Valor Econômico
(São Paulo) A BB DTVM, empresa de administração de ativos do Banco do Brasil, terminou 2003 com um crescimento de R$ 36 bilhões no total de recursos, fechando o ano com um patrimônio total de R$ 102 bilhões. O valor representa um crescimento de 54% sobre os R$ 66 bilhões de dezembro de 2002. Desse crescimento, metade, ou seja, R$ 18 bilhões, é composta por recursos novos e a outra metade relativa ao rendimento das carteiras. Com esse resultado, a BB DTVM se consolida como líder na gestão de recursos de terceiros, diz Nelson Rocha Augusto, presidente da empresa. “Nossa fatia cresceu de 16% para 19% do mercado de gestão”, diz.
Boa parte desse crescimento veio do varejo, que teve um aumento de 66% no volume de recursos. Somente os recursos de pessoas físicas cresceram 80%. O número de clientes superou 1 milhão, um aumento de 50,7% sobre os 680 mil do ano anterior. No segmento de atacado, a BB DTVM também teve um crescimento expressivo, de 81%.
Entre os destaques do ano, Rocha Augusto cita o forte crescimento dos fundos multimercados, cujo patrimônio aumentou em mais de 200%, representando no final do ano 24% do total administrado. A empresa registrou também um forte crescimento dos fundos offshore, que aplicam no exterior, e que passaram de R$ 300 milhões em 2002 para R$ 4 bilhões.
Para este ano, o executivo diz que a prioridade vai ser continuar crescendo no varejo, aproveitando a esperada recuperação da renda da classe média e das pequenas e médias empresas.
O presidente do Banco do Brasil, Cássio Casseb Lima, destacou a importância da BB DTVM nos resultados da instituição, não só pelo faturamento, como pela capacidade de gerar negócios. A receita bruta da BB DTVM fechou o ano em R$ 800 milhões, um crescimento de 15%.
Casseb deu a entender que a empresa de gestão pode mudar sua sede, do Rio para São Paulo. “É um problema a BB DTVM estar sozinha no Rio”, disse. Segundo Casseb, este problema está sendo avaliado pela direção do banco. “Mas sabemos que será difícil se manter no Rio no longo prazo.”
Sobre o banco, Casseb disse que a estratégia deste ano será ampliar o volume de negócios com os clientes. “Vamos focar menos em novos clientes e mais em aprofundar o relacionamento”, disse. A estratégia inclui oferecer mais produtos para pessoas físicas, como seguros e previdência. Para pessoas jurídicas, o banco quer aumentar os financiamentos de longo prazo.
O banco informou que superou R$ 13,1 bilhões em empréstimos para micro e pequenas empresas no final de 2003, e espera superar a marca de R$ 18,2 bilhões este ano, um crescimento de 40%. A estimativa é do vice-presidente de Varejo do BB, Edson Machado Monteiro.
A expectativa de elevar o volume de crédito reflete várias ações tomadas pelo banco. Entre elas, está o aumento do faturamento máximo das empresas que podem usar a linha de capital de giro BB Giro Rápido para R$ 5 milhões e o teto do empréstimo de de R$ 50 mil para R$ 100 mil.
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Por Mhais• 16 de janeiro de 2004• 10:23• Sem categoria
BB DTVM AMPLIA VOLUME DE RECURSOS EM 54%
Valor Econômico
(São Paulo) A BB DTVM, empresa de administração de ativos do Banco do Brasil, terminou 2003 com um crescimento de R$ 36 bilhões no total de recursos, fechando o ano com um patrimônio total de R$ 102 bilhões. O valor representa um crescimento de 54% sobre os R$ 66 bilhões de dezembro de 2002. Desse crescimento, metade, ou seja, R$ 18 bilhões, é composta por recursos novos e a outra metade relativa ao rendimento das carteiras. Com esse resultado, a BB DTVM se consolida como líder na gestão de recursos de terceiros, diz Nelson Rocha Augusto, presidente da empresa. “Nossa fatia cresceu de 16% para 19% do mercado de gestão”, diz.
Boa parte desse crescimento veio do varejo, que teve um aumento de 66% no volume de recursos. Somente os recursos de pessoas físicas cresceram 80%. O número de clientes superou 1 milhão, um aumento de 50,7% sobre os 680 mil do ano anterior. No segmento de atacado, a BB DTVM também teve um crescimento expressivo, de 81%.
Entre os destaques do ano, Rocha Augusto cita o forte crescimento dos fundos multimercados, cujo patrimônio aumentou em mais de 200%, representando no final do ano 24% do total administrado. A empresa registrou também um forte crescimento dos fundos offshore, que aplicam no exterior, e que passaram de R$ 300 milhões em 2002 para R$ 4 bilhões.
Para este ano, o executivo diz que a prioridade vai ser continuar crescendo no varejo, aproveitando a esperada recuperação da renda da classe média e das pequenas e médias empresas.
O presidente do Banco do Brasil, Cássio Casseb Lima, destacou a importância da BB DTVM nos resultados da instituição, não só pelo faturamento, como pela capacidade de gerar negócios. A receita bruta da BB DTVM fechou o ano em R$ 800 milhões, um crescimento de 15%.
Casseb deu a entender que a empresa de gestão pode mudar sua sede, do Rio para São Paulo. “É um problema a BB DTVM estar sozinha no Rio”, disse. Segundo Casseb, este problema está sendo avaliado pela direção do banco. “Mas sabemos que será difícil se manter no Rio no longo prazo.”
Sobre o banco, Casseb disse que a estratégia deste ano será ampliar o volume de negócios com os clientes. “Vamos focar menos em novos clientes e mais em aprofundar o relacionamento”, disse. A estratégia inclui oferecer mais produtos para pessoas físicas, como seguros e previdência. Para pessoas jurídicas, o banco quer aumentar os financiamentos de longo prazo.
O banco informou que superou R$ 13,1 bilhões em empréstimos para micro e pequenas empresas no final de 2003, e espera superar a marca de R$ 18,2 bilhões este ano, um crescimento de 40%. A estimativa é do vice-presidente de Varejo do BB, Edson Machado Monteiro.
A expectativa de elevar o volume de crédito reflete várias ações tomadas pelo banco. Entre elas, está o aumento do faturamento máximo das empresas que podem usar a linha de capital de giro BB Giro Rápido para R$ 5 milhões e o teto do empréstimo de de R$ 50 mil para R$ 100 mil.
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