fetec@fetecpr.com.br | (41) 3322-9885 | (41) 3324-5636

Por 11:36 Notícias

Bancos elevam juros apesar da decisão do BC de baixar taxa, diz Procon

Levantamento elaborado pela Fundação Procon-SP mostra que os juros cobrados pelos bancos registraram leve elevação neste mês apesar de o Banco Central ter reduzido pela primeira vez em 17 meses a taxa básica de juros da economia brasileira (Selic).
De acordo com o Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça do Governo do Estado de São Paulo, o juro médio do empréstimo pessoal subiu de 5,44% para 5,46% ao mês em setembro.
Elevaram as taxas cobradas nos emprésitmos os bancos Banespa (de 5,75% para 5,80%) e Real (de 5,70% para 5,90%). Já o HSBC reduziu de 5,10% para 5,07% o juro cobrado nessa modalidade de crédito. Os outros sete bancos incluídos na pesquisa mantiveram suas taxas.
Por usa vez, o juro do cheque especial nos dez bancos pesquisados subiu de 8,29% para 8,32% ao mês. Aumentaram as taxas em setembro o Santander e o Banespa (de 8,40% para 8,50%), além do Banco do Brasil (de 7,99% para 8,03%). Não houve quedas no cheque especial.
Realizada entre os dias 12 e 13 de setembro, a pesquisa incluiu os bancos HSBC, Banespa, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, Santander, Nossa Caixa, Real e Unibanco.
Apesar de ter sido realizada em setembro, mas antes da decisão do BC de reduzir a Selic ser anunciada, a taxa básica já vinha sendo mantida estável há três meses. Além disso, também já existia no mercado a expectativa de queda em setembro, o que torna a alta dos juros bancários em setembro inesperada.
Para a Fundação Procon-SP, a redução da Selic em setembro “poderá desencadear alguma reação baixista nas taxas de juros praticadas pelos bancos já a partir do próximo mês”. “De qualquer modo, só com os resultados da pesquisa de outubro poderá se confirmar esse fato”, diz o Procon-SP em nota.
“Por enquanto, o consumidor deve assumir uma posição de cautela em relação à contratação de empréstimos, pois as taxas continuam muito altas. Com a perspectiva de queda dos juros que se anuncia, vale a pena aguardar taxas mais atraentes”, completa.
Fonte: www.folha.com.br

Por 11:36 Sem categoria

Bancos elevam juros apesar da decisão do BC de baixar taxa, diz Procon

Levantamento elaborado pela Fundação Procon-SP mostra que os juros cobrados pelos bancos registraram leve elevação neste mês apesar de o Banco Central ter reduzido pela primeira vez em 17 meses a taxa básica de juros da economia brasileira (Selic).

De acordo com o Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça do Governo do Estado de São Paulo, o juro médio do empréstimo pessoal subiu de 5,44% para 5,46% ao mês em setembro.

Elevaram as taxas cobradas nos emprésitmos os bancos Banespa (de 5,75% para 5,80%) e Real (de 5,70% para 5,90%). Já o HSBC reduziu de 5,10% para 5,07% o juro cobrado nessa modalidade de crédito. Os outros sete bancos incluídos na pesquisa mantiveram suas taxas.

Por usa vez, o juro do cheque especial nos dez bancos pesquisados subiu de 8,29% para 8,32% ao mês. Aumentaram as taxas em setembro o Santander e o Banespa (de 8,40% para 8,50%), além do Banco do Brasil (de 7,99% para 8,03%). Não houve quedas no cheque especial.

Realizada entre os dias 12 e 13 de setembro, a pesquisa incluiu os bancos HSBC, Banespa, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, Santander, Nossa Caixa, Real e Unibanco.

Apesar de ter sido realizada em setembro, mas antes da decisão do BC de reduzir a Selic ser anunciada, a taxa básica já vinha sendo mantida estável há três meses. Além disso, também já existia no mercado a expectativa de queda em setembro, o que torna a alta dos juros bancários em setembro inesperada.

Para a Fundação Procon-SP, a redução da Selic em setembro “poderá desencadear alguma reação baixista nas taxas de juros praticadas pelos bancos já a partir do próximo mês”. “De qualquer modo, só com os resultados da pesquisa de outubro poderá se confirmar esse fato”, diz o Procon-SP em nota.

“Por enquanto, o consumidor deve assumir uma posição de cautela em relação à contratação de empréstimos, pois as taxas continuam muito altas. Com a perspectiva de queda dos juros que se anuncia, vale a pena aguardar taxas mais atraentes”, completa.

Fonte: www.folha.com.br

Close