São Paulo, 27 de janeiro – A direção do Banco do Brasil apresentou à Comissão de Empresa propostas para os temas de PCC e PCS, em encontro realizado, nesta quinta-feira, dia 26 de janeiro em Brasília. No que diz respeito ao processo de comissionamento (PCC), expôs novos critérios de ascensão. Segundo o banco, os funcionários teriam acesso diferenciado aos processos de qualificação, por meio, por exemplo, de concursos internos que atestariam as aptidões dos pretendentes a comissões.
O modelo de valorização de carreira (PCS) proposto pelo banco agregaria tempo e mérito. Na nova proposta, a média salarial seria composta também por um percentual das comissões de cargos exercidos pelo funcionário, provisórios ou não. Além disso, o tempo do primeiro interstício (do E1 para o E2), passaria de três para dois anos.
A direção do BB apresentou também o novo plano de metas, chamado SINERGIA. Os representantes do funcionalismo exigiram a abertura de uma agenda para debater, além de tal plano de metas, a formulação do Acordo de Trabalho das agências que influi, diretamente, no pagamento da PLR.
“Antes de qualquer decisão, todas as propostas devem ser apreciadas e discutidas pelo funcionalismo e, necessariamente, negociadas ponto a ponto, pela comissão de empresa”, reafirma o coordenador da Comissão de Empresa, Marcel Barros.
Alegando motivos “pouco claros”, o banco descumpriu o previsto e se negou a apresentar propostas sobre Cassi e Previ. Apesar disso, há informações, de que a proposta da Cassi já circula entre a diretoria da empresa. Os dirigentes sindicais na comissão de empresa manifestaram seu profundo desagravo diante da postura do banco que, além disso, descumpre prazos para apresentar as soluções, conforme firmado no Acordo Coletivo de Trabalho deste ano (cláusula 56ª).
Fonte: Seeb São Paulo
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Por Mhais• 27 de janeiro de 2006• 13:58• Sem categoria
BB apresenta propostas de PCC/PCS, mas fica devendo Cassi e Previ
São Paulo, 27 de janeiro – A direção do Banco do Brasil apresentou à Comissão de Empresa propostas para os temas de PCC e PCS, em encontro realizado, nesta quinta-feira, dia 26 de janeiro em Brasília. No que diz respeito ao processo de comissionamento (PCC), expôs novos critérios de ascensão. Segundo o banco, os funcionários teriam acesso diferenciado aos processos de qualificação, por meio, por exemplo, de concursos internos que atestariam as aptidões dos pretendentes a comissões.
O modelo de valorização de carreira (PCS) proposto pelo banco agregaria tempo e mérito. Na nova proposta, a média salarial seria composta também por um percentual das comissões de cargos exercidos pelo funcionário, provisórios ou não. Além disso, o tempo do primeiro interstício (do E1 para o E2), passaria de três para dois anos.
A direção do BB apresentou também o novo plano de metas, chamado SINERGIA. Os representantes do funcionalismo exigiram a abertura de uma agenda para debater, além de tal plano de metas, a formulação do Acordo de Trabalho das agências que influi, diretamente, no pagamento da PLR.
“Antes de qualquer decisão, todas as propostas devem ser apreciadas e discutidas pelo funcionalismo e, necessariamente, negociadas ponto a ponto, pela comissão de empresa”, reafirma o coordenador da Comissão de Empresa, Marcel Barros.
Alegando motivos “pouco claros”, o banco descumpriu o previsto e se negou a apresentar propostas sobre Cassi e Previ. Apesar disso, há informações, de que a proposta da Cassi já circula entre a diretoria da empresa. Os dirigentes sindicais na comissão de empresa manifestaram seu profundo desagravo diante da postura do banco que, além disso, descumpre prazos para apresentar as soluções, conforme firmado no Acordo Coletivo de Trabalho deste ano (cláusula 56ª).
Fonte: Seeb São Paulo
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