Contrárias ao reajuste do salário mínimo previsto na proposta de Orçamento para 2005, as centrais sindicais retomaram ontem a campanha para pressionar o governo e o Congresso a estabelecer um política gradual de recuperação do valor do mínimo.
A proposta orçamentária em tramitação no Legislativo prevê um reajuste de 8% para o salário mínimo, que atualmente é de R$ 260. Ontem, em reunião com o ministro Ricardo Berzoini (Trabalho), as centrais manifestaram ser contra o aumento encaminhado no projeto do governo.
“O que está no Orçamento é impossível”, declarou o secretário-geral da CGT (Confederação Geral de Trabalhadores), Canindé Pegado. O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Luiz Marinho, acrescentou que o objetivo da campanha vai além do reajuste de 2005. “O debate do salário mínimo virou uma hipocrisia nacional.
Pouco antes de maio, todo mundo começa a discutir o mínimo. Todo ano é a mesma coisa. Queremos definir uma política para recuperação gradual do valor do salário mínimo”, declarou Marinho.
No próximo dia 3, haverá uma reunião em São Paulo em entre governo e centrais.
Fonte: Folha de São Paulo
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Por Mhais• 24 de novembro de 2004• 10:07• Sem categoria
Centrais voltam a pressionar por aumento maior
Contrárias ao reajuste do salário mínimo previsto na proposta de Orçamento para 2005, as centrais sindicais retomaram ontem a campanha para pressionar o governo e o Congresso a estabelecer um política gradual de recuperação do valor do mínimo.
A proposta orçamentária em tramitação no Legislativo prevê um reajuste de 8% para o salário mínimo, que atualmente é de R$ 260. Ontem, em reunião com o ministro Ricardo Berzoini (Trabalho), as centrais manifestaram ser contra o aumento encaminhado no projeto do governo.
“O que está no Orçamento é impossível”, declarou o secretário-geral da CGT (Confederação Geral de Trabalhadores), Canindé Pegado. O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Luiz Marinho, acrescentou que o objetivo da campanha vai além do reajuste de 2005. “O debate do salário mínimo virou uma hipocrisia nacional.
Pouco antes de maio, todo mundo começa a discutir o mínimo. Todo ano é a mesma coisa. Queremos definir uma política para recuperação gradual do valor do salário mínimo”, declarou Marinho.
No próximo dia 3, haverá uma reunião em São Paulo em entre governo e centrais.
Fonte: Folha de São Paulo
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