SÉRGIO RIPARDO
da Folha Online
O BNL (Banca Nazionale del Lavoro), quinto maior banco italiano, já abriu o data-room [sala de informações] para a venda de sua filial no Brasil.
Segundo um analista que acompanha o setor, o banco Votorantim teria interesse de comprar a unidade. Mas o Votorantim nega que tenha acessado o data-room.
O interesse do Votorantim viria do fato de que as duas instituições assinaram, em março último, um acordo operacional para a gestão da carteira de fundos do BNL pela administradora de recursos do Votorantim.
Aumentou ainda mais a suspeita de que o Votorantim poderia comprar o BNL porque, na semana passada, surgiram rumores da preparação de uma nova captação no mercado externo, estimada em US$ 300 milhões. A operação também é negada pelo banco.
Em ativos, o BNL aparece na 56ª posição no ranking da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), com R$ 2,192 bilhões (dados de dezembro de 2002).
O Votorantim figura no 13º lugar com R$ 18,1 bilhões. Se comprar o BNL, sobe para o 12º lugar, ultrapassando o BCN (R$ 19,4 bilhões).
Em fevereiro, o presidente-executivo do BNL, Davide Croff, já havia afirmado que sua empresa planejava deixar o Brasil e fechar outras operações internacionais não-estratégicas.
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Por Mhais• 16 de setembro de 2003• 21:13• Sem categoria
BANCO ITALIANO PROCURA INTERESSADO EM SUA UNIDADE NO BRASIL
SÉRGIO RIPARDO
da Folha Online
O BNL (Banca Nazionale del Lavoro), quinto maior banco italiano, já abriu o data-room [sala de informações] para a venda de sua filial no Brasil.
Segundo um analista que acompanha o setor, o banco Votorantim teria interesse de comprar a unidade. Mas o Votorantim nega que tenha acessado o data-room.
O interesse do Votorantim viria do fato de que as duas instituições assinaram, em março último, um acordo operacional para a gestão da carteira de fundos do BNL pela administradora de recursos do Votorantim.
Aumentou ainda mais a suspeita de que o Votorantim poderia comprar o BNL porque, na semana passada, surgiram rumores da preparação de uma nova captação no mercado externo, estimada em US$ 300 milhões. A operação também é negada pelo banco.
Em ativos, o BNL aparece na 56ª posição no ranking da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), com R$ 2,192 bilhões (dados de dezembro de 2002).
O Votorantim figura no 13º lugar com R$ 18,1 bilhões. Se comprar o BNL, sobe para o 12º lugar, ultrapassando o BCN (R$ 19,4 bilhões).
Em fevereiro, o presidente-executivo do BNL, Davide Croff, já havia afirmado que sua empresa planejava deixar o Brasil e fechar outras operações internacionais não-estratégicas.
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