Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou o envio imediato de alimentos e remédios para Cuba e Haiti, países devastados pela passagem do furacão Gustav e pela tempestade tropical Hanna, nas últimas semanas.
Lula telefonou hoje (9) para o presidente cubano, Raúl Castro, para oferecer ajuda. Por cerca de uma hora, ouviu o relato do irmão de Fidel sobre a situação de calamidade enfrentada pelo país, segundo o Palácio do Planalto. O assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, conversou com o presidente do Haiti, René Préval.
Coordenado pelo ministro interino das Relações Exteriores, Samuel Pinheiro Guimarães, um grupo interministerial já se reuniu nesta tarde para articular a ajuda. A previsão é de que nos próximos dias um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) saia carregado com comida, água e medicamentos em direção aos dois países.
Participam da comissão os ministros da Integração Nacional, Saúde, Minas e Energia, Agricultura, Casa Civil e Justiça. Em nota, o Ministério da Agricultura informou que doará até 100 mil toneladas de arroz para o Haiti, República Dominicana e Cuba.
Haiti e Cuba pediram ainda cimento e fios elétricos, mas esses materiais devem ser enviados em um segundo momento, de acordo com o Planalto.
O governo brasileiro já enviou US$ 100 mil para os haitianos. Segundo informações da BBC Brasil, na última sexta-feira (5), a polícia haitiana encontrou 495 corpos em Gonaives, no noroeste do país, depois que a inundação causada pela tempestade começou a baixar. Antes do Gustav e do Hanna, o Haiti havia sido atingido também pela tempestade Fay.
Por Carolina Pimentel – Repórter da Agência Brasil.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.agenciabrasil.gov.br.
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Haiti: furacão Hanna deixou 136 mortos (NOTÍCIA DO DIA 05/09/2008)
PORTO PRÍNCIPE — O número de pessoas mortas no Haiti pela passagem do furacão Hanna aumentou para 136, segundo dados da defesa civil desse país, que acrescentou que a situação no país é desastrosa, com cidades inundadas, caminhos destruídos e milhares de pessoas sem teto, sem água nem alimentos.
A região mais devastada, segundo a informação da agência ANSA, é o departamento setentrional de Artibonite, com 102 mortos, e Gonaives, que ficou completamente isolada.
Depois de vários pedidos desesperados do presidente René Préval, começou a chegar ao país a ajuda da Espanha, Venezuela, Cuba, Estados Unidos e organismos internacionais, como a ONU e Cáritas.
Em Gonaives, aproximadamente 25 mil pessoas foram levadas para refúgios improvisados pelas enchentes provocadas por Hanna entre segunda e terça-feira passada.
Segundo a defesa civil, há quatro dias, milhares de pessoas vivem nos tetos das casas, sem água potável nem alimentos suficientes, enquanto as brigadas de auxílio lutam para chegar por terra até os lugares mais isolados.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.granma.cu/portugues/2008/septiembre/vier5/haiti.html
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Sob o assédio dos furacões
AINDA não nos tínhamos recuperado do impacto emocional e dos prejuízos materiais ocasionados pelo furacão Gustav na Ilha da Juventude e em Pinar del Río, com ventos de força inusitada, quando começaram a chegar notícias da subida do mar ocasionada por Hanna, e ainda pior: o furacão de grande intensidade Ike, virando para o sudoeste, devido à pressão de um forte anticiclone no norte de sua trajetória, vai atravessar mais de mil quilômetros ao longo de todo o território nacional.
Isto significa, finalmente, que todo o país será atingido pelos três furacões, e alguns pontos, duas vezes.
Onde ficará um cacho de bananas, uma fruta ou os vegetais de uma horta intensiva? Onde ficará uma plantação de feijões e de outros grãos? Onde ficará um campo de arroz ou de cana? Onde ficará um aviário, um centro de criação de suínos ou de bovinos? A nação toda agora está no que na guerra é chamado de alarme de combate.
Os problemas expostos na reflexão, em que qualificava Gustav de golpe nuclear, se multiplicaram. Os princípios que devem guiar nossa conduta continuam sendo os mesmos, apenas precisamos fazer esforços incomparavelmente maiores.
A Defesa Civil não perdeu um só minuto. Os que ocupam responsabilidades no Partido e no governo, foram mobilizados em toda parte. Os dirigentes devem exigir disciplina, conter emoções e exercer autoridade. A televisão, a rádio e a imprensa escrita assumem uma grande responsabilidade no exercício de sua tarefa de informarem.
O mundo tem observado com admiração a conduta de nosso povo face aos embates de Gustav. Enquanto os inimigos se esfregavam cinicamente as mãos, os amigos, como ficou evidenciado, são muitos e estão decididos a cooperarem com nosso povo. As sementes de solidariedade espalhadas durante muitos anos frutificam por toda parte. Aviões russos e de outros países chegaram rapidamente de milhares de quilômetros de distância com produtos, que são avaliados, não por seu volume ou seu preço, mas por seu significado. Doações de pequenos Estados como Timor-Leste, mensagens de países importantes e amistosos como a Rússia, Vietnã, China e outros, expressaram a disposição de cooperar tudo quanto possível nos programas de investimentos que devemos implementar de imediato para restabelecer a produção e desenvolvê-la.
A irmã República Bolivariana da Venezuela e seu presidente, Hugo Chávez, adotaram medidas que constituem o mais generoso gesto de solidariedade que recebera nossa pátria.
Acho que por muito duros que forem os golpes recebidos e por receber, nosso país tem condições de salvar vidas de cubanos, e as famílias receberão ajuda material e alimentar o tempo necessário, até recuperarmos no mais curto espaço de tempo possível a capacidade de produzir alimentos. Essa ajuda não vai ser igual para todos os municípios, porque os prejuízos não foram iguais em todos eles nem é igual o tempo que cada um precisa para se recuperar.
Neste momento, todos estamos sob o assédio dos furacões. Mais que nunca antes se impõe a racionalidade e a luta contra a dilapidação, a vadiagem e a acomodação. É preciso agir com absoluta honestidade, sem demagogia nem concessão alguma à fraqueza e ao oportunismo. Os militantes revolucionários têm que ser exemplo. Devem dar e receber confiança. Dar tudo pelo povo, até a vida se preciso.
Fidel Castro Ruz
7 de setembro de 2008
17h29
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO http://www.granma.cu/portugues/2008/septiembre/lun8/37reflexiones-p.html
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Um golpe nuclear
NÃO exagero. É a expressão mais generalizada de muitos compatriotas. É a impressão do chefe do Estado-Maior Geral das FAR, Álvaro López Miera, um militar experiente, quando viu na Ilha da Juventude as torres de aço retorcidas, as casas transformadas em ruínas e a destruição por toda parte.
“Foi um duro golpe, nem sequer podia imaginar”, disse com voz desgastada pelo esforço, mas firme e decidida, Ana Isa Delgado, secretária do Partido e Presidenta do Conselho de Defesa do importante município. “É algo nunca visto nos quase 50 anos que moro aqui!” exclamou um vizinho espantado. Um jovem soldado que descia de um veículo anfíbio, gritou: “Demonstremos que estamos dispostos a entregar a vida pelo povo!”
Em Herradura, o general de corpo-de-exército Leopoldo Cintras Frías, ao observar tudo transformado em ruínas, olhando a seu redor, e compartilhando seu espanto e admiração pela coragem da população, expressou: “Isto é como ver uma explosão nuclear.” Ele quase a teria visto no suroeste de Angola, se os racistas sul-africanos tivessem decidido lançar contra as tropas cubano-angolanas uma das sete bombas que o governo dos Estados Unidos lhes forneceu. No entanto, era um risco calculado e as tácticas mais apropriadas foram adotadas.
Junto a Polo, estava Olga Lidia Tapia, primeira-secretária do Partido e chefa do Conselho de Defesa da província, sem duvidar um só instante do fruto do esforço e da determinação de seus compatriotas.
Com toda franqueza, atrevo-me a dizer que as fotos e as imagens fílmicas transmitidas no domingo pela televisão nacional me lembravam a desolação que vi quando visitei Hiroshima, que foi vítima do ataque com a primeira bomba atômica em agosto de 1945.
Não debalde se afirma que um furacão desenvolve uma enorme energia, talvez equivalente a milhares de armas nucleares como aquelas que foram lançadas sobre as cidades de Hiroshima e Nagasaki. Valeria a pena que um físico ou matemático cubano fizesse os cálculos correspondentes e o expusesse de maneira compreensível.
Agora a batalha consiste em alimentar as vítimas do furacão. A dificuldade não assenta em restabelecer em breve a eletricidade. O problema na Ilha da Juventude é que, de 16 padarias, todas com forno elétrico e gerador eletrógeno, apenas duas podiam trabalhar de imediato; as edificações foram atingidas. Precisavam receber pão ou bolachas. As cifras de telhas e materiais necessários neste momento para as habitações são extremamente altas. Para chegar à Ilha da Juventude é preciso pegar navio. Não basta carregar caminhões de alimentos e materiais para enviá-los diretamente.
Nossas Forças Armadas enviaram pessoal especializado em aeródromos e transporte aéreo e terrestre. Dia e noite, auxiliados pelos grupos de geradores eletrógenos, os aviões podem aterrissar no aeroporto da Ilha. Sua missão é travar batalha pela população sem esbanjar recursos. Com igual espírito atuarão nas zonas arrasadas de Pinar del Río. Todos os organismos têm tarefas a executar, todos são importantes. Mas, os bens não caem do céu. Compartilhar implica sacrifícios. Não podemos dar-nos ao luxo de esquecê-lo daqui a uns dias.
O fato adverso deve prestar para trabalhar com maior eficiência a cada dia e para utilizar de maneira justa e racional cada grama de material. Temos que lutar contra nossas superficialidades e egoísmos. Cem milhões de dólares apenas significam nove dólares por habitante e precisamos de muitos mais. Precisamos de 30 vezes, 40 vezes, essa cifra para garantir nossas necessidades mais elementares. Esse esforço deve sair do trabalho do povo. Ninguém pode fazê-lo por nós.
É evidente que nossa capacidade de divulgação multiplicou-se e nossa população, que sabe ler e escrever, possui, aliás, elevados níveis de escolaridade.
Kcho, o pintor, deslocou-se por ar para a Ilha da Juventude, o pedaço de Cuba que o viu nascer e nos enviou uma carta sobre a alta moral de seus habitantes. Eis alguns parágrafos:
“Querido Fidel:
Considerei importante, desde que cheguei à Ilha e pude observar com meus próprios olhos e sentir com meu corpo, tudo o que se estava passando, contatar Richard para que você conhecesse a terrível situação que acontecia no município especial.
“Não tenho palavras para exprimir a realidade do que eu vi ontem na Ilha da Juventude. Em meus 38 anos, nunca vi nada semelhante e as pessoas com que falei em meu território não tinham visto nada pior, mas incrivelmente, eles ainda têm alta moral… muitos perderam suas moradias e quase todos têm seus pertences, camas, colchões, televisores, geladeiras, etc., destruídos; a maior parte da população tem essa situação; calcula-se que, das 25 mil moradias que há na Ilha — ainda, neste momento, não é a cifra definitiva — aproximadamente 20 mil foram aftingidas de alguma maneira e dessas 20 mil, cerca de 10 mil não têm tetos ou foram completamente destruídas.”
“… a brigada de 52 eletricitários de Camagüey trabalhou até as 3h da madrugada e começaram novamente às 6h30 com muita disposição; eles estão à espera de um grupo de mais de 60 de Holguín…”
“…ainda existem muitos problemas, designadamente, moradias destruídas pelo furação Michelle em 2001, que esperam ser resolvidos.
“Existem sérios problemas com a alimentação… Atualmente a Ilha é como uma prisão, pela insularidade, apesar de que já foram restabelecidos os vôos… O dinheiro não tem nenhum valor, não há que comprar nem onde comprar nada.”
“A solidariedade humana está sendo a arma mais importante neste momento. A moral está alta, mas isso não será eterno; nos próximos dias deverão ser resolvidas algumas coisas. Na medida em que seja restabelecido o serviço elétrico, será necessário criar pontos de informação onde as pessoas podam se reunir para saber o que está acontecendo no país e no município, ou pelo menos, para ouvir música e passar o tempo em coletivo.”
“Atualmente, o território ‘é um teatro de operações militares em trégua’, com as pessoas ainda alegres porque salvaram suas vidas, não pensando muito até agora na perda de seus pertences, tentando salvar o que ficou, vendo como se adequam a essa nova situação, mas, com o decurso dos dias, a moral das pessoas pode decair e chegar à depressão.”
“… as condições do hospital são desumanas e só a vontade e a convicção dos homens e mulheres revolucionários permitem que trabalhe.
“O habitante da Ilha da Juventude é revolucionário e combativo, e lá estão todos (pacientes, parentes, a equipe médica) trabalhando intensamente. Desde ontem, às 16h, já se encontram na capital os 32 pacientes de hemodiálise, com um acompanhante e enfermeiras, que levavam 48 horas sem o tratamento e se encontravam em boas condições.
“O habitante da Ilha da Juventude continua tendo sua moral alta e está feliz pelo trabalho dos organismos responsáveis e porque não se perdeu nenhuma vida humana nem em Pinar del Río nem na Ilha, nem em Matanzas.”
“Eu acho que para que a Ilha da Juventude volte a ser como antes será preciso investir muito tempo de trabalho e muitos recursos, como se fosse uma província, porque agora tudo foi devastado.”
Com sua carta envia fotos s da devastação; no envelope a silhueta da Ilha da Juventude e flutuando nela uma bandeira cubana.
Os excelentes pintores que costumavam acompanhar nossas batalhas de idéias podem deixar constatação do episódio vivido e animar o nosso povo em sua épica luta.
Orfilio Peláez comentava no jornal Granma sobre um furacão acontecido em 1846 com recorde de pressão mínima de 916 hectopascais, registrado por um aparelho. Isso aconteceu há 162 anos, quando não existia rádio, televisão, cinema, internet e outros muitos meios de comunicação, que, às vezes, chocam uns nos outros, criando o caos nas mentes.
Naquela época, a população de Cuba era aproximadamente 12 vezes menor. Com trabalho escravo e semi-escravo, o país exportava a maior quantidade de açúcar e também de café durante boa parte desse século. Não existia a aposentadoria, a expectativa de vida era muito inferior e quase eram desconhecidas as doenças da idade madura ou a educação em massa, que tantos braços e inteligências precisam para seu desenvolvimento. Os recursos naturais abundavam. Os furacões, apesar de influírem muito, não significavam uma catástrofe nacional. Sobre as mudanças climáticas, bem distantes, nem sequer se falava.
No jornal Granma de hoje, terça-feira, o jornalista nos relata as façanhas de nosso povo em sua batalha pela recuperação e os frutos do esforço dos últimos anos. Rubiera, o cientista, por sua vez, no percurso que realizou por Pinar del Río, observou detalhadamente, entre as ruínas da instalação do Instituto de Meteorologia em Paso Real de San Diego, o aparelho de medir a velocidade do vento que marcava 340km de velocidade quando foi destruído pelas fortes rajadas. Foi anunciado que ele falará hoje na Mesa-Redonda. Ele sustenta teorias que explicam o acontecido. Por outro lado, Juan Varela falou sobre os destroços na maior empresa de cultivos vários em Güira de Melena, província de Havana, que devia produzir neste ano cerca de 140 mil toneladas de tubérculos, grãos e hortaliças. As perdas, na minha opinião, aos preços internacionais, em horas de trabalho, produtos alimentares, equipamentos de cultivo e rega, combustíveis e outras despesas, são milionárias em apenas nessa empresa.
No entanto, o mais impactante, pelo drama humano que lhes coube tratar foi a informação do jornalista Alfonso Nacianceno e do fotógrafo Juvenal Balán: a odisséia vivida pelos cinco tripulantes do Langostero 100 de Batabanó, na província de Havana. Eles receberam a ordem de regressar ao porto como todas as embarcações pesqueiras, a tempo. Por azar, se atrasaram. Desde o sábado, perdeu-se a comunicação com eles quando o furacão avançava rapidamente. Duas vezes, eu tinha dito em reflexões anteriores: “Por sorte temos uma revolução! Nenhum cidadão ficará abandonado à sorte.”
Eu soube sobre a incomunicação com o Langostero no sábado, quase à meia-noite. Raúl me trouxe notícias sobre o que acontecia, confiava na experiência dos pescadores para lidar com tormentas e furacões. Ele me disse que ao amanhecer enviaria os meios necessários para localizá-los. Mal melhorou o tempo começou a busca, que conseguiu reunir 36 embarcações, três helicópteros e dois aviões durante quase dois dias. Da embarcação não havia nem sinal; contudo, encontraram os náufragos. O que contam é incrível; os que conhecem bem o mar sabem o que significa estar intermináveis horas agarrados a um remo e depois a uma bóia.
O milagre revolucionário aconteceu e os pescadores foram resgatados.
Não nos deixemos levar pelas ilusões. Este furacão nos deixou 100 mil moradias danificadas em maior o menor grau e a perda quase total de artigos necessários depois da tragédia como explica Kcho em sua carta.
De quantas moradias anti-furacões, seguras, Cuba precisa? De não menos de 1,5 milhão delas para quase um total de 3,5 milhões de famílias. Calculemos o custo internacional desses investimentos, que corresponde aos dados utilizados no mundo.
Uma família na Europa deve pagar pelo menos US$100 mil, além dos juros, pelos quais entregam US$700 mensais de suas rendas durante 15 anos. Dez bilhões de dólares é o custo aproximado de 100 mil moradias para famílias médias nos países desenvolvidos, que são os que determinam os preços dos produtos industriais e alimentares no mundo. A isto seria preciso acrescentar o custo das instalações sociais atingidas que devem ser reconstruídas, as demais instalações econômicas, além das requeridas para o desenvolvimento.
De nosso trabalho, reitero, só poderão sair os recursos. Enquanto as novas gerações realizem essa tarefa, os homens e mulheres que habitam esta ilha precisam da solidariedade, do valor e da combatividade demonstrada pelos habitantes de Pinar del Río e da Ilha da Juventude.
O império enfrenta neste momento uma prova difícil na segunda metade do ano, a de sua capacidade de resolver as dificuldades que questionam o seu ritmo de vida à custa do resto dos povos. Agora precisam de uma mudança de timão.
Bush e Cheney foram quase marginalizados da campanha republicana por belicistas e indesejáveis. Não se discute sobre uma mudança de sistema, mas sobre como mantê-lo a menos custo.
O imperialismo desenvolvido terminará matando todos os que tentem penetrar sem licença seu território para se converterem em escravos assalariados e consumir algo. Já estão fazendo-o. O chauvinismo e o egoísmo que o sistema gera é demais.
Sabemos disso e continuaremos desenvolvendo a solidariedade, nosso maior recurso dentro e fora da Pátria.
Fidel Castro Ruz
2 de setembro de 2008
18h17
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO http://www.granma.cu/portugues/2008/septiembre/mier3/36reflexiones2P.html