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CARTEIRA DA CAIXA VAI A R$ 2,5 BILHÕES

Gazeta Mercantil – Luciana Otoni

A carteira da Caixa Econômica Federal (CEF) para as linhas de crédito sob consignação em folha de pagamento será de R$ 2,5 bilhões em 2004, um acréscimo de 93% em relação ao R$ 1,3 bilhão ofertado no ano anterior.

Com mais recursos a serem destinados a esse nicho de negócios, o banco, líder de mercado nessa modalidade de crédito, espera dobrar de 400 mil para 800 mil o número de clientes que utilizam os empréstimos sob consignação.

Os atrativos, ressalta o diretor interino de segmento e distribuição da Caixa, Mário Ferreira Neto, são as taxas de juros, que oscilam entre 1,75% e 3% ao mês, e o prazo de pagamento, que varia de um a 36 meses.

“Uma característica deste segmento é que, em função dos juros cobrados, os clientes sentem-se motivados a renovar o crédito”, comentou. Em janeiro último, o banco bateu o recorde de empréstimos nessa modalidade registrando uma média de R$ 8,7 milhões de empréstimos ao dia.

Além de contar com a permanência dos atuais clientes, a ação da Caixa para diversificar a carteira será pró-ativa. Até então com uma concentração de 60% da carteira entre os funcionários públicos, a instituição orientou suas gerências a atrair o trabalhador da iniciativa privada.

A meta é um desafio. De posse de informações que indicam que as grandes empresas não passam de 500 e que as micro e pequenas empresas, que empregam entre 5 e 100 empregados, formam um universo estimado em 3,5 milhões de negócios, a Caixa buscará a diversificação por meio das categorias profissionais.

Conforme informou Mário Ferreira, o desafio é obter na iniciativa privada o ganho de escala proporcionado pelo setor público. “Funcionários de todas as agências estão visitando as empresas e os sindicatos para apresentar as linhas de crédito”, informou.

São duas as razões que motivaram o banco a ampliar os recursos destinados aos empréstimos com desconto em folha de pagamento são: a baixa inadimplência (inferior à do microcrédito e das demais modalidades de crédito) e as chances de ganhar mercado em um dos nichos do crédito popular – além da orientação governamental.

Se ao longo do ano houver demanda superior aos R$ 2,5 bilhões previstos para 2004, Mário Ferreira informa que um novo aporte pode ser negociado.

Entre os atrativos que a Caixa oferecerá para os clientes do crédito em consignação que apresentarem bons níveis de relacionamento, estão a redução da taxa de juros cobrada no cheque especial, isenção da tarifa de contratação desse tipo de serviço e descontos na contratação de seguro de vida. Inicialmente, esses atrativos serão oferecidos ao segmento dos servidores públicos.

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CARTEIRA DA CAIXA VAI A R$ 2,5 BILHÕES

Gazeta Mercantil – Luciana Otoni
A carteira da Caixa Econômica Federal (CEF) para as linhas de crédito sob consignação em folha de pagamento será de R$ 2,5 bilhões em 2004, um acréscimo de 93% em relação ao R$ 1,3 bilhão ofertado no ano anterior.
Com mais recursos a serem destinados a esse nicho de negócios, o banco, líder de mercado nessa modalidade de crédito, espera dobrar de 400 mil para 800 mil o número de clientes que utilizam os empréstimos sob consignação.
Os atrativos, ressalta o diretor interino de segmento e distribuição da Caixa, Mário Ferreira Neto, são as taxas de juros, que oscilam entre 1,75% e 3% ao mês, e o prazo de pagamento, que varia de um a 36 meses.
“Uma característica deste segmento é que, em função dos juros cobrados, os clientes sentem-se motivados a renovar o crédito”, comentou. Em janeiro último, o banco bateu o recorde de empréstimos nessa modalidade registrando uma média de R$ 8,7 milhões de empréstimos ao dia.
Além de contar com a permanência dos atuais clientes, a ação da Caixa para diversificar a carteira será pró-ativa. Até então com uma concentração de 60% da carteira entre os funcionários públicos, a instituição orientou suas gerências a atrair o trabalhador da iniciativa privada.
A meta é um desafio. De posse de informações que indicam que as grandes empresas não passam de 500 e que as micro e pequenas empresas, que empregam entre 5 e 100 empregados, formam um universo estimado em 3,5 milhões de negócios, a Caixa buscará a diversificação por meio das categorias profissionais.
Conforme informou Mário Ferreira, o desafio é obter na iniciativa privada o ganho de escala proporcionado pelo setor público. “Funcionários de todas as agências estão visitando as empresas e os sindicatos para apresentar as linhas de crédito”, informou.
São duas as razões que motivaram o banco a ampliar os recursos destinados aos empréstimos com desconto em folha de pagamento são: a baixa inadimplência (inferior à do microcrédito e das demais modalidades de crédito) e as chances de ganhar mercado em um dos nichos do crédito popular – além da orientação governamental.
Se ao longo do ano houver demanda superior aos R$ 2,5 bilhões previstos para 2004, Mário Ferreira informa que um novo aporte pode ser negociado.
Entre os atrativos que a Caixa oferecerá para os clientes do crédito em consignação que apresentarem bons níveis de relacionamento, estão a redução da taxa de juros cobrada no cheque especial, isenção da tarifa de contratação desse tipo de serviço e descontos na contratação de seguro de vida. Inicialmente, esses atrativos serão oferecidos ao segmento dos servidores públicos.

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