(São Paulo) Assédio ou Violência Moral no Trabalho é um problema que está atingindo a categoria bancária em níveis alarmantes. Os bancários estão entre os trabalhadores que mais sofrem os abusos morais nos locais de trabalho. Os métodos aplicados pela empresa na cobrança para o cumprimento das metas são alguns dos principais exemplos.
Na Rede de Apoio aos Negócios e à Gestão, por exemplo, existem 119 funcionários para apenas 109 vagas com direito à comissão, de acordo com o Banco do Brasil. Apesar da garantia da empresa de que não cortaria comissões, a sobrecarga de trabalho, as metas excessivas e a possibilidade de descomissionamento têm gerado grande intranqüilidade.
Os dirigentes sindicais têm realizado reuniões com os bancários nas agências do banco para discutir uma série de questões, inclusive o Assédio Moral. O saldo é positivo, pois, além da aproximação necessária com os trabalhadores nos locais de trabalho, os Sindicatos podem apurar diretamente denúncias, críticas e sugestões.“Levantamos todos os problemas que afligem a categoria e procuramos tirar dúvidas, inclusive estimulando o contato constante com o Sindicato”, lembra o diretor do Sindicato de São Paulo, Osasco e Região, Leonardo Martins Pereira.
Além disso, conforme o Acordo Coletivo (cláusula 50) aditivo à CCT, o banco deve incluir discussões sobre o tema Assédio Moral em seus programas e cursos de gerenciamento de pessoal e de relacionamento inter-pessoal.
NOTÍCIA BASEADA EM MATÉRIA PUBLICADA EM “O ESPELHO” DO SINDICATO DE SÃO PAULO, OSASCO E REGIÃO.
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Por Mhais• 28 de junho de 2006• 17:47• Sem categoria
Assédio moral atinge níveis alarmantes no Banco do Brasil
(São Paulo) Assédio ou Violência Moral no Trabalho é um problema que está atingindo a categoria bancária em níveis alarmantes. Os bancários estão entre os trabalhadores que mais sofrem os abusos morais nos locais de trabalho. Os métodos aplicados pela empresa na cobrança para o cumprimento das metas são alguns dos principais exemplos.
Na Rede de Apoio aos Negócios e à Gestão, por exemplo, existem 119 funcionários para apenas 109 vagas com direito à comissão, de acordo com o Banco do Brasil. Apesar da garantia da empresa de que não cortaria comissões, a sobrecarga de trabalho, as metas excessivas e a possibilidade de descomissionamento têm gerado grande intranqüilidade.
Os dirigentes sindicais têm realizado reuniões com os bancários nas agências do banco para discutir uma série de questões, inclusive o Assédio Moral. O saldo é positivo, pois, além da aproximação necessária com os trabalhadores nos locais de trabalho, os Sindicatos podem apurar diretamente denúncias, críticas e sugestões.“Levantamos todos os problemas que afligem a categoria e procuramos tirar dúvidas, inclusive estimulando o contato constante com o Sindicato”, lembra o diretor do Sindicato de São Paulo, Osasco e Região, Leonardo Martins Pereira.
Além disso, conforme o Acordo Coletivo (cláusula 50) aditivo à CCT, o banco deve incluir discussões sobre o tema Assédio Moral em seus programas e cursos de gerenciamento de pessoal e de relacionamento inter-pessoal.
NOTÍCIA BASEADA EM MATÉRIA PUBLICADA EM “O ESPELHO” DO SINDICATO DE SÃO PAULO, OSASCO E REGIÃO.
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