CAIXA LUCRA R$ 1,7 BILHÃO NO 1º SEMESTRE
Brasilia, 28 de Agosto de 2007
Resultado dos primeiros seis meses de 2007 foi impulsionado pelas operações de crédito
A Caixa Econômica Federal obteve, no primeiro semestre de 2007, lucro líquido de R$ 1,7 bilhão. O resultado supera em 27,6% o lucro líquido obtido em igual período de 2006, que foi de R$ 1,3 bilhão. Entre outros fatores, contribuiu para o resultado a evolução das receitas oriundas das operações de crédito, que registrou crescimento de 6,2% no período, e a captação liquida da poupança de R$ 4,3 bilhões.
Parte do resultado, no montante de R$ 386 milhões, será destinado ao Tesouro Nacional a título de dividendos e juros sobre o capital próprio. Nos primeiros seis meses de 2007, as concessões de crédito comercial cresceram 14% em comparação com igual período do ano passado, atingindo R$ 24,9 bilhões em contratações. No segmento pessoa física, o crescimento foi de 18,3% (R$ 12,9 bilhões). Crédito com desconto em folha (consignação), operações de penhor e cheque especial somaram R$ 10,3 bilhões, com evolução de 79,4% no período.
Nas operações de crédito destinadas às pessoas jurídicas o crescimento foi de 10,1%, totalizando R$ 12 bilhões. Desse total R$ 10,8 bilhões foram destinados às micro e pequenas empresas, o que comprova que esse segmento encontrou na CAIXA um ambiente propício para a realização de negócios. A CAIXA teve, no primeiro semestre do ano, participação ativa na economia do país, fomentando diretamente a geração de emprego e renda devido às aplicações voltadas para o setor produtivo. Os recursos direcionados às operações de investimento registraram evolução de 53%, com volume de contratação da ordem de R$ 898 milhões.
No primeiro semestre de 2007 a CAIXA contratou quase R$ 7 bilhões em empréstimos imobiliários, sendo R$ 2,6 bilhões com recursos da caderneta de poupança. Esses recursos foram suficientes para o financiamento de mais de 235 mil unidades habitacionais e geração de 666 mil empregos na construção civil. O orçamento total para habitação este ano, incluindo o PAC, é da ordem R$ 17,4 bilhões.
Parcela significativa dos recursos para o financiamento habitacional vem da caderneta de poupança cujo saldo, no primeiro semestre do ano, cresceu 23,5% em relação a igual período de 2006. Em 30 de junho último, o saldo das cadernetas de poupança da CAIXA fechou o semestre em R$ 66,7 bilhões.
Na CAIXA os depósitos totais cresceram 14% no período, atingindo R$ 127,6 bilhões ao final do semestre. Na comparação com os seis primeiros meses de 2006, a receita de prestação de serviços cresceu 22,1%, atingindo R$ 3,3 bilhões. Também cresceu 10,4% a despesa de pessoal devido, principalmente, à contratação de funcionários para trabalhar nas novas agências.
O patrimônio líquido da CAIXA em 30 de junho era de R$ 10,5 bilhões, sendo de R$ 237,5 bilhões os ativos totais. O índice de Basiléia, que mede os ativos ponderados pelo risco, variou de 25,7% em 30 de junho de 2006 para 33,4% em 30 de junho último. A qualidade do crédito concedido pela CAIXA melhorou, sendo de 67% as operações classificadas em AA, A e B.
Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal
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NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.caixa.gov.br.
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Banco do Nordeste lucra R$ 76,5 milhões no semestre
(São Paulo) O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) divulgou o lucro líquido de R$ 76,5 milhões no semestre. De acordo com o superintendente de controle financeiro do banco, João Francisco Freitas Peixoto, em entrevista ao jornal Gazeta Mercantil, os números estão dentro da normalidade, pois o volume de crédito é sempre maior no segundo semestre.
O patrimônio líquido do banco atingiu R$ 1,56 bilhão no semestre desse ano, diante de 1,45 bilhão em 2006.
Com relação aos contratos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) houve um aumento de 21% acima do previsto, atingindo R$ 1,4 bilhões.
Fonte: Carlos Fernandes – Seeb SP.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.
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Balanço do BNB aponta lucro de R$ 76,5 milhões no semestre
O Banco do Nordeste divulga hoje seu Balanço Patrimonial relativo ao primeiro semestre deste ano, que apresenta lucro líquido de R$ 76,5 milhões, um pouco acima do lucro registrado em igual período de 2006 (R$ 76,4 milhões). O Banco encerrou o semestre com saldo de operações de crédito globais da ordem de R$ 21,2 bilhões, correspondente a evolução de 6,2% no período.
A administração do BNB destaca, no semestre, a contratação de financiamentos e empréstimos no montante de R$ 3,4 bilhões, dos quais o setor rural absorveu R$ 1,2 bilhão (3,1% a mais que no primeiro semestre de 2006). Salienta, ainda, a expansão de 24,6% nas contratações com o setor de comércio e de 40,1% nos contratos com o setor de serviços, em relação aos valores do primeiro semestre de 2006.
Dentre as fontes de recursos, o FNE respondeu por R$ 2,1 bilhões dos financiamentos contratados pelo BNB no primeiro semestre de 2007, dos quais R$ 997,7 milhões beneficiando o setor rural. Em termos de incremento, destacam-se os financiamentos do FNE para infra-estrutura, que cresceram 42,3%, alcançando R$ 345,7 milhões.
O superintendente financeiro do BNB, Jofran Peixoto, chama a atenção para a estratégia de utilizar novos fundings, em reforço às aplicações com recursos do FNE. Nesse sentido, o Banco contratou no primeiro semestre de 2007 a primeira operação com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), no valor de R$ 55,3 milhões.
Da meta de R$ 570 milhões para atendimento às micro e pequenas empresas (MPEs) no ano de 2007, o BNB contratou no semestre operações no total de R$ 309,5 (54,3% da meta anual).
Maior programa de microcrédito produtivo do Brasil e o segundo maior da América Latina, o Crediamigo, do BNB, emprestou no semestre R$ 351,6 milhões (crescimento de 19,5% em relação ao mesmo período de 2006), chegando ao final de junho com 260,2 mil clientes ativos e uma carteira ativa de R$ 180,3 milhões.
No âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o Banco do Nordeste contratou, de janeiro a junho de 2007, o valor de R$ 623,5 milhões, encerrando o Plano Safra 2006/2007 com contratos de R$ 1.439,0 milhões, ou 21% a mais do que a meta prevista.
Os contratos do BNB no crédito comercial, no valor de R$ 535,0 milhões, no primeiro semestre de 2007, superaram em 38,6% os contratos do mesmo período de 2006, com destaque para os produtos de Crédito Direto ao Consumidor (CDC) e Capital de Giro, que tiveram expansão de 44,7%.
Estudos e pesquisas
O BNB registrou, ainda, avanços em diversas outras frentes voltadas para ampliar sua contribuição ao crescimento regional de forma sustentável. Por meio do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), o BNB concluiu e publicou livros, pesquisas e estudos setoriais que fornecem relevantes subsídios para as ações de fomento. Na área rural, realizou estudos sobre a floricultura, a fruticultura e o setor sucroalcooleiro. Nas áreas industrial e de serviços, concluiu trabalhos acerca dos setores de petroquímica, siderurgia e infra-estrutura (energia eólica).
O Fundo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Fundeci), mantido pelo BNB, disponibilizou, no semestre, R$ 5,0 milhões em recursos não-reembolsáveis para 82 projetos de pesquisa e difusão tecnológica, contemplando diversas atividades; enquanto o Fundo de Apoio às Atividades Socioeconômicas do Nordeste (Fase) e o Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR) apoiaram 40 projetos, com R$ 1,6 milhão.
A criação do Ambiente de Responsabilidade Socioambiental e a inauguração de mais um Centro Cultural, no primeiro semestre deste ano, também reforçam a atenção dada pelo BNB à sustentabilidade de suas ações de promoção do desenvolvimento regional.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bnb.gov.br.