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Por 09:17 Notícias

Bancários fecham agências e pedem aumento

Protesto impediu o atendimento, ontem, entre as 10 e 12 horas • Novas manifestações estão previstas para amanhã
O Sindicato dos Bancários de Curitiba promoveu ontem mais uma manifestação contra a falta de propostas dos banqueiros nas negociações da campanha salarial de 2004, cuja data-base é 1.º de setembro. Cerca de 200 bancários das agências do Itaú, Bradesco, Santander e ABN Real, localizadas entre as Ruas XV de Novembro e Monsenhor Celso, paralisaram suas atividades das 10 às 12 horas. Para amanhã, novas paralisações estão programadas, mas o Sindicato dos Bancários somente informará os bancos que não funcionarão pela manhã momentos antes do início do protesto.
Segundo informou ontem a presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba, Marisa Stédile, já foram realizadas três rodadas de negociação com os banqueiros e até agora nenhuma proposta foi apresentada.
Os bancários estão reivindicando, além do reajuste salarial de 25%, aumento do piso de R$ 702 para R$ 1.522 e garantia contra as demissões sem justa causa. “Nós queremos que o Brasil volte a cumprir a Convenção Internacional do Trabalho, pois o que se verifica hoje é que as empresas estão demitindo sem justa causa, atingindo principalmente funcionários com salários mais altos e com mais tempo de casa”, alerta a sindicalista.
Para a presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba, a única forma dos bancos criarem mais emprego é elevar o número de horas de atendimento nas agências. Para gerar emprego, a categoria propõe redução da jornada de seis para cinco horas diárias (25 semanais) e ampliação do horário de atendimento das 9 às 17 horas. Estudos feitos pelos bancários apontam que com a redução da jornada de trabalho seriam abertas 161 mil vagas em todo o país.
Marisa Stédile destaca que os banqueiros ameaçam que se um novo turno de trabalho for implementado nos bancos, eles responderão com o aumento de tecnologia para os clientes.
Fonte: Gazeta do Povo

Por 09:17 Sem categoria

Bancários fecham agências e pedem aumento

Protesto impediu o atendimento, ontem, entre as 10 e 12 horas • Novas manifestações estão previstas para amanhã

O Sindicato dos Bancários de Curitiba promoveu ontem mais uma manifestação contra a falta de propostas dos banqueiros nas negociações da campanha salarial de 2004, cuja data-base é 1.º de setembro. Cerca de 200 bancários das agências do Itaú, Bradesco, Santander e ABN Real, localizadas entre as Ruas XV de Novembro e Monsenhor Celso, paralisaram suas atividades das 10 às 12 horas. Para amanhã, novas paralisações estão programadas, mas o Sindicato dos Bancários somente informará os bancos que não funcionarão pela manhã momentos antes do início do protesto.

Segundo informou ontem a presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba, Marisa Stédile, já foram realizadas três rodadas de negociação com os banqueiros e até agora nenhuma proposta foi apresentada.

Os bancários estão reivindicando, além do reajuste salarial de 25%, aumento do piso de R$ 702 para R$ 1.522 e garantia contra as demissões sem justa causa. “Nós queremos que o Brasil volte a cumprir a Convenção Internacional do Trabalho, pois o que se verifica hoje é que as empresas estão demitindo sem justa causa, atingindo principalmente funcionários com salários mais altos e com mais tempo de casa”, alerta a sindicalista.

Para a presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba, a única forma dos bancos criarem mais emprego é elevar o número de horas de atendimento nas agências. Para gerar emprego, a categoria propõe redução da jornada de seis para cinco horas diárias (25 semanais) e ampliação do horário de atendimento das 9 às 17 horas. Estudos feitos pelos bancários apontam que com a redução da jornada de trabalho seriam abertas 161 mil vagas em todo o país.

Marisa Stédile destaca que os banqueiros ameaçam que se um novo turno de trabalho for implementado nos bancos, eles responderão com o aumento de tecnologia para os clientes.

Fonte: Gazeta do Povo

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