São Paulo (AF) – O Bradesco, maior banco privado do país, vai reajustar a tarifa cobrada de pessoas físicas por transação excedente a partir do próximo dia 1.º de outubro. O valor vai subir 11,11%, passando de R$ 0,90 para R$ 1 por transação extra. O limite de isenção também vai diminuir, o que deve aumentar a incidência de pagamento de tarifas extras pelos correntistas.
O cliente do Bradesco pode, atualmente, fazer no caixa eletrônico até dez saques por mês sem pagar tarifa extra. A partir de outubro, a isenção só valerá para cinco retiradas por mês. Exemplo: quem faz dez saques todo mês deixará de ser isento e passará a pagar R$ 5 pelas cinco transações que superam o novo limite de isenção. O número de transferências feitas no caixa eletrônico isentas de tarifas também vai cair de dez para oito por mês.
Também será reduzido de cinco para dois o número máximo de retiradas e pagamentos de contas no guichê do caixa isentos de tarifas no mês. Acima desse limite, o cliente pagará R$ 1 por transação excedente no mês.
O atendimento personalizado no serviço telefônico do Bradesco (“Fone Fácil”) também terá a tarifa reajustada, de R$ 0,90 para R$ 1. Nesse tipo de serviço, o cliente pode optar por um pacote de 20 acessos por mês pagando R$ 1,50. Procurado pela reportagem, o Bradesco não se manifestou ainda sobre a mudança no sistema de tarifas.
Aos clientes, o banco informou apenas que os valores das tarifas foram estabelecidos “em consonância com as Resoluções 2.303, de 25.07.1996, 2.747, de 28.06.2000 e 2.878, de 26.07.2001, do Banco Central”. Essas são as regras que disciplinam a cobrança de tarifas pela prestação de serviços por parte das instituições financeiras. Um dos pontos da legislação obriga cada banco a afixar nas agências a lista completa das tarifas cobradas. Concorrente do Bradesco, o Itaú não tem reajuste de tarifas previsto. Até o fim da tarde de ontem, a reportagem não havia conseguido ouvir outros bancos.
Fonte: Gazeta do Povo
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Por Mhais• 22 de setembro de 2004• 09:19• Sem categoria
Bradesco reajusta tarifa e reduz limite de isenção a partir de outubro
São Paulo (AF) – O Bradesco, maior banco privado do país, vai reajustar a tarifa cobrada de pessoas físicas por transação excedente a partir do próximo dia 1.º de outubro. O valor vai subir 11,11%, passando de R$ 0,90 para R$ 1 por transação extra. O limite de isenção também vai diminuir, o que deve aumentar a incidência de pagamento de tarifas extras pelos correntistas.
O cliente do Bradesco pode, atualmente, fazer no caixa eletrônico até dez saques por mês sem pagar tarifa extra. A partir de outubro, a isenção só valerá para cinco retiradas por mês. Exemplo: quem faz dez saques todo mês deixará de ser isento e passará a pagar R$ 5 pelas cinco transações que superam o novo limite de isenção. O número de transferências feitas no caixa eletrônico isentas de tarifas também vai cair de dez para oito por mês.
Também será reduzido de cinco para dois o número máximo de retiradas e pagamentos de contas no guichê do caixa isentos de tarifas no mês. Acima desse limite, o cliente pagará R$ 1 por transação excedente no mês.
O atendimento personalizado no serviço telefônico do Bradesco (“Fone Fácil”) também terá a tarifa reajustada, de R$ 0,90 para R$ 1. Nesse tipo de serviço, o cliente pode optar por um pacote de 20 acessos por mês pagando R$ 1,50. Procurado pela reportagem, o Bradesco não se manifestou ainda sobre a mudança no sistema de tarifas.
Aos clientes, o banco informou apenas que os valores das tarifas foram estabelecidos “em consonância com as Resoluções 2.303, de 25.07.1996, 2.747, de 28.06.2000 e 2.878, de 26.07.2001, do Banco Central”. Essas são as regras que disciplinam a cobrança de tarifas pela prestação de serviços por parte das instituições financeiras. Um dos pontos da legislação obriga cada banco a afixar nas agências a lista completa das tarifas cobradas. Concorrente do Bradesco, o Itaú não tem reajuste de tarifas previsto. Até o fim da tarde de ontem, a reportagem não havia conseguido ouvir outros bancos.
Fonte: Gazeta do Povo
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