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Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo-Sul apresenta linhas de crédito para empresários, em Ponta Grossa

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo-Sul (BRDE) e a Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG) realizaram nesta terça-feira (10) à noite, em Ponta Grossa, o primeiro evento do projeto SuperAção, que tem como objetivo levar aos empresários informações sobre as principais linhas de financiamento e as oportunidades de investimento do banco. A apresentação foi feita a um grupo de quase 100 empresários, no auditório da sede da ACIPG. A próxima etapa do SuperAção será realizada para empresários de Cascavel, próximo dia 17e, em seguida, o projeto será levado para Londrina, no dia 19.

Para o presidente do BRDE, Airton Pissetti, o programa abre grandes possibilidades de crescimento para as empresas de Ponta Grossa e dos Campos Gerais. “O BRDE com toda a sua história e credibilidade fomenta, acompanha e orienta os empresários nas linhas de financiamento”, disse na abertura do evento.

O vice-presidente de Atividades Produtivas da ACIPG, José Divalsir Gondaski, disse que Ponta Grossa foi a primeira cidade do Paraná a receber o projeto de apresentação do SuperAção. “O BRDE opera com pequenas, médias e grandes empresas. O intuito da palestra é disponibilizar aos empresários via ACIPG essa oportunidade de contato, que representa uma grande possibilidade para conseguirem linhas de financiamentos junto ao Banco”, comentou.

A equipe de técnicos e analistas do BRDE chefiada pelo gerente de Planejamento da agência de Curitiba, Thiago Tosatto, apresentou aos participantes linhas do Programa de Sustentação do Investimento (PSI). “O PSI tem juros fixos de apenas 5,5% ao ano e prazo de dez anos para pagar. É uma linha de crédito destinada à compra de máquinas e equipamentos nacionais novos. É uma grande oportunidade para aos empresários que desejam crescer e atender usas demandas”, destacou Airton Pissetti.

O BRDE possui linhas de crédito tanto para modernização e ampliação das instalações de empresas quanto para aquisições de máquinas e equipamentos. Segundo o gerente de planejamento do BRDE, Thiago Tosatto, o banco já investiu em 2010 em torno de R$ 600 milhões só no estado do Paraná. E a previsão é de mais R$ 600 milhões no segundo semestre. “Deste valor R$ 250 milhões estão destinados para pequena e média empresa, empresas que faturam até R$ 90 milhões ao ano”.

Em Ponta Grossa, o número de financiamentos através do BRDE dobrou nos últimos anos. “Em 2008, os financiamentos feitos pelo Banco chegaram a R$ 20 milhões. Já no ano de 2009, os números atingiram R$ 44 milhões”, revelou o gerente.

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BRDE financia R$ 250 milhões às pequenas e médias empresas – 02/08/2010 10:50

Dentro de uma previsão de aplicação de recursos superior a R$ 500 milhões no segundo semestre de 2010, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) pretende destinar R$ 250 milhões para a faixa de micros, pequenas e médias empresas do Paraná. Nestes financiamentos, a grande atração é o PSI – Programa de Sustentação do Investimento, com taxas de juros fixas de 5,5% ao ano e prazo de até 10 anos para pagamento, programa que será encerrado pelo governo federal em dezembro deste ano.

O limite anual de faturamento para enquadramento no BRDE como micros, pequenas e médias empresas é de R$ 90 milhões. No primeiro semestre, houve crescimento de 6% no valor total de pedidos protocolados no Paraná e, especificamente neste segmento das PME, houve um crescimento de 70% no pedido de financiamentos. “É importante o atendimento a esta faixa empresarial porque ela representa 99,2% das empresas brasileiras, gera 60% dos empregos, mas participa com apenas 21% da geração do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro”, afirma o presidente do BRDE, Airton Pissetti.

Segundo o Diretor de Planejamento do Banco, José Moraes Neto, “no Paraná houve um aumento de 48% na procura por financiamentos no 1º semestre tendo como principal demanda o PSI”. Esta linha é a mais atraente para empresas que possuem novos projetos ou desejam incorporar tecnologias mais modernas porque financia exclusivamente máquinas e equipamentos novos de fabricação nacional, o que inclui conjuntos e sistemas industriais, máquinas-ferramenta, tratores, colheitadeiras, implementos agrícolas e máquinas rodoviárias e mesmo equipamentos para pavimentação. E também capital de giro associado à aquisição isolada de máquinas e equipamentos nacionais novos, em operações realizadas com micro, pequenas e médias empresas.

As contratações totais de financiamentos no Paraná deste 1º semestre se mantiveram na mesma faixa do recorde do ano passado, próximas a R$ 600 milhões, apresentando um crescimento de 49% para a Pequena Empresa e de 8,5% para as Médias Empresas.

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