Em Curitiba, o movimento sindical paralisou agências dos bancos Bradesco, Itaú, HSBC, Caixa Econômica Federal, Banco de Brasil e Unibanco, em diversos bairros da cidade. Até às 10h, somavam cinco grandes centros administrativos e 15 agências com suas funções paralisadas. No início da tarde, somente da CAIXA havia 27 agências paralisadas.
As mobilizações estão ganhando crescente adesão dos bancários que lutam por melhores condições salariais e de trabalho. Porém, apesar do direito que todo trabalhador brasileiro tem à greve, direito este garantido por lei, novamente os banqueiros agem com arrogância, violência e muito desrespeito aos seus próprios funcionários.
Além de novamente fazerem uso de interditos proibitórios, em algumas agências os banqueiros mandaram, mais uma vez, a Polícia Militar usar a força para acabar com manifestações pacíficas dos bancários. Nas agências do HSBC da Vila Hauer e da Kennedy, e na agência do Bradesco do Portão, a PM forçou a retirada dos manifestantes de frente das agências. “A polícia chegou muito agressiva, arrancando nossas faixa e cartazes, forçando a entrada, abrindo os portões. É um total desrespeito com os trabalhadores. Um absurdo”, conta o secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, Eustáquio Moreira dos Santos.
Atitudes como essa devem ser repudiadas com veemência pelos bancários e por toda sociedade. Não podemos aceitar que os banqueiros façam com que a polícia agrida, humilhe e impeça trabalhadores de lutarem por seus direitos. “Mais uma vez os banqueiros demonstram quem são. Obtém lucros exorbitantes, exploram trabalhadores, se negam a qualquer acordo justo e ainda não respeitam as leis do país”, afirma Eustáquio.
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Por Mhais• 6 de outubro de 2005• 13:06• Sem categoria
Banqueiros continuam tratando trabalhadores com desrespeito e truculência
Em Curitiba, o movimento sindical paralisou agências dos bancos Bradesco, Itaú, HSBC, Caixa Econômica Federal, Banco de Brasil e Unibanco, em diversos bairros da cidade. Até às 10h, somavam cinco grandes centros administrativos e 15 agências com suas funções paralisadas. No início da tarde, somente da CAIXA havia 27 agências paralisadas.
As mobilizações estão ganhando crescente adesão dos bancários que lutam por melhores condições salariais e de trabalho. Porém, apesar do direito que todo trabalhador brasileiro tem à greve, direito este garantido por lei, novamente os banqueiros agem com arrogância, violência e muito desrespeito aos seus próprios funcionários.
Além de novamente fazerem uso de interditos proibitórios, em algumas agências os banqueiros mandaram, mais uma vez, a Polícia Militar usar a força para acabar com manifestações pacíficas dos bancários. Nas agências do HSBC da Vila Hauer e da Kennedy, e na agência do Bradesco do Portão, a PM forçou a retirada dos manifestantes de frente das agências. “A polícia chegou muito agressiva, arrancando nossas faixa e cartazes, forçando a entrada, abrindo os portões. É um total desrespeito com os trabalhadores. Um absurdo”, conta o secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, Eustáquio Moreira dos Santos.
Atitudes como essa devem ser repudiadas com veemência pelos bancários e por toda sociedade. Não podemos aceitar que os banqueiros façam com que a polícia agrida, humilhe e impeça trabalhadores de lutarem por seus direitos. “Mais uma vez os banqueiros demonstram quem são. Obtém lucros exorbitantes, exploram trabalhadores, se negam a qualquer acordo justo e ainda não respeitam as leis do país”, afirma Eustáquio.
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