Seeb Jequié
Os candidatos aprovados no último concurso realizado pela CEF, em 2000, ainda aguardam a convocação, após a prorrogação da validade do certame até 29 de junho de 2004. A carência de funcionários do banco é da ordem de 30 mil em nível nacional, mas até este mês só foram chamados 587 na Bahia!
O Governo Federal tem desencadeado uma verdadeira caça às bruxas a quem promove a prática do trabalho escravo, todavia os terceirizados da Caixa vivem situação de exploração porque exercem a atividade bancária sem as garantias do escriturário concursado: jornadas superiores a 10 horas diárias com salários irrisórios, na grande maioria não ultrapassando R$300,00; realizam operações envolvendo numerários e quando ocorre uma diferença eles têm que assumir, comprometendo o seu salário. Apesar dos esforços dos sindicatos em todo Brasil o departamento de Recursos Humanos da Caixa mantém a renovação de contratos vencidos. No final do ano passado a CEF Jequié renovou contrato com uma terceirizada.
O Sindicato dos Bancários de Jequié solicitou à sua Federação que viabilize uma Ação na Justiça Federal que venha a garantir a contratação dos aprovados no último concurso da CEF para preencher as vagas existentes e acabar de uma vez por todas com a exploração daqueles terceirizados, que por falta de oportunidade de emprego acabam se sujeitando a este tipo de situação. É preciso que o governo faça sua parte para servir de exemplo e não permita que trabalhadores sejam explorados, principalmente nas empresas públicas.
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Por Mhais• 4 de março de 2004• 10:42• Sem categoria
CAIXA EXPLORA FUNCIONÁRIOS
Seeb Jequié
Os candidatos aprovados no último concurso realizado pela CEF, em 2000, ainda aguardam a convocação, após a prorrogação da validade do certame até 29 de junho de 2004. A carência de funcionários do banco é da ordem de 30 mil em nível nacional, mas até este mês só foram chamados 587 na Bahia!
O Governo Federal tem desencadeado uma verdadeira caça às bruxas a quem promove a prática do trabalho escravo, todavia os terceirizados da Caixa vivem situação de exploração porque exercem a atividade bancária sem as garantias do escriturário concursado: jornadas superiores a 10 horas diárias com salários irrisórios, na grande maioria não ultrapassando R$300,00; realizam operações envolvendo numerários e quando ocorre uma diferença eles têm que assumir, comprometendo o seu salário. Apesar dos esforços dos sindicatos em todo Brasil o departamento de Recursos Humanos da Caixa mantém a renovação de contratos vencidos. No final do ano passado a CEF Jequié renovou contrato com uma terceirizada.
O Sindicato dos Bancários de Jequié solicitou à sua Federação que viabilize uma Ação na Justiça Federal que venha a garantir a contratação dos aprovados no último concurso da CEF para preencher as vagas existentes e acabar de uma vez por todas com a exploração daqueles terceirizados, que por falta de oportunidade de emprego acabam se sujeitando a este tipo de situação. É preciso que o governo faça sua parte para servir de exemplo e não permita que trabalhadores sejam explorados, principalmente nas empresas públicas.
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