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BRADESCO, GRUPO ULTRA E BANESPA EMITEM BÔNUS

Gazeta Mercantil
(São Paulo) A liquidez do mercado internacional continua atraindo novos nomes à lista de emissores de títulos de dívida. Ontem, foi a vez do Banespa – controlado no País pelo grupo espanhol Santander -, com o lançamento de US$ 50 milhões. Bradesco e Ultrapar também encerraram suas captações, no total de US$ 100 milhões e US$ 60 milhões, respectivamente.
De acordo com Fábio Solferini, presidente do Standard Bank no Brasil – que coordena a emissão do Banespa -, os bônus do banco têm prazo de dois anos e meio e foram emitidos em nome da agência do Banespa em Cayman. A taxa de retorno deve ficar entre 3,875% e 4,125% ao ano. A operação, segundo o executivo, integra o programa de captações externas do Banespa de US$ 1 bilhão.
Já a operação do Bradesco, segundo informou o diretor executivo para a área internacional José Guilherme Lembi de Faria, foi aberta para atender a uma demanda específica por crédito para capital de giro de um cliente no País. “Por isso, não ampliamos o volume da captação, apesar da demanda maior”, explicou o diretor, sem revelar, no entanto, o nome da empresa atendida.
Lembi de Faria disse ainda que a captação só foi viabilizada graças ao cupom cambial positivo. Os papéis foram emitidos com cupom (juro nominal) de 3,625% ao ano e ao preço de 99,93% do valor de face, o que garantiu um yield de 3,65%. A liquidação da operação – coordenada pelo BNP Paribas e pela agência do Bradesco em Cayman – ocorre no dia 2 de fevereiro próximo e o vencimento, em 3 de janeiro de 2007.
O mercado internacional vai continuar líquido, na opinião do executivo, mas o ano deve ser de retomada das operações em reais. “2004 será muito bom de operações bancárias”, afirmou Faria. “As empresas deverão buscar mais recursos no mercado local, inclusive por meio de emissão de debêntures.”
O executivo acrescentou que a maior procura por crédito pelas empresas só deve ser verificada a partir de fevereiro. A expectativa do Bradesco é de expansão de 25% na carteira de crédito.
A captação da Ultrapar, segundo fontes do mercado, fechou em US$ 60 milhões, preço ofertado na abertura da operação. Os papéis têm prazo de 18 meses – em junho de 2005 – e foram emitidos com cupom de 3,5% ao ano e retorno ao investidor de 3,625%.
Alongar dívida
A Braskem confirmou ontem a emissão de US$ 250 milhões em bônus de dez anos. Segundo comunicado, a operação é a mais longa já negociada pela empresa e faz parte da estratégia de alongar o perfil de sua dívida. Com essa captação, a companhia já levantou US$ 711 milhões por meio de seu programa de emissões externas – ampliado para US$ 1 bilhão. No mercado local, conta com R$ 1,2 bilhão de emissão de debêntures (em curso) e mais R$ 200 milhões de um fundo de recebíveis.

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BRADESCO, GRUPO ULTRA E BANESPA EMITEM BÔNUS

Gazeta Mercantil

(São Paulo) A liquidez do mercado internacional continua atraindo novos nomes à lista de emissores de títulos de dívida. Ontem, foi a vez do Banespa – controlado no País pelo grupo espanhol Santander -, com o lançamento de US$ 50 milhões. Bradesco e Ultrapar também encerraram suas captações, no total de US$ 100 milhões e US$ 60 milhões, respectivamente.

De acordo com Fábio Solferini, presidente do Standard Bank no Brasil – que coordena a emissão do Banespa -, os bônus do banco têm prazo de dois anos e meio e foram emitidos em nome da agência do Banespa em Cayman. A taxa de retorno deve ficar entre 3,875% e 4,125% ao ano. A operação, segundo o executivo, integra o programa de captações externas do Banespa de US$ 1 bilhão.

Já a operação do Bradesco, segundo informou o diretor executivo para a área internacional José Guilherme Lembi de Faria, foi aberta para atender a uma demanda específica por crédito para capital de giro de um cliente no País. “Por isso, não ampliamos o volume da captação, apesar da demanda maior”, explicou o diretor, sem revelar, no entanto, o nome da empresa atendida.

Lembi de Faria disse ainda que a captação só foi viabilizada graças ao cupom cambial positivo. Os papéis foram emitidos com cupom (juro nominal) de 3,625% ao ano e ao preço de 99,93% do valor de face, o que garantiu um yield de 3,65%. A liquidação da operação – coordenada pelo BNP Paribas e pela agência do Bradesco em Cayman – ocorre no dia 2 de fevereiro próximo e o vencimento, em 3 de janeiro de 2007.

O mercado internacional vai continuar líquido, na opinião do executivo, mas o ano deve ser de retomada das operações em reais. “2004 será muito bom de operações bancárias”, afirmou Faria. “As empresas deverão buscar mais recursos no mercado local, inclusive por meio de emissão de debêntures.”

O executivo acrescentou que a maior procura por crédito pelas empresas só deve ser verificada a partir de fevereiro. A expectativa do Bradesco é de expansão de 25% na carteira de crédito.

A captação da Ultrapar, segundo fontes do mercado, fechou em US$ 60 milhões, preço ofertado na abertura da operação. Os papéis têm prazo de 18 meses – em junho de 2005 – e foram emitidos com cupom de 3,5% ao ano e retorno ao investidor de 3,625%.

Alongar dívida
A Braskem confirmou ontem a emissão de US$ 250 milhões em bônus de dez anos. Segundo comunicado, a operação é a mais longa já negociada pela empresa e faz parte da estratégia de alongar o perfil de sua dívida. Com essa captação, a companhia já levantou US$ 711 milhões por meio de seu programa de emissões externas – ampliado para US$ 1 bilhão. No mercado local, conta com R$ 1,2 bilhão de emissão de debêntures (em curso) e mais R$ 200 milhões de um fundo de recebíveis.

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