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BRASIL E MÉXICO CRESCERÃO MENOS QUE A MÉDIA LATINA-AMERICANA EM 2004, DIZ O

da Folha Online

A América Latina deverá ter crescimento da ordem de 3,5% do PIB em 2004, apesar de dúvidas quanto ao desempenho das duas maiores economia da região: a do Brasil e a do México. A avaliação consta em relatório da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre as perspectivas econômicas para este ano.

De acordo com o relatório, o forte crescimento da América Latina será puxado pelas economias da Argentina, Colômbia, Peru e Chile. Sobre Brasil e México, a ONU vê uma perda de competitividade no comércio internacional para países como a China.

Para o Brasil, especificamente, a expectativa da ONU é de um crescimento de 3% em 2004, o mesmo previsto para o México. Já para a Argentina, a previsão é de crescimento de 3,5% e para o Chile e o Peru, de 4% do PIB.

Para a Venezuela, a expectativa é de incremento de 6,5% do PIB, por conta especificamente do aumentos dos preços do petróleo.

O relatório aponta ainda para a continuidade de crescimento acelerado para China e Índia.

Mundo

Para o mundo como um todo, a ONU prevê crescimento de 3,5% neste ano.
O relatório alerta que a recuperação da economia esbarra ainda em “desequilíbrios” como o déficit público dos Estados Unidos.

De acordo com o relatório, esses desequilíbrios podem alimentar a inflação e perturbar os fluxos de investimentos internacionais.
“[Os desequilíbrios] não serão automaticamente corrigidos pela recuperação global, pelo contrário, os desequilíbrios devem se acentuar ainda mais em 2004”, diz o texto.

Segundo José Antonio Ocampo, subsecretário-geral da ONU para assuntos econômicos e sociais, os Estados Unidos deveriam manter seus gastos por enquanto para estimular o crescimento econômico mundial.

No relatório divulgado em junho, a ONU previa um crescimento de apenas 3% em 2004. Em 2002, o crescimento foi de mero 1,7%, mas se recuperou no ano seguinte para 2,5%. O novo relatório disse que a recuperação de 2003 foi melhor do que a esperada pela maioria dos analistas, especialmente nos EUA e na Ásia.

Em 2004, os Estados Unidos devem continuar sendo o motor do crescimento nos países desenvolvidos. Isso porque os gastos domésticos continuam elevados, e os investimentos empresariais, o valor das ações e os lucros
das corporações devem crescer, de acordo com a ONU.

A economia japonesa também está melhorando, após uma década de estagnação, alimentada pelo aumento nos investimentos empresariais e das exportações para outros países asiáticos. Já na Europa Ocidental a situação “é menos encorajadora, ainda que sinais de recuperação tenham surgido”, disse o relatório.

Embora a demanda interna deva ser incentivada pela alta do euro e pelos juros baixos, o desemprego continua elevado. Nas economias do leste europeu, ainda consideradas em transição, o crescimento está se acelerando e deve continuar assim, puxado pela Rússia. Mas o crescimento russo, segundo o relatório, deve ser modesto, por causa do baixo preço do petróleo.

Por 10:00 Notícias

BRASIL E MÉXICO CRESCERÃO MENOS QUE A MÉDIA LATINA-AMERICANA EM 2004, DIZ O

da Folha Online
A América Latina deverá ter crescimento da ordem de 3,5% do PIB em 2004, apesar de dúvidas quanto ao desempenho das duas maiores economia da região: a do Brasil e a do México. A avaliação consta em relatório da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre as perspectivas econômicas para este ano.
De acordo com o relatório, o forte crescimento da América Latina será puxado pelas economias da Argentina, Colômbia, Peru e Chile. Sobre Brasil e México, a ONU vê uma perda de competitividade no comércio internacional para países como a China.
Para o Brasil, especificamente, a expectativa da ONU é de um crescimento de 3% em 2004, o mesmo previsto para o México. Já para a Argentina, a previsão é de crescimento de 3,5% e para o Chile e o Peru, de 4% do PIB.
Para a Venezuela, a expectativa é de incremento de 6,5% do PIB, por conta especificamente do aumentos dos preços do petróleo.
O relatório aponta ainda para a continuidade de crescimento acelerado para China e Índia.
Mundo
Para o mundo como um todo, a ONU prevê crescimento de 3,5% neste ano.
O relatório alerta que a recuperação da economia esbarra ainda em “desequilíbrios” como o déficit público dos Estados Unidos.
De acordo com o relatório, esses desequilíbrios podem alimentar a inflação e perturbar os fluxos de investimentos internacionais.
“[Os desequilíbrios] não serão automaticamente corrigidos pela recuperação global, pelo contrário, os desequilíbrios devem se acentuar ainda mais em 2004”, diz o texto.
Segundo José Antonio Ocampo, subsecretário-geral da ONU para assuntos econômicos e sociais, os Estados Unidos deveriam manter seus gastos por enquanto para estimular o crescimento econômico mundial.
No relatório divulgado em junho, a ONU previa um crescimento de apenas 3% em 2004. Em 2002, o crescimento foi de mero 1,7%, mas se recuperou no ano seguinte para 2,5%. O novo relatório disse que a recuperação de 2003 foi melhor do que a esperada pela maioria dos analistas, especialmente nos EUA e na Ásia.
Em 2004, os Estados Unidos devem continuar sendo o motor do crescimento nos países desenvolvidos. Isso porque os gastos domésticos continuam elevados, e os investimentos empresariais, o valor das ações e os lucros
das corporações devem crescer, de acordo com a ONU.
A economia japonesa também está melhorando, após uma década de estagnação, alimentada pelo aumento nos investimentos empresariais e das exportações para outros países asiáticos. Já na Europa Ocidental a situação “é menos encorajadora, ainda que sinais de recuperação tenham surgido”, disse o relatório.
Embora a demanda interna deva ser incentivada pela alta do euro e pelos juros baixos, o desemprego continua elevado. Nas economias do leste europeu, ainda consideradas em transição, o crescimento está se acelerando e deve continuar assim, puxado pela Rússia. Mas o crescimento russo, segundo o relatório, deve ser modesto, por causa do baixo preço do petróleo.

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