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Assinado o Acordo Coletivo do BB

(São Paulo) O Banco do Brasil e a Executiva Nacional dos Bancários acabaram de assinar o Acordo Coletivo de Trabalho 2004/2005, na sede da empresa em Brasília. Depois de quase seis meses de Campanha Salarial e uma greve de trinta dias, os bancários do BB conseguiram conquistar boa parte das reivindicações definidas em 8 de junho, durante o XV Congresso dos Funcionários do Banco do Brasil.

“Este acordo é apenas mais um passo em busca de muitos benefícios que os funcionários do BB ainda reivindicam. O próximo passo será avançar nas negociações da Parcela Previ, já agendada para segunda-feira. E temos outras questões para resolver, como o Plano de Cargos e Salários e o Plano de Cargos Comissionados, itens constantes na pauta das negociações permanentes”, afirmou Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários.

O presidente da Confederação Nacional dos Bancários (CNB/CUT), Vagner Freitas, destacou durante a assinatura que os bancários esperam que esta seja a última Convenção Coletiva. A partir do ano que vem – detalhou Vagner – a categoria vai brigar pelo Contrato Nacional de Trabalho. “Nós esperamos que em 2005 o Banco do Brasil só assine um acordo aditivo ao Contrato Nacional de Trabalho”, enfatizou.

A resposta da direção do BB veio do vice-presidente de Gestão de Pessoas e Responsabilidade Sócio-ambiental, Luiz Osvaldo. Ele disse que a Campanha Salarial deste ano deixou uma lição para todos e que “é necessário humildade para aprendê-la e assim continuarmos caminhando”.

O Acordo – Com a assinatura do Acordo Coletivo esta tarde, o Banco do Brasil se comprometeu a creditar ainda hoje os valores referentes à PLR. Pelo acordo, o Banco do Brasil estenderá o módulo bônus para todos os funcionários. O critério de aplicação da PLR é o mesmo proposto pela Fenaban, mas adaptado à periodicidade semestral. A distribuição será de 40% do salário, acrescido de parcela fixa de R$ 352,63, limitado ao valor de R$ 2.504,72.

Além dos segmentos incluídos no módulo básico nos semestres anteriores, também serão contemplados os funcionários licenciados por acidentes de trabalho, mesmo que não tenham trabalhado durante o semestre; os empregados cedidos aos órgãos públicos; e os trabalhadores com LER. “A forma de distribuição da PLR foi um dos grandes avanços deste Acordo, pois conseguimos ampliar os Módulos Bônus e Básico”, comentou Eduardo Araújo, diretor do Sindicato de Brasília e membro da Comissão de Empresa.

O acordo ainda garante reajuste de 8,5% para todos e mais R$ 30 para aqueles que ganham até R$ 1500, assim como na Convenção Coletiva da Fenaban, da mesma forma que a cesta-alimentação, programa de alimentação, indenização por morte ou invalidez decorrente de assalto, auxílio-creche e auxílio filhos excepcionais ou deficientes físicos.

Os bancários também não terão descontados os dias parados nesta greve. Metade será abonada e os outros 50% serão compensados em forma de horas extras a serem realizadas até o dia 31 de maio.

Parcela Previ – O banco assumiu o compromisso de reduzir a Parcela Previ dos atuais R$ 2.057 para um valor entre R$ 1.480 e R$ 1.520, garantindo como benefício mínimo 30% do valor. A próxima rodada de negociação para debater a Parcela Previ está agendada para o dia 29, às 15h.

Fonte: Fábio Jammal Makhoul – CNB/CUT

Por 10:13 Notícias

Assinado o Acordo Coletivo do BB

(São Paulo) O Banco do Brasil e a Executiva Nacional dos Bancários acabaram de assinar o Acordo Coletivo de Trabalho 2004/2005, na sede da empresa em Brasília. Depois de quase seis meses de Campanha Salarial e uma greve de trinta dias, os bancários do BB conseguiram conquistar boa parte das reivindicações definidas em 8 de junho, durante o XV Congresso dos Funcionários do Banco do Brasil.
“Este acordo é apenas mais um passo em busca de muitos benefícios que os funcionários do BB ainda reivindicam. O próximo passo será avançar nas negociações da Parcela Previ, já agendada para segunda-feira. E temos outras questões para resolver, como o Plano de Cargos e Salários e o Plano de Cargos Comissionados, itens constantes na pauta das negociações permanentes”, afirmou Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários.
O presidente da Confederação Nacional dos Bancários (CNB/CUT), Vagner Freitas, destacou durante a assinatura que os bancários esperam que esta seja a última Convenção Coletiva. A partir do ano que vem – detalhou Vagner – a categoria vai brigar pelo Contrato Nacional de Trabalho. “Nós esperamos que em 2005 o Banco do Brasil só assine um acordo aditivo ao Contrato Nacional de Trabalho”, enfatizou.
A resposta da direção do BB veio do vice-presidente de Gestão de Pessoas e Responsabilidade Sócio-ambiental, Luiz Osvaldo. Ele disse que a Campanha Salarial deste ano deixou uma lição para todos e que “é necessário humildade para aprendê-la e assim continuarmos caminhando”.
O Acordo – Com a assinatura do Acordo Coletivo esta tarde, o Banco do Brasil se comprometeu a creditar ainda hoje os valores referentes à PLR. Pelo acordo, o Banco do Brasil estenderá o módulo bônus para todos os funcionários. O critério de aplicação da PLR é o mesmo proposto pela Fenaban, mas adaptado à periodicidade semestral. A distribuição será de 40% do salário, acrescido de parcela fixa de R$ 352,63, limitado ao valor de R$ 2.504,72.
Além dos segmentos incluídos no módulo básico nos semestres anteriores, também serão contemplados os funcionários licenciados por acidentes de trabalho, mesmo que não tenham trabalhado durante o semestre; os empregados cedidos aos órgãos públicos; e os trabalhadores com LER. “A forma de distribuição da PLR foi um dos grandes avanços deste Acordo, pois conseguimos ampliar os Módulos Bônus e Básico”, comentou Eduardo Araújo, diretor do Sindicato de Brasília e membro da Comissão de Empresa.
O acordo ainda garante reajuste de 8,5% para todos e mais R$ 30 para aqueles que ganham até R$ 1500, assim como na Convenção Coletiva da Fenaban, da mesma forma que a cesta-alimentação, programa de alimentação, indenização por morte ou invalidez decorrente de assalto, auxílio-creche e auxílio filhos excepcionais ou deficientes físicos.
Os bancários também não terão descontados os dias parados nesta greve. Metade será abonada e os outros 50% serão compensados em forma de horas extras a serem realizadas até o dia 31 de maio.
Parcela Previ – O banco assumiu o compromisso de reduzir a Parcela Previ dos atuais R$ 2.057 para um valor entre R$ 1.480 e R$ 1.520, garantindo como benefício mínimo 30% do valor. A próxima rodada de negociação para debater a Parcela Previ está agendada para o dia 29, às 15h.
Fonte: Fábio Jammal Makhoul – CNB/CUT

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