São Paulo – Nesta terça-feira, dia 23, os trabalhadores do ABN nas principais cidade do Uruguai, Paraguai, Argentina, Chile e Brasil realizam manifestações e protestos contra demissões e por mais contratações por parte do banco. Os protestos serão realizados pela manhã, no horário de entrada dos funcionários nos locais de trabalho.
As atividade, foram organizadas pela CCSCS (Coordenadora das Centrais Sindicais do Cone Sul) e pela Coordenadora do ABN (que congrega os bancários do banco naqueles países).
A organização das manifestações surgiu principalmente a partir da intenção divulgada pelo ABN no início deste mês de efetuar 2.400 demissões em todos os países em que atua para reduzir custos. Segundo a notícia, propagada mundialmente, cerca de 500 empregos seriam extintos só na América do Sul.
Segundo o diretor do Sindicato Marcelo Gonçalves, a hora de mostrar a disposição para lutar contra a medida planejada pela empresa é agora.
“Mobilizar-se em torno da defesa dos nossos empregos e contra as demissões num banco que há tempos não faz outra coisa que não crescer é essencial neste momento. É preciso que todos os bancários do ABN se antecipem aos acontecimentos e se organizem para garantir que seu futuro não seja tratado como item descartável pelo banco.”
Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo
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Por Mhais• 18 de maio de 2006• 10:03• Sem categoria
Ato internacional contra demissões mobiliza ABN
São Paulo – Nesta terça-feira, dia 23, os trabalhadores do ABN nas principais cidade do Uruguai, Paraguai, Argentina, Chile e Brasil realizam manifestações e protestos contra demissões e por mais contratações por parte do banco. Os protestos serão realizados pela manhã, no horário de entrada dos funcionários nos locais de trabalho.
As atividade, foram organizadas pela CCSCS (Coordenadora das Centrais Sindicais do Cone Sul) e pela Coordenadora do ABN (que congrega os bancários do banco naqueles países).
A organização das manifestações surgiu principalmente a partir da intenção divulgada pelo ABN no início deste mês de efetuar 2.400 demissões em todos os países em que atua para reduzir custos. Segundo a notícia, propagada mundialmente, cerca de 500 empregos seriam extintos só na América do Sul.
Segundo o diretor do Sindicato Marcelo Gonçalves, a hora de mostrar a disposição para lutar contra a medida planejada pela empresa é agora.
“Mobilizar-se em torno da defesa dos nossos empregos e contra as demissões num banco que há tempos não faz outra coisa que não crescer é essencial neste momento. É preciso que todos os bancários do ABN se antecipem aos acontecimentos e se organizem para garantir que seu futuro não seja tratado como item descartável pelo banco.”
Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo
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