Na semana passada, como parte de sua política de responsabilidade social empresarial, a Caixa instalou as comissões nacionais de igualdade racial, de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros (LGBT) e de pessoas com deficiência. Caberá a essas comissões analisar, discutir, sugerir propostas e acompanhar os resultados dos estudos a serem feitos.
Essas comissões serão compostas por empregados de todas as regiões do país, que já atuam com os temas da igualdade racial, LGBT e de pessoas com deficiência. Até o fim de setembro, cada equipe deverá apresentar um plano de ação, com cronograma e encaminhamento de propostas.
Ao instalar as três comissões, a Caixa tem a intenção de que sua gestão empresarial se paute pela sustentabilidade, abrindo assim espaço para os assuntos referentes aos direitos humanos.
Para Maria de Fátima Costamilan bancária da Caixa e secretária de Políticas Sociais da FETEC/CUT-PR, o movimento sindical precisa fiscalizar a ação dessas comissões instaladas, para que haja um resultado concreto no quadro da categoria, ampliando o número de contratação de negros e pessoas com deficiência, sua qualificação e ascensão profissional. É imprescindível que essas comissões disseminem conceitos e informações, se utilizem dos indicadores sociais e promovam um debate profundo com os trabalhadores no sentido de combater qualquer forma de preconceito.
Fonte: FENAE E FETEC/CUT-PR