O Sindicato dos Bancários de Curitiba decidiu, no início da noite desta quinta-feira, manter a paralisação nas agências da cidade. A previsão é que o número de agências fechadas aumente nesta sexta-feira, inclusive no interior do estado, e que o movimento ganhe adesão de funcionários de bancos privados.
Durante toda a quarta-feira, cerca de 2 mil funcionários da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil fecharam prédios centrais dos bancos e 23 agências no Portão, Pinheirinho e no centro da cidade, além de quatro agências de Umuarama, no interior do estado. Também participaram do movimento funcionários de duas agências do Banco Itaú. Os clientes tiveram acesso apenas aos serviços dos caixas de auto-atendimento.
Segundo o diretor do sindicato, Eustáquio Moreira dos Santos, a paralisação é solidária ao movimento nacional da categoria e já está marcada para segunda-feira uma nova assembléia para votar o indicativo de greve geral, prevista para o dia 21.
As paralisações começaram na quarta-feira em quatro capitais brasileiras (Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis e Brasília) e na quinta-feira ganharam a adesão de funcionários de outras capitais, entre elas Curitiba. Também estão marcadas para segunda-feira assembléias dos sindicatos municipais de Cornélio Procópio, Londrina e Paranavaí.
A categoria reivindica 6,22% de reposição das perdas inflacionárias e um aumento real de salário que completaria um reajuste de 25%. Os bancários também pedem Participação nos Lucros e Resultados (PLR), além de um adicional de R$ 1.200 para todos os funcionários. No início do mês a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) ofereceu aumento de 8,5% sobre os salários pagos em agosto e 80% de um salário como PLR. A proposta foi rejeitada pelos bancários, que aguardam contraproposta da federação.
Fonte: Gazeta do Povo – Cinthia Scheffer
Notícias recentes
- Desemprego no 1º trimestre é de 6,1%, o menor já registrado no período
- Contraf-CUT lamenta o falecimento do dirigente sindical Daniel Machado Gaio
- A reação de Lula à decisão do Senado de rejeitar Messias para o STF
- Após estratégias para reduzir os preços da gasolina e do diesel, governo Lula lança pacote para subsidiar o gás de cozinha
- Brasil ultrapassa EUA pela 1ª vez em ranking de liberdade de imprensa
Comentários
Por Mhais• 17 de setembro de 2004• 10:35• Sem categoria
Bancários decidem parar novamente em Curitiba e no interior
O Sindicato dos Bancários de Curitiba decidiu, no início da noite desta quinta-feira, manter a paralisação nas agências da cidade. A previsão é que o número de agências fechadas aumente nesta sexta-feira, inclusive no interior do estado, e que o movimento ganhe adesão de funcionários de bancos privados.
Durante toda a quarta-feira, cerca de 2 mil funcionários da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil fecharam prédios centrais dos bancos e 23 agências no Portão, Pinheirinho e no centro da cidade, além de quatro agências de Umuarama, no interior do estado. Também participaram do movimento funcionários de duas agências do Banco Itaú. Os clientes tiveram acesso apenas aos serviços dos caixas de auto-atendimento.
Segundo o diretor do sindicato, Eustáquio Moreira dos Santos, a paralisação é solidária ao movimento nacional da categoria e já está marcada para segunda-feira uma nova assembléia para votar o indicativo de greve geral, prevista para o dia 21.
As paralisações começaram na quarta-feira em quatro capitais brasileiras (Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis e Brasília) e na quinta-feira ganharam a adesão de funcionários de outras capitais, entre elas Curitiba. Também estão marcadas para segunda-feira assembléias dos sindicatos municipais de Cornélio Procópio, Londrina e Paranavaí.
A categoria reivindica 6,22% de reposição das perdas inflacionárias e um aumento real de salário que completaria um reajuste de 25%. Os bancários também pedem Participação nos Lucros e Resultados (PLR), além de um adicional de R$ 1.200 para todos os funcionários. No início do mês a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) ofereceu aumento de 8,5% sobre os salários pagos em agosto e 80% de um salário como PLR. A proposta foi rejeitada pelos bancários, que aguardam contraproposta da federação.
Fonte: Gazeta do Povo – Cinthia Scheffer
Deixe um comentário