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Bancários em peso no 2º Congresso Mundial da UNI

(São Paulo) Empresas globalizadas, direitos nem tanto. É para debater o desrespeito à organização sindical e aos direitos dos trabalhadores que 1.300 dirigentes sindicais de 122 países estão reunidos em Chicago, no 2º Congresso Mundial da UNI (Union Network International). O evento, que teve início no sábado, 22, e se encerra nesta sexta, 25, pretende traçar diretrizes mínimas para obrigar as empresas multinacionais a respeitar seus empregados, igualmente, em qualquer país do mundo.
“Empresas como Xerox, Coca-Cola, Wal-Mart estão em todos os lugares do mundo, assim como Santander, ABN Amro, HSBC. E nem sempre esses empregadores tratam com o mesmo e devido respeito todos os trabalhadores do grupo. Estamos organizados para exigir isso”, afirma o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino, um dos representantes dos bancários no Congresso.
O presidente da UNI, Joe Hansen, destacou, na abertura do encontro, que o sindicalismo global é essencial para tratar com os empregadores do século XXI. E adverte: esse novo empregador quer reduzir salários e direitos. “Como sindicato global temos que questionar esse tipo de modelo”, advertiu Hansen.
UNI – A Union Network International tem 15,5 milhões de membros de 900 sindicatos do mundo. De acordo com seu secretário-geral, Philip Jennings, trabalhadores de 133 países são afetados por leis e práticas anti-sindicais: “são cerca de 35 milhões de pessoas que não têm o direito fundamental de organização, o que restringe suas oportunidades, sua segurança e seus direitos humanos”.
Do encontro devem sair acordos globais que sirvam para os trabalhadores de todo o planeta. “Só assim, solidários e organizados mundialmente, os trabalhadores podem causar impacto nas empresas globalizadas”, ressalta Marcolino.
Fonte: Cláudia Motta – Seeb SP

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Bancários em peso no 2º Congresso Mundial da UNI

(São Paulo) Empresas globalizadas, direitos nem tanto. É para debater o desrespeito à organização sindical e aos direitos dos trabalhadores que 1.300 dirigentes sindicais de 122 países estão reunidos em Chicago, no 2º Congresso Mundial da UNI (Union Network International). O evento, que teve início no sábado, 22, e se encerra nesta sexta, 25, pretende traçar diretrizes mínimas para obrigar as empresas multinacionais a respeitar seus empregados, igualmente, em qualquer país do mundo.

“Empresas como Xerox, Coca-Cola, Wal-Mart estão em todos os lugares do mundo, assim como Santander, ABN Amro, HSBC. E nem sempre esses empregadores tratam com o mesmo e devido respeito todos os trabalhadores do grupo. Estamos organizados para exigir isso”, afirma o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino, um dos representantes dos bancários no Congresso.

O presidente da UNI, Joe Hansen, destacou, na abertura do encontro, que o sindicalismo global é essencial para tratar com os empregadores do século XXI. E adverte: esse novo empregador quer reduzir salários e direitos. “Como sindicato global temos que questionar esse tipo de modelo”, advertiu Hansen.

UNI – A Union Network International tem 15,5 milhões de membros de 900 sindicatos do mundo. De acordo com seu secretário-geral, Philip Jennings, trabalhadores de 133 países são afetados por leis e práticas anti-sindicais: “são cerca de 35 milhões de pessoas que não têm o direito fundamental de organização, o que restringe suas oportunidades, sua segurança e seus direitos humanos”.

Do encontro devem sair acordos globais que sirvam para os trabalhadores de todo o planeta. “Só assim, solidários e organizados mundialmente, os trabalhadores podem causar impacto nas empresas globalizadas”, ressalta Marcolino.

Fonte: Cláudia Motta – Seeb SP

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