Bancários de diversas partes do país participam amanhã de um ato por justiça social e mudanças na política econômica. A atividade é convocada pela Coordenação dos Movimentos Sociais, apoiada pela CUT.
A concentração ocorre a partir das 11h, em frente do Ministério da Fazenda, com presença de dirigentes sindicais de todo o Brasil.
Os bancários vão exigir a apuração de todas as denúncias de corrupção e a punição dos envolvidos. A categoria bancária também quer mudanças na política econômica, pois é baseada na manutenção das mais altas taxas de juros do mundo, que favorece apenas aos bancos e os setores que especulam em detrimento do crescimento econômico e da redistribuição de renda.
Será entregue, ainda, documento ao Ministro da Fazenda, Antônio Palocci, solicitando o fim do processo de privatização dos bancos federalizados, em especial, a imediata suspensão do processo de privatização do Banco do Estado do Ceará, BEC, marcado para 15 de setembro.
“Denunciaremos à sociedade os altos lucros dos bancos, a cobrança extorsiva das tarifas, que cobrem o total das folhas de pagamentos, e taxas aplicadas aos empréstimos, cheque especial, cartão de crédito, que ultrapassam os 10% ao mês”, destaca o presidente da CNB-CUT, Vagner Freitas.
Os bancários querem também posicionamento da Fazenda sobre o documento encaminhado pela CUT que propõe a ampliação do CMN (Conselho Monetário Nacional).
Vão denunciar ainda as resoluções do Banco Central que desregulamentam o trabalho bancário e permitem, por exemplo, a criação dos correspondentes bancários.
Fonte: folha on line
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Por Mhais• 15 de agosto de 2005• 21:12• Sem categoria
Bancários em Brasília
Bancários de diversas partes do país participam amanhã de um ato por justiça social e mudanças na política econômica. A atividade é convocada pela Coordenação dos Movimentos Sociais, apoiada pela CUT.
A concentração ocorre a partir das 11h, em frente do Ministério da Fazenda, com presença de dirigentes sindicais de todo o Brasil.
Os bancários vão exigir a apuração de todas as denúncias de corrupção e a punição dos envolvidos. A categoria bancária também quer mudanças na política econômica, pois é baseada na manutenção das mais altas taxas de juros do mundo, que favorece apenas aos bancos e os setores que especulam em detrimento do crescimento econômico e da redistribuição de renda.
Será entregue, ainda, documento ao Ministro da Fazenda, Antônio Palocci, solicitando o fim do processo de privatização dos bancos federalizados, em especial, a imediata suspensão do processo de privatização do Banco do Estado do Ceará, BEC, marcado para 15 de setembro.
“Denunciaremos à sociedade os altos lucros dos bancos, a cobrança extorsiva das tarifas, que cobrem o total das folhas de pagamentos, e taxas aplicadas aos empréstimos, cheque especial, cartão de crédito, que ultrapassam os 10% ao mês”, destaca o presidente da CNB-CUT, Vagner Freitas.
Os bancários querem também posicionamento da Fazenda sobre o documento encaminhado pela CUT que propõe a ampliação do CMN (Conselho Monetário Nacional).
Vão denunciar ainda as resoluções do Banco Central que desregulamentam o trabalho bancário e permitem, por exemplo, a criação dos correspondentes bancários.
Fonte: folha on line
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