(São Paulo) A partir do acordo coletivo de trabalho de 2004, todo funcionário do Banco do Brasil com salário de até R$ 1.500 recebia uma parcela mensal no valor de R$ 30, a título de verba 109.
Com o reajuste de 6% – estabelecido na última Campanha Nacional -, sobre as verbas fixas de natureza salarial, esse teto passou para R$ 1.590 e a verba 109 para R$ 31,80. Desde então, o Banco do Brasil errou na contabilizaço e os comissionados da central de atendimento do banco, mesmo com salários de até 1.590 tiveram suas verbas 109 eliminadas irregularmente.
No dia 2 de junho, a Comissão de Empresa enviou ao banco correspondência exigindo a imediata regularização.
“Esperamos que o banco corrija a irregularidade praticada contra seus funcionários e respeite o acordo assinado. Esse é um ato vergonhoso para um banco que lucrou R$ 2,3 bilhões apenas nos primeiros três meses do ano” diz William Mendes, diretor do Sindicato e representante na Comissão de Empresa.
Fonte: Elisângela Cordeiro – Seeb SP
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Por Mhais• 26 de junho de 2006• 09:26• Sem categoria
Bancários cobram do BB reposição do valor fixo-dissídio
(São Paulo) A partir do acordo coletivo de trabalho de 2004, todo funcionário do Banco do Brasil com salário de até R$ 1.500 recebia uma parcela mensal no valor de R$ 30, a título de verba 109.
Com o reajuste de 6% – estabelecido na última Campanha Nacional -, sobre as verbas fixas de natureza salarial, esse teto passou para R$ 1.590 e a verba 109 para R$ 31,80. Desde então, o Banco do Brasil errou na contabilizaço e os comissionados da central de atendimento do banco, mesmo com salários de até 1.590 tiveram suas verbas 109 eliminadas irregularmente.
No dia 2 de junho, a Comissão de Empresa enviou ao banco correspondência exigindo a imediata regularização.
“Esperamos que o banco corrija a irregularidade praticada contra seus funcionários e respeite o acordo assinado. Esse é um ato vergonhoso para um banco que lucrou R$ 2,3 bilhões apenas nos primeiros três meses do ano” diz William Mendes, diretor do Sindicato e representante na Comissão de Empresa.
Fonte: Elisângela Cordeiro – Seeb SP
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