/2005 e analisar os efeitos dos quatro anos da privatização do Banestado (Banco do Estado do Paraná S. A.).
Reafirmamos a necessidade de reabertura das negociações propostas e encaminhamos o Dia Nacional de Lutas marcado para a próxima quinta-feira (21/10/2004), o qual terá atividades em todas as bases bancárias cutistas em nosso estado.
Entendemos a necessidade de mobilização para este dia, como uma maneira de mostrarmos a nossa indignação frente à intransigência dos patrões (banqueiros e governo federal) e ao oportunismo de uma parte insignificante dos representantes dos bancários, neste caso, a Contec (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Empresa de Crédito) que desrespeitou a vontade dos trabalhadores determinada em congresso específico e solicitou o ajuizamento de dissídios coletivos no TST (Tribunal Superior do Trabalho) relativos aos trabalhadores no Banco do Brasil e na CAIXA. Neste dia (21/10/2004), acontecerão os julgamentos dos dissídios relativos a estes dois bancos.
De outra parte, decidimos por um Dia de Luta pelo Emprego, nesta segunda-feira (18/10/2004), lembrando a data de aniversário de quatro anos da malfada privatização do Banestado, ocorrida em 17/10/2000. Esta luta com caráter de luto e resistência visa não perdermos de vista a eliminação de postos de trabalho por conta da privatização. Pouco antes da privatização, cerca de 9 mil trabalhadores compunham as fileiras no Banestado. Hoje, menos de 3 mil trabalhadores banestadenses permanecem nas empresas do grupo Itaú, portanto, a eliminação de postos de trabalho passou de 6 mil vagas, por conta da irresponsabilidade da era Lerner e da sanha financista do novo patrão. Que responsabilidade social é esta ?
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